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domingo, fevereiro 21, 2010

"Aviação: OACI fixa 2013 como meta para criar norma sobre CO2"

Como dá conta o Diário Digital, "A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) estabeleceu 2013 como meta para criar a primeira norma mundial sobre as emissões de gás carbónico no setor da aviação, anunciou sexta feira a organização da ONU.
'É um elemento que faz parte integrante do nosso plano de ação enérgica de luta sistemática contra as incidências da aviação sobre o clima', afirmou em comunicado o presidente do Conselho da OACI, Roberto Kobeh Gonzalez.
A nova norma, que será elaborada pelo Comité da proteção do ambiente na aviação da OACI, vai estabelecer 'uma direção e prazos claros para os construtores'." (As hiperconexões foram acrescentadas)

terça-feira, dezembro 08, 2009

"Aviação compromete-se reduzir emissões de CO2 metade até 2050"

O Diário Digital acaba de noticiar que "O sector da aviação comprometeu-se a reduzir as emissões poluentes em 50 por cento até 2050, através da utilização de aviões com menor consumo e uma maior aposta nos biocombustíveis, anunciou hoje a Associação Internacional de Transporte Aéreo.
Num comunicado divulgado durante o segundo dia de trabalhos da cimeira da ONU sobre alterações climáticas, que decorre em Copenhaga, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) anunciou que as companhias aéreas estão a investir mais de 1,5 mil milhões de dólares em novos aviões para reduzir, até 2020, as emissões de dióxido de carbono (CO2) geradas pelo sector.
O sector aéreo prevê também realizar uma maior aposta na utilização de biocombustíveis para abastecer os voos comerciais, possibilidade que já está a ser testada por cinco companhias aéreas, para reduzir as emissões poluentes em até 80 por cento. A IATA adiantou que estes testes deverão estar concluídos em 2011.
De moda a conseguir um corte das emissões de CO2 até 2050, a estratégia da IATA passa também por apostar em aviões mais eficientes em termo de consumo, refere o comunicado ." (As hiperconexões foram acrescentadas)

sexta-feira, junho 05, 2009

"TAP lança Programa de Compensação de Carbono"

Como revela o Ambitur, "A TAP Portugal lançou hoje o Programa de Compensação de Emissões de Dióxido de Carbono (CO2) em parceria com a IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo), assinalando o Dia Mundial do Ambiente e proporcionando aos passageiros a oportunidade de compensarem as emissões de CO2 resultantes dos seus voos, dando, através da adesão ao programa, a sua contribuição para projectos de redução de emissões em países em desenvolvimento.
Segundo a TAP, 'o Programa de Compensação de Emissões da companhia é o primeiro lançado a nível mundial com a IATA, a qual desenvolveu um programa global aplicável à indústria do transporte aéreo, que oferece projectos de elevada credibilidade e transparência'." (As hiperconexões foram acrescentadas)
Este texto pode ser lido na íntegra.

Nota: o Comunicado de Imprensa da IATA está acessível aqui.

terça-feira, julho 08, 2008

"Aviação incluída no regime de comércio de licenças de emissão em 2012"

De acordo com o respectivo Serviço de Imprensa, "O Parlamento Europeu deu hoje luz verde à directiva que visa incluir as actividades da aviação no regime de comércio de licenças de emissão (ETS) de gases com efeito de estufa na UE. A partir de 2012, o ETS passará a incluir as emissões de todos os voos com chegada ou partida num aeródromo comunitário, havendo, no entanto, uma derrogação para os voos operados no quadro das obrigações de serviço público em rotas nas regiões ultraperiféricas."

Este Comunicado está acessível nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

quarta-feira, junho 25, 2008

"Céu Único Europeu II - Comissão propõe novo pacote de medidas legislativas para tornar os voos mais seguros, mais ecológicos e mais pontuais"

Como acaba de divulgar a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão Europeia adoptou hoje o segundo pacote legislativo relativo ao céu único europeu, designado Céu Único Europeu II. As propostas que o compõem têm por objectivo melhorar a segurança, reduzir os custos e diminuir os atrasos no transporte aéreo. A economia de combustível que daí resultará permitirá às companhias aéreas reduzir as suas emissões de CO2 em 16 milhões de toneladas e diminuir os seus custos anuais entre dois a três mil milhões de euros. Esta reforma completa do sistema de gestão do tráfego aéreo europeu será fundamental para gerir o tráfego aéreo em 2020, que se prevê seja o dobro do actual. Beneficiarão destas medidas não só os passageiros das companhias aéreas, mas também as transportadoras de carga e a aviação militar e particular. O pacote legislativo criará novos empregos no sector da aviação. A indústria aeronáutica europeia, por sua vez, lucrará com o facto de passar a estar na linha da frente em matéria de tecnologias inovadoras de gestão do tráfego aéreo (ou seja, sistemas baseados em satélites - Galileo, ligação de dados, etc.), adquirindo assim vantagem competitiva nos mercados mundiais."

Este Comunicado foi distribuido nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

sábado, abril 05, 2008

"Mais de 160 países de acordo sobre redução das emissões de viagens aéreas e marítimas"

Segundo o Público - Ecosfera, "Mais de 160 países chegaram hoje [ontem] a acordo em Banguecoque para estudar formas de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) libertados pelas viagens aéreas e marítimas, no âmbito da luta mundial contra as alterações climáticas.
Os países signatários do Protocolo de Quioto, reunidos sob a égide das Nações Unidas na Tailândia, aprovaram uma declaração que promete explorar a possibilidade de limitar ou reduzir as emissões de gases lançadas pelos aviões e navios.
A indústria do transporte mundial representa cerca de três por cento das emissões de GEE, mas as viagens aéreas e marítimas não foram obrigadas a reduzir as suas emissões pelo Protocolo de Quioto. A Noruega e a União Europeia estiveram na linha da frente para a inclusão das viagens aéreas e marítimas nos esforços mundiais de redução de emissões.
Segundo alguns ecologistas, países como a Singapura e a Austrália tentaram diluir a declaração de Banguecoque ao sugerir que a indústria do transporte deveria ser regulada por ela própria. O documento foi saudado por organizações ambientalistas, apesar de o considerarem demasiado vago e não dizer explicitamente que este sector vai ser incluído em qualquer acordo vinculativo. 'Temos que ser vigilantes sobre a maneira como tudo isto se vai processar', comentou Marcelo Furtado, da Greenpeace do Brasil.
A conferência de Banguecoque, para definir o calendário de negociações sobre o sucessor do Protocolo de Quioto – que expira em 2012 -, começou segunda-feira e terminará hoje [ontem]." (A imagem e as hiperligações foram acrescentadas)

terça-feira, fevereiro 05, 2008

"Comissão patrocina construção de novos aviões livres de CO2"

No Diário de Notícias, a jornalista Alexandra Carreira adianta que "Construir uma nova geração de aviões mais amigos do ambiente é o objectivo da parceria público-privada que a Comissão Europeia lança hoje em Bruxelas e que vai custar 1,6 mil milhões de euros.
A indústria aeroespacial europeia foi convidada pelo executivo de Durão Barroso a contribuir em 50% do esforço financeiro que vai conduzir ao desenvolvimento de aeronaves mais silenciosas e menos poluentes. O grande objectivo da iniciativa Clean Sky (Céu Limpo, em português) é reduzir o impacto da indústria da aviação, que se encontra em crescimento, no ambiente.
Entre 2008 e 2014 decorre o período de vida desta plataforma conjunta de investigação, que culminará com o teste real de aviões ecológicos. São seis os projectos de investigação que compõem a Céu Limpo." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

sábado, fevereiro 02, 2008

"Airbus é primeiro avião comercial a voar com combustível alternativo"

"Um avião Airbus A380 tornou-se nesta sexta-feira (1º) o primeiro jato comercial a utilizar combustível alternativo. Segundo a empresa, o avião não precisou de modificações para empregar a tecnologia GTL (gas-to-liquids, conversão química de gás em líquido). O produto foi desenvolvido para ser misturado ao combustível normal.
A expectativa da empresa é que o jato, afetado por atrasos de produção, torne-se o centro de seus esforços para projetar a próxima geração de combustíveis limpos. A indústria da aviação está sob pressão para que reduza suas emissões de poluentes.
Como é feito de gás natural - de origem fóssil -, o GTL não pode ser considerado um biocombustível, que é feito de fontes renováveis. Sebastien Remy, diretor do programa de combustível alternativo da Airbus, afirma também que o GTL utilizado hoje não emite menos CO2 (dióxido de carbono) que o combustível convencional. Mas produz menos enxofre. Entretanto, para Remy, esse é apenas o primeiro passo rumo ao desenvolvimento do BTL (biomass-to-liquid), que pode utilizar de madeira até grãos.
O A380 fez o trajeto entre a base da empresa em Filton, na Inglaterra, até Toulouse, na França. O vôo durou três horas. O combustível utilizado, uma mistura com 60% de querosene comum para aviação e 40% de GTL, foi colocado em um dos quatro motores do A380.
O primeiro Airbus A380 entrou em operação pela Singapore Airlines no ano passado, depois de um atraso de 18 meses causado por problemas técnicos. Como forma de explorar a preocupação mundial em torno das questões climáticas, a Airbus já apelidou o modelo de "gigante verde manso".

quinta-feira, janeiro 10, 2008

"Boeing pode adotar biocombustíveis nos aviões em até 10 anos"

"Os biocombustíveis poderiam ser usados na aviação comercial em um prazo de cinco a dez anos, o que levaria o transporte aéreo a reduzir em 50% as emissões de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera. A informação foi fornecida nesta segunda-feira (29) por Bill Glover, diretor-geral de Estratégia para o Meio Ambiente da americana Boeing.
Segundo Glover, em 2008 serão realizados os primeiros testes do uso de biocombustíveis em aviões, e, dependendo de seus resultados, a disponibilidade comercial demoraria de cinco a dez anos.
A idéia é começar com uma mistura de biocombustíveis e combustível normal em um percentual pequeno, que aumentaria progressivamente, explicou Glover. Ele admitiu que a possibilidade de usar apenas biocombustíveis é uma visão 'muito otimista'."
Leia a notícia completa em Folha Online.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

"Todos os voos na UE entram para mercado de carbono em 2012"

Como dá conta a jornalista Rita Carvalho no Diário de Notícias de hoje, "A partir de 2012, todos os voos que chegarem ou saírem dos aeroportos da União Europeia ficarão abrangidos pelo comércio europeu de licenças de emissão. Ou seja, as companhias que excederem as licenças de poluição que lhe forem atribuídas terão de recorrer ao mercado de carbono. A decisão foi tomada ontem no Conselho Europeu do Ambiente que decorreu em Bruxelas.
No último conselho que presidiu no âmbito da presidência da União Europeia, Portugal viu ser incluída na decisão uma excepção a estas novas regras que é favorável ao nosso país. Fora do regime de comércio ficarão os voos de serviço público interilhas nos arquipélagos da Madeira e Açores, permitindo que estas regiões periféricas não sejam tão afectadas pelo aumento de custos do transporte aéreo como se prevê.
A excepção estende-se também a outros voos que cumpram missões de serviço público. Caberá agora a cada Estado membro eleger esses voos que ficarão isentos, desde que respeitem algumas regras: não podem exceder o limite de 30 mil passageiros por ano e por rota." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto pode ser lido na íntegra.

segunda-feira, novembro 19, 2007

"Parlamento Europeu estabelece regime especial para RUPS"

No Publituris, a jornalista Rita Andrade relata que "Foi aprovada na sexta-feira a proposta apresentada pelo Deputado Europeu dos Açores, Duarte Freitas, que visa a isenção do pagamento de taxas de aviação relativas à emissão de CO2, por parte das RUPS (regiões ultraperiféricas) e das regiões onde existe serviço público de aviação.
Com base na proposta estabeleceu-se um compromisso que prevê a utilização de parte das receitas provenientes dos leilões de direitos de emissão, de modo a reduzir ou eliminar quaisquer problemas de acessibilidade e competitividade, decorrentes das regiões ultraperiféricas e em matéria de obrigações de serviço público.
Esta medida enquadra-se na forte necessidade que as RUPS têm - como é o caso dos Açores - de recorrer aos transportes aéreos para se deslocarem entre as ilhas e para o exterior, algo que foi elucidado por Duarte Freitas."

Nota: para mais desenvolvimentos, vide o Comunicado do Serviço de Imprensa do Parlamento Europeu.

quinta-feira, julho 19, 2007

"INAC defende a inclusão da aviação civil no Comércio de Licenças de Emissões"

No Diário Económico, o jornalista Tiago Figueiredo Silva dá conta que "Iniciativas como a inclusão da aviação no Comércio de Licenças de Emissões, devem ser 'adoptadas o mais cedo possível' para reduzir o impacto da aviação civil nas alterações climáticas, segundo o presidente Instituto Nacional de Aviação Civil.
'O crescimento do transporte aéreo a nível mundial é uma realidade incontestável pelo que temos de adoptar o mais cedo possível iniciativas que reduzam o impacto da aviação civil nas alterações climáticas, sem pôr em causa o crescimento sustentável do sector', afirmou o presidente do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), Luís Fonseca de Almeida, no workshop 'A Aviação e as Alterações Climáticas', que se realizou em Lisboa, citado pela Lusa.
A iniciativa organizada pelo INAC, no âmbito do quadro da Presidência Portuguesa da União Europeia (UE), reuniu vários peritos nacionais e internacionais e contou com a participação do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, e com o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos.
A responsabilidade do sector da aviação civil na resolução do problema das alterações climáticas e o impacto da introdução do regime de Comércio Europeu de Licenças de Emissão para todos os voos no espaço comunitário, foram algumas das questões abordadas no encontro." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido em texto integral.

terça-feira, julho 10, 2007

"INAC promove workshop 'A Aviação e as Alterações Climáticas'"

O PressTur noticia que "A responsabilidade do sector da aviação perante as alterações climáticas e o impacto para o sector da sua inclusão no regime de comércio europeu de licenças de emissão são questões que vão estar em análise no workshop que o INAC, autoridade aeronáutica portuguesa, promove no próximo dia 18 em Lisboa.
A iniciativa, que decorrerá na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, insere-se nas iniciativas da Presidência portuguesa da União Europeia."
Este texto, incluindo o Programa do evento, está acessível aqui.

segunda-feira, junho 18, 2007

"UE e Estados Unidos chegam a acordo para reduzir poluição dos aviões"

O Público Última Hora relata também que "A Comissão Europeia e a Administração americana da Aviação Civil (FAA, sigla em inglês), anunciaram hoje no salão de aeronáutica de Bourget, perto de Paris, uma iniciativa comum para reduzir as emissões poluentes, chamada AIRE.
A iniciativa AIRE (Atlantic Interoperability Initiative to Reduce Emissions) surge no âmbito de um acordo de cooperação entre a Comissão e a FAA para coordenar os programas de modernização do controlo aéreo: SESAR do lado europeu e Nextgen do lado americano.
Marion Blakey, administradora da FAA, e Jacques Barrot, vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelos Transportes, indicaram que o plano de acção transatlântico visa 'optimizar os tempos de espera' e tentar reduzir as emissões de gases e o ruído durante a fase de aterragem.
Os dirigentes de companhias americanas como a Delta e Federal Express, ou das europeias SAS já realizaram experiências com sucesso nos aeroportos de Atlanta, Louisville e Estocolmo. Os testes de 'bons procedimentos' vão generalizar-se nos dois lados do Atlântico nos próximos meses.
'Devemos conseguir tirar as conclusões e formalizar melhor os nossos acordos, talvez no próximo ano', disse Barrot. 'Estamos no bom caminho, (...) isto pode tornar-se um modelo', garantiu Blakey.
Barrot lembrou que a Comissão decidiu, na semana passada, apoiar os esforços de investigação realizados pelos profissionais do transporte aéreo no programa Cleansky, com 800 milhões de euros, ou seja, o mesmo montante que os profissionais."

Nota: para mais desenvolvimentos sobre esta matéria, vide o correspondente Comunicado da Sala de Imprensa da U.E., apenas distribuído nas Línguas Inglesa, Francesa e Alemã.

sexta-feira, junho 08, 2007

"UE: ministros dos 27 de acordo para integrar companhias aéreas no comércio de emissões"

O Público Última Hora noticia que "Os ministros dos Transportes dos 27 pronunciaram-se hoje a favor da integração das companhias aéreas da União Europeia (UE) no mercado europeu de emissões, durante uma reunião no Luxemburgo.
O avião deve 'contribuir para a protecção do clima', disse o ministro alemão dos Transportes, Wolfgang Tiefensee, cujo país preside à UE até ao final de Junho.
O sector aéreo está de fora do Protocolo de Quioto, tratado sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês). 'Uma forma do transporte aéreo contribuir para os objectivos de protecção do clima consiste em integrá-lo no sistema europeu de comércio de licenças de emissão', explicou. 'No passado, a indústria aérea contribuiu para limitar as emissões, através do desenvolvimento de tecnologias dos reactores, mas não é suficiente', acrescentou.
Ainda que as emissões do transporte aéreo só representem três por cento do dióxido de carbono emitido na Europa, elas aumentaram 87 por cento desde 1990 e poderão representar um quarto da redução das emissões exigida à UE no âmbito do Protocolo de Quioto (menos oito por cento até 2012, em relação a 1990).
A Comissão Europeia apresentou uma proposta legislativa ao Parlamento Europeu e aos 27 que prevê a definição de licenças de emissão para as companhias aéreas a operar na Europa a partir de 2011 para os voos intra-europeus e de 2012 para todos os voos de e para a UE." (As hiperligações foram acrescentadas)

Nota 1: o Comunicado final do Conselho dos Transportes, Telecomunicações e Energia da Comunidade Europeia está acessível nas Línguas Inglesa e Alemã.

Nota 2: Para mais desenvolvimentos sobre a inclusão das companhias aéreas no Sistema Europeu de Comércio de Emissões, vide a Página criada pela Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia.

sábado, fevereiro 17, 2007

"Taxa sobre emissão de gases ameaça tornar passagens de avião mais caras"

Nos termos um artigo da jornalista Rita Carvalho, publicado no Diário de Notícias de hoje, "A indústria da aviação também vai ter de colaborar na redução das emissões de gases com efeito de estufa e assim ajudar a combater as alterações climáticas. Um esforço das companhias aéreas que poderá trazer custos acrescidos para quem viaja de avião, pois o preço das viagens tenderá a subir. A proposta da Comissão Europeia já vinha sendo trabalhada, mas ganhou agora um novo impulso, fruto do impacto que o problema do clima alcançou na opinião pública e, principalmente, na agenda política.
No dia em que se assinalou o segundo aniversário do Protocolo de Quioto, em Bruxelas este foi um assunto em cima da mesa na Conferência 'Comunicando as Alterações Climáticas', onde se reuniram muitos especialistas na matéria. Com as evidências dos impactos das mudanças no clima na ordem do dia e com os cenários recentemente traçados pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas ainda em mente, a Europa vira-se agora mais para o período pós-Quioto. E para o que é necessário fazer para manter este esforço de redução da poluição para lá de 2012, altura em que termina a primeira fase do protocolo.
Trazer as companhias de aviação para a discussão e obrigá-las a dividir a responsabilidade sobre as toneladas de emissões que são diariamente lançadas para a atmosfera pelos seus aviões é um dos caminhos. Mas não é pacífico. Como explicou ao DN Barbara Helfferich, porta-voz do Comissário Europeu para o Ambiente, Stavros Dimas, 'até agora as companhias aéreas têm estado fora do combate ao problema, mas a nossa proposta é para que comecem a participar'."
Este texto está acessível na íntegra.

terça-feira, dezembro 26, 2006

"EasyJet pede 'tudo ou nada' na legislação de comércio de emissões da indústria aérea"

Segundo o Turisver, "O presidente da easyJet exortou o Parlamento Europeu a antecipar e tornar mais duras e mais abrangentes as medidas para implementar o comércio de emissões poluentes, criticando a proposta legislativa apresentada pela Comissão Europeia, por limitar o comércio de emissões aos voos intra-europeus.
'Nunca pensei ver chegar o dia em que a easyJet pede que uma legislaçao penalizadora seja antecipada e assumida com mais dureza', afirma Andy Harrison, presidente da companhia. Harrison critica a proposta da Comissão, pois este refere-se apenas a voos intra-europeus, que 'vai afectar apenas 20 % das emissões da aviação europeia e muitas companhias vão ficar impunes', acrescentando que 'a decisão da Comissão em omitir 80 % das emissões da aviação do plano inicial parece-nos um compromisso político e não uma preocupação verdadeira com o ambiente'. Para o presidente da easyJet o Plano deve ser de 'tudo ou nada', e cobrir 'todos os voos de e para a UE, com medidas mais duras e quanto antes melhor'." (A hiperligação foi acrescentada)

quarta-feira, dezembro 20, 2006

"Companhias aéreas europeias vão ter de pagar poluição a partir de 2011"

Nos termos de um artigo da jornalista Gilda Sousa, publicado no Diário Económico de hoje, " As companhias aéreas europeias, e provavelmente os passageiros, vão ter de contemplar um novo custo a partir de 2011, caso avance a proposta que a Comissão Europeia apresenta hoje. O objectivo é incluir o sector no quadro do protocolo de Quioto, que visa a redução das emissões de CO2.
A directiva terá ainda de passar pela aprovação dos Estados membros e do Parlamento Europeu, mas o sector já começou a esboçar argumentos de defesa. A aviação representa apenas 2% do total mundial de emissões de gases poluentes, argumenta a IATA, a associação internacional das companhias aéreas. Para já, a TAP não comenta o eventual impacto da medida no desempenho da companhia. O Ministério do Ambiente, diz que ainda é cedo para falar de impactos. De resto, afirma fonte oficial, a Comissão 'ainda não entregou formalmente a proposta', pelo que, para já, a posição do Governo é a de que 'Portugal, em princípio, apoia'. A mesma fonte sublinha que 'será tida em conta a questão das regiões ultra-periféricas, Madeira e Açores'.
Mas a decisão de Bruxelas não agrada aos Estados Unidos e países asiáticos, que manifestaram o seu desagrado e, aparentemente, como sucesso. Na edição de ontem, o jornal britânico Financial Times noticiava que a Comissão vai deixar de fora do novo quadro as companhias estrangeiras que façam voos para a Europa, pelo menos, até 2013."
Este texto está disponível na íntegra.

segunda-feira, agosto 07, 2006

Jacaré na pista atrasa decolagem de vôo no aeroporto de Aracaju

Os funcionários que trabalham na pista de pouso e decolagem do Aeroporto Santa Maria, em Aracaju (SE), tiveram uma tarefa mais. É que apareceu um jacaré, de cerca de um metro de comprimento, exatamente na saída do vôo da TAM 9590. O alerta foi feito pelo comandante da aeronave e a equipe de manutenção da Infraero entrou em ação. O jacaré estava bem no eixo na pista. O pessoal de manutenção conseguiu levá-lo para um local mais distante, permitindo que a aeronave decolasse com cinco minutos de atraso. O jacaré, da espécie papo-amarelo, foi levado pela Polícia Ambiental.
O superintendente da Infraero em Sergipe, Fábio Bastos, disse que essa não é a primeira vez que um jacaré aparece no aeroporto, mas a primeira que um é encontrado na pista. Ele não tem uma explicação para justificar o aparecimento do jacaré, mas acredita que isso tenha ocorrido porque o aeroporto fica próximo a área de restinga e mangue. Por volta das 19:20 hs o comandante do vôo reportou ao controle a presença de animal na pista. De imediata foi feita a inspeção que localizou, entre a interseção e a cabeceira 11, bem no eixo da pista, um jacaré de aproximadamente 1 metro. A equipe de manutenção da Infraero fez com que o réptil se deslocasse para a lateral a fim de liberar a decolagem do referido vôo. Em seguida a Polícia Ambiental foi acionada para realizar o recolhimento do animal.

domingo, janeiro 08, 2006

"EUA forçam UE a repensar emissões da aviação"

De acordo com o jornal Público de hoje, "A Comissão Europeia pode recuar na sua intenção de incluir todos os voos que partam de aeroportos da União Europeia no Comércio de Emissões devido às ameaças dos Estados Unidos de mover acções legais se o plano for para a frente. A Comissão pediu ao grupo de trabalho encarregado desta proposta para estudar uma alternativa até ao final de Abril.
Conforme o documento aprovado em Setembro e apoiado pelos ministros em Dezembro, cada companhia aérea receberia direitos de emissão e poderia negociar no mercado a diferença entre o seu limite e a quantidade de poluição que efectivamente produziu. A proposta afectaria todos os voos que saiam de cidades da UE, incluindo os de companhias que não fazem parte do espaço comunitário. Os EUA disseram que a intenção viola a Convenção de Chicago de 1944, a qual isenta as companhias aéreas de pagar taxas sob voos internacionais.
Inicialmente, a proposta só contemplava voos internos, mas estes apenas representam 40 por cento das emissões do sector da aviação. Na altura, o grupo de trabalho considerava preferível começar com um esquema mais limitado que seria mais tarde alargado a todos os voos.
Segundo a Comissão Europeia, a proposta obrigaria a um aumento médio de nove euros sobre a tarifa normal." (A hiperligação foi acrescentada)

Para mais desenvolvimentos sobre a inclusão das companhias aéreas no Sistema Europeu de Comércio de Emissões, vide a Página criada pela Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia.