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domingo, maio 29, 2016

En Linkedin... (mayo 2016)





Seguridad e inocuidad alimentarias (AIBADA) - “EE.UU. La FDA moderniza la etiqueta de información nutricional de los alimentos empaquetados”: https://www.linkedin.com/groups/8117480/8117480-6142108327087206400


Food and Veterinary Law - Diritto alimentare e legislazione veterinaria- “Consumer Preferences for Written and Oral Information about Allergens When Eating Out”: https://www.linkedin.com/groups/4835937/4835937-6142272128675774464



Seguridad e inocuidad alimentarias (AIBADA) - “Health claims and symbols: What role is there for health-related information to guide consumer behaviour?”: https://www.linkedin.com/groups/8117480/8117480-6141901635523215360


Grupo UE: Legislación y Sociología alimentaria - “ITALY: Corte Suprema di Cassazione on Right to Food”: https://www.linkedin.com/groups/8174109/8174109-6141542391900831744 


AIBADA, Asociación Iberoamericana para el Derecho Alimentario - “China and wine: the new norm on terminology translation of imported wine terms”: https://www.linkedin.com/groups/4977487/4977487-6141615076815237123


SAVE FOOD Communications - “Make Haste No Food Waste! Tips for Reducing Food Waste”: https://www.linkedin.com/groups/4694211/4694211-6141857884750774273




sexta-feira, maio 27, 2016

Boletín de bibliografía nº 86 (2016)







Índice:
Pág.

2 Acuerdos comerciales
2 Alergias
3 Alimentos ecológicos
4 Comportamiento y percepción del consumidor
6 Etiquetado e información del consumidor
6 Evaluación, percepción y gestión de los riesgos
8 Leche y productos lácteos
9 Medicamentos veterinarios
10 Microbiología
10 Nanotecnología
11 Novel Foods
11 Nutrición y lucha contra la obesidad
13 Pérdidas y desperdicio de alimentos
14 Salud y bienestar animal
16 Seguridad alimentaria (disponibilidad de alimentos)
17 Seguridad e inocuidad de los alimentos
18 Vino y otras bebidas alcohólicas

19 De nuestros archivos

20 Libros y otros documentos


CONSULTAR: https://app.box.com/s/bxp8zt0do61nfclneg777e0eckw27x1h


W

domingo, fevereiro 10, 2013

ReDeco, Revista electrónica de Derecho del Consumo y de la Alimentación - nº 30 (2013)



Nos complace informarles sobre la reciente publicación de ReDeco, Revista electrónica de Derecho del Consumo y de la Alimentación - nº 30 (2013) 
 

 

Sumario:
 

- Editorial: ¿Estamos preparados para el día “D”, el 13 de diciembre de 2014?
 

 - Algunas reflexiones en torno a la ciudadanía de la Unión Europea

 - Commerce international et développement humain: L’apport du commerce équitable.

 - La distribución y el consumo

 
 ◊ Humor... quantum satis:
 

- En recuerdo y reivindicación de la Sopa de Ajo

- ¿DURA LEX O DURALEX?A

 

Documentos de interés:
 

● Proyectos legislativos y reglamentarios
 

España: Anteproyecto de Ley de garantía de la Unidad de Mercado 

 

● Jurisprudencia del TJUE
 

   Derechos de los pasajeros
 

Sentencia “McDonagh” de 31 de enero de 2013 (Obligación de asistencia a los pasajeros en caso de cancelación de un vuelo por “circunstancias extraordinarias” – Erupción volcánica que provoca el cierre del espacio aéreo)
 

   Marcas 

Sentencia “Lidl Stiftung/OHMI - Lactimilk (BELLRAM)” de 15 de enero de 2013 (Solicitud de marca comunitaria denominativa BELLRAM para quesos)
 

   Sentencia “Budějovický Budvar/OHMI - Anheuser-Busch (BUD)” de 22 de enero de 2013 (Solicitudes de marcas comunitarias denominativa y figurativa BUD)
 

 ◊ Prácticas comerciales desleales 

Sentencia “Köck” de 17 de enero de 2013 (Normativa de un Estado miembro conforme a la cual los anuncios de rebajas requieren de autorización previa) 

 

 ● Otros documentos
 

[pdf] Andrea Carlson y Elizabeth Frazão. “Are Healthy Foods Really More Expensive? Itdepends on How You Measure the Price”, EIB-96, U.S. Department of Agriculture, Economic Research Service, Washington (2012) 50 págs.
 

 

● Bibliografía (acceso directo en Interntet):
 

 [pdf] Miren Jasone Urkola Iriarte, "La artesanía alimentaria en la legislación autonómica reciente", RIIPAC, nº 1 (2012) 136-162 [consultado el 19 de diciembre de 2012].
 

 [pdf] Cristina González Díaz, Lorena Meléndez Illanes y Carlos Álvarez-Dardet, "Alimentos como medicamentos: la delgada línea divisoria entre la industria farmacéutica y la industria alimentaria", Revista Española de Salud Pública, Vol. 86 nº 4 (2012) 313-317 [consultado el 29 de diciembre de 2012].
 

 [pdf] Ileana Ibáñez y Juliana Huergo, "Mercantilización, medicalización y mundialización de la alimentación infantil", Intersticios, Vol. 6 nº 2 (2012) 141-152 [consultado el 7 de enero de 2013].
 

 [pdf] Carley A. Grimes, Lynn J. Riddell, Karen J. Campbell y Caryl A. Nowson, "Dietary Salt Intake, Sugar-Sweetened Beverage Consumption, and Obesity Risk", Pediatrics, Vol. 131 nº 1 (2013) 14 -21 [consultado el 1 de enero de 2013].
 

[pdf] Emily Broad Leib, "Good Laws, Good Food: Putting State Food Policy to Work for our Communities", Food Law and Policy Clinic, Boston (2012) 112 págs. [consultado el 20 de diciembre de 2012].
 

[pdf] Emily Broad Leib, "Good Laws, Good Food: Putting Local Food Policy to Work for our Communities", Food Law and Policy Clinic, Boston (2012) 104 págs. [consultado el 20 de diciembre de 2012].
 

 

quarta-feira, setembro 05, 2012

Derecho alimentario: Congresos, seminarios, cursos, etc.

 

EFSA -Parma (Italia)
75th plenary meeting of the BIOHAZ Panel
12 September 2012 
Consultar “Draft agenda” (0.1 Mb): http://www.efsa.europa.eu/en/events/event/120912-a.pdf
 
- o -

5th Industrial Workshop on Microencapsulation: Fundamentals & State of the Art Processing and Application Technologies
Wednesday and Thursday, September 26 - 27, 2012
Crowne Plaza Hotel and Suites Minneapolis Airport, Bloomington, Minnesota (EE.UU.)

Para más información:

Bioactives World Forum - Functional Foods and Bioactives Ingredients Network
309-C Manuel Drive, College Station, Texas 77840
Tel: 1-979-764-8360 Fax: 1-979-694-7031
E-mail:
nutra@bioactivesworld.com
 
- o -

Reino Unido: Campden BRI (Campden site)  Station Road, Chipping Campden
 Gloucestershire  UK. GL55 6LD

Cursillo:

Microbiology for non microbiologists
Dates
26–27 September 2012
 
For further information or to check availability contact the Training Department on +44 (0)1386 842104 or

- o-
 
 

Cursillo:
Everything European - A Comprehensive Guide to European Food Law
Leatherhead Food Research, Leatherhead, Surrey, UK from 17/10/2012 to 19/10/2012
 
Para más información:  
 
 



Mensaje sin fines comerciales
 
 
 




segunda-feira, janeiro 17, 2011

Fotógrafo captura espetáculo de cores de degradação ambiental

"O fotógrafo e ativista americano J. Henry Fair viaja o mundo a bordo de um helicóptero para retratar o impacto de ações humanas como o despejo de lixo e de resíduos industriais em paisagens naturais.
Dezenas dessas imagens foram reunidas no recém-lançado livro 'The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis' (O dia depois de amanhã: Imagens de nossa Terra em Crise, em tradução livre).
De grande impacto, as imagens mostram o avanço da degradação provocada pelo vazamento de petróleo no Golfo do México e destruição provocada em parques naturais por lixo industrial.
As fotos também integram a exposição Abstraction of Destruction (Abstrações de Destruição), em cartaz na galeria Gerald Peters, em Nova York."
Veja as fotos em
Globo.com.

terça-feira, maio 25, 2010

Oleo de fritura cada vez mais valorizado por causa do biodiesel passa a ser furtado nos EUA

Em 1996, um artigo no Wall Street Journal citou uma Tres Dausey, que, com seu pai, George, tinha uma roupa de graxa lutando em St. George, South Carolina, chamada Dausey subprodutos.
"Para dizer a verdade eu não vejo porque alguém quereria entrar no negócio", disse ele. "Meu pai foi no negócio que eu não posso te dizer quantos anos de comprimento. Agora o mercado para o nosso produto final é menor do que esteve em 30 a 35 anos. "
Como os tempos mudaram. Os biocombustíveis têm ainda um longo caminho a percorrer antes de manter ExxonMobil (XOM) Executivos acordado durante a noite. Mas o óleo de fritura usado, ou gordura amarela, que podem ser prestados por empresas como a Darling International (DAR) Em um substituto para o diesel, é uma commodity negociada que triplicou de preço nos últimos dois anos, levando a qual é o problema atual de Render Magazine chamadas o "roubo cada vez maior de gordura."
"Grease não é diferente de diamantes", Christopher Griffin, diretor de assuntos jurídicos de Cold Spring, Kentucky baseado Griffin Industries Inc., que recolhe-prima graxa, disse a um repórter. "Ambos têm valor, eles são uma mercadoria."
À medida que sobem os custos de diesel, graxa furtos fazer também, com graxa a ser ilegalmente carted longe das áreas de armazenamento por trás restaurantes fast-food como McDonald's (MCD), Burger King (BKC), E Wendy's (WEN) Por todos, de biodiesel "homebrewers" a grupos organizados de roubo de graxa com os seus próprios caminhões-pipa.
"Obviamente, eu acho que há alguma ligação lá", Michael Frohlich, diretor de comunicações federal para a National Biodiesel Board, disse Minyanville quando perguntado sobre a correlação entre os preços do diesel e roubo de graxa. "Embora 70% do biodiesel utilizado para vir a partir de óleos vegetais virgens, é agora abaixo de 50%, com um correspondente aumento no uso de resíduos de graxa. Ao mesmo tempo, gordura, utilizado restaurantes necessários para implementar programas de eliminação caro. Agora, é algo que pode lucrar ". Se houver um takeaway positivo para ser encontrado no lugar em roubo de graxa, Frohlich, diz, é que ele ilustra "o tamanho do crescimento e aceitação da indústria de biodiesel."
Tim Norman, vice-presidente de vendas e marketing da Mahoney Ambiental em Joliet, Illinois, diz que roubo de graxa, "Oh yeah. Vemos um pouco disso na verdade."

"É uma daquelas coisas que você nunca pode realmente parar", diz Minyanville ", mas vamos tentar torná-lo um pouco mais complicado para os ladrões de gordura para chegar. Particularmente sobre os recipientes fora, estamos colocando em fechaduras e clips, embora qualquer pessoa com uma serra chato pode cortar um buraco no lado e sugar a gordura direita para fora. "
Norman diz Mahoney intensificou as medidas de segurança como resultado.
"Mais e mais, você está vendo os recipientes serem mantidos no interior, com uma porta motoristas podem abrir e recolher a gordura", explica ele. "Temos câmeras de segurança para cima, tudo o que pode ter um efeito dissuasivo. Ele ajuda, mas ela certamente não vai acabar com o problema. "
A graxa amarela pode estar na moda agora, mas há muito a ser dito para o biodiesel fabricado a partir de gordura marrom, também. Além disso, a gordura marrom não é particularmente atraente para os ladrões ou, como ele é "colhidos" de linhas de esgoto subterrânea.
"Graxa de esgoto é assim rançosa, e assim decompostos, uma tecnologia de baixo custo para transformá-lo em combustível nunca existiu até agora. Qualquer coisa que cheira muito, muito ruim que ninguém quer - essa é a nossa sweet spot ", Emily Landsburg, CEO da BlackGold Biocombustíveis, que está actualmente a procurar investidores para uma rodada de capital de US $ 1 milhão, diz Minyanville.
Brown graxa não sendo uma mercadoria negociável a torna menos sujeita à volatilidade e especulação associada com graxa amarela. "Gordura marrom não só pode ser feita em biodiesel, removê-lo de fato fornece uma solução de água.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Maiores poluidores do mundo não querem discutir suas metas em Copenhague

EUA e China deram demonstrações, nesta terça-feira (15/12/2009), de que não pretendem discutir as metas de redução de emissões já anunciadas em Copenhague. Ambos os países, os maiores poluidores do planeta, apresentaram propostas consideradas tímidas antes da conferência do clima da ONU.
O enviado norte-americano para as mudanças climáticas Todd Stern informou que o país não deve aumentar suas metas de redução de emissões poluentes até 2020. De acordo com ele, o compromisso dos EUA está estreitamente ligado à legislação interna norte-americana sobre o clima, que ainda tem de ser aprovados.
Os EUA, que junto com a China são responsáveis por 40% das emissões globais de carbono, têm recebido críticas pela demora em aprovar seu pacote climático, previsto para 2010 e sem o qual será muito difícil obter um avanço real nas negociações para alcançar um novo acordo vinculativo sobre o clima que substitua o Protocolo de Kyoto.
Os países em desenvolvimento estão sendo pressionados a assumir a responsabilidade por medidas que tomam para combater as mudanças climáticas, através do que a ONU descreve como ações "mensuráveis, reportáveis e verificáveis" (MRV).
Sem metas
Um novo esboço de um acordo internacional para deter o aquecimento global apresentado hoje em Copenhague não contém nenhuma menção a metas de cortes de emissões de gás carbônico nem ao financiamento de medidas de combate às mudanças climáticas. O novo rascunho traz referências de um texto anterior, divulgado na sexta-feira, com uma banda de metas de emissões, mas diz que os detalhes "ainda precisam ser elaborados".

Fonte: UOL - com informações das agências Lusa, Reuters e France Presse, consultado em 15/12/2009.

domingo, maio 03, 2009

"Sete mil lutam pelas denominações de origem"

No Jornal de Notícia, Teresa Costa dá conta que "Os EUA, que a Europa tanto criticou por usurpar nomes locais dos vinhos, como o do Porto, estão agora unidos aos europeus na defesa das denominações de origem, através de uma petição já com sete mil assinaturas.
Está disponível na Internet uma petição destinada a proteger o local e origem do vinho, para evitar o uso indevido das denominações associadas a um espaço geográfico em vinhos que nada têm a ver as origens exibidas nos rótulos (www.protectplace.com).
Doze regiões - seis europeias (uma portuguesa), cinco norte-americanas e uma australiana - uniram-se e desafiam a população em geral a subscrever e a defender as originalidades locais dos seus vinhos. A ambição é chegar às 10 mil assinaturas."
Este artigo pode ser lido na íntegra.

segunda-feira, dezembro 22, 2008

"Carne bovino: UE reabre queixa na OMC contra EUA e Canadá"

O Dinheiro Digital noticia que "A União Europeia (UE) decidiu reabrir a queixa na Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os Estados Unidos e o Canadá sobre uma antiga contenda relacionada com a exportação de carne de bovino com hormonas, foi hoje divulgado.
'Estamos convencidos que a nossa legislação sobre as hormonas está totalmente em conformidade com as regras da OMC: as restrições sobre a carne de bovino tratada com hormonas são fundamentadas em conhecimentos científicos sólidos que comprovam os riscos para a saúde do homem', argumentou a UE, em comunicado.
A União Europeia já tinha apresentado o caso à OMC, considerando, na altura, ilegais as sanções impostas pelos Estados Unidos e Canadá sobre algumas exportações europeias, em retaliação à proibição de importação de carne de bovino no espaço comunitário.
A queixa foi rejeitada então pela Organização Mundial de Comércio, que admitiu, em Outubro último, que o caso precisava de ser reavaliado."

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Emergentes saem mais fortalecidos de Poznan

Países como Brasil, China e Índia assumem novo protagonismo. As negociações da maratona ambiental de 15 dias que resultaram no relatório final da 14ª Conferência do Clima das Nações Unidas, fechado na madrugada de sábado na Polônia, demonstraram a vitória de um grupo de países. Enaltecidos por personalidades da comunidade ambientalista e reconhecidos pelas maiores ONGs do mundo, emergentes como Brasil, China, Índia, México e África do Sul foram alçados ao protagonismo do futuro acordo do clima, em Copenhague, em 2009. A nova configuração de forças nasceu da conjunção de três fatores na Polônia. Um deles foi a transição de poder nos Estados Unidos, que reduziu à discrição total a delegação americana enviada por George W. Bush. O outro foi o impasse na União Européia, cujos líderes se dividiam em torno da aprovação ou não de suas metas - o Pacote Energia-Clima. O último deles foi o abandono, por parte dos emergentes, do discurso da “responsabilidade histórica”. Esse argumento atribuía ao processo de industrialização dos países desenvolvidos, a partir do século 18, a responsabilidade pelo aquecimento global, e desobrigava os mais pobres de também empreenderem ações fortes de mitigação.
Leia a matéria na íntegra aqui.
Fonte: O Estado de São Paulo.

quinta-feira, outubro 09, 2008

"UE: Redução fitossanitários pode encarecer alimentos até 70%"

Segundo o Dinheiro Digital, "As novas regras discutidas na União Europeia para limitar o uso de produtos fitossanitários podem encarecer até 70% os preços de alguns alimentos, segundo um estudo do Centro Europeu para a Investigação Agrícola, Política e Ambiental.
O relatório do EuroCARE, apresentado hoje em Bruxelas pela associação das indústrias fitossanitárias, refere que se seguirem por diante as propostas do parlamento Europeu (PE) para regular o uso de pesticidas, o preço do trigo subiria entre 40 e 70%, enquanto o das batatas aumentaria entre 33 e 58%.
O estudo alude ao projecto da Comissão Europeia (CE) para limitar a utilização de fitossanitários, que deve ser aprovado conjuntamente pelos ministros da UE e pelo PE, que apresentou algumas emendas que estão em discussão. Segundo a mesma fonte, caso sejam aprovadas as modificações propostas pelo PE, os preços das matérias-primas poderão aumentar até 135%. O encarecimento do preço do cereal poderá fazer aumentar o pão em 0,11 euros, o leite em 0,04 euros por litro e o custo médio dos alimentos em 8%, adianta o trabalho da EuroCARE.
egundo um dos representantes do centro europeu, Marcel Adenauer, as restrições que a proposta prevê, unidas à actual situação mundial de falta de matérias-primas, faz supor que um menor uso de produtos fitossanitários fará encarecer o custo dos alimentos para os cidadãos.
Ainda segundo o relatório, a Europa converteu-se num importador de cereais, enquanto os Estados Unidos, México, China e Austrália aumentaram a produção, levando a que a agricultura da União Europeia perca competitividade.
Além disso, os representantes EuroCARE sublinharam que se a UE limitar o uso de fitossanitários, por exemplo nos seus frutos e verduras, sem dar alternativas, corre o risco de um aumento de importações de zonas como a China, onde o controlo de pesticidas é inferior e há mais tolerância." (A hiperligação foi acrescentada)

quarta-feira, julho 16, 2008

"Viabilidade dos biocombustíveis só é possível devido aos apoios públicos"

Como dá conta a jornalista Ana Fernandes no Público Última Hora, "A viabilidade dos biocombustíveis só é possível devido aos apoios públicos dados à sua produção, conclui um relatório da OCDE hoje divulgado. Segundo os cálculos feitos no estudo, os subsídios atribuídos fazem com que cada tonelada de carbono evitada pelos biocombustíveis custe entre 600 e 1070 euros, quando, no mercado, está a 26 euros.
A 'Avaliação económica das políticas de apoio aos biocombustíveis', que incidiu sobre os países da OCDE., indica que, em 2006, os EUA, a União Europeia e o Canadá atribuíram 6,9 mil milhões de euros de subsídios à produção de etanol e biodiesel. E calcula-se que, a médio prazo (entre 2013 e 2017) se atinjam os 15,7 mil milhões de euros em apoios.
Além disso, o estudo salienta que os resultados desta arma de combate às alterações climáticas, primeira razão para a aposta nos biocombustíveis, são limitados. A excepção é o etanol brasileiro que permite reduzir as emissões em 80 por cento quando comparado com os combustíveis fósseis. Já os que são produzidos a partir de cevada, beterraba sacarina ou óleos vegetais permitem uma poupança entre os 30 e os 60 por cento, enquanto o etanol a partir do milho (caso dos EUA) apresenta performances abaixo dos 30 por cento.
No total, se o apoio aos biocombustíveis se mantiver inalterado, a redução das emissões de gases com efeito de estufa por via do uso destes carburantes alternativos ascenderá a 0,8 por cento em 2015. Por tudo isto, o relatório incentiva os Governos a dar antes prioridade à poupança energética, sobretudo no sector dos transportes." (As hiperligações foram acrescentadas)

terça-feira, junho 17, 2008

"Metade dos países da OCDE tem água com poluição acima dos níveis normais"

Como noticia o Público Última Hora, "Cerca de metade dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) registam taxas de poluição da água superiores ao normal, devido a concentrações excessivas de adubo e pesticidas, revela um estudo hoje divulgado.
O relatório, intitulado 'Desempenho Ambiental da Agricultura nos Países da OCDE desde 1990' [Apenas disponível em Língua Inglesa], indica que 44 por cento do consumo de água se destina aos solos agrícolas. Num terço dos 30 países que fazem parte da OCDE, 30 por cento da água para a agricultura vem dos lençóis freáticos e em países como a Austrália, os Estados Unidos, a Grécia, a Itália e o México não é fácil mantê-los.
Segundo o relatório, a agricultura é uma 'importante' fonte de poluição em França, tanto para as águas de superfície como para os lençóis freáticos, sendo a situação mais preocupante no Norte e no Oeste do país. O reprocessamento destas águas contaminadas sai bastante caro aos poderes públicos, assinala o documento, citando o caso do Reino Unido, onde todos os anos há um orçamento de 345 milhões de euros para o efeito.
O relatório sublinha ainda que as ajudas públicas à irrigação podem impedir uma utilização racional da água. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico acrescenta que existem cada vez mais empresários a apostar em práticas agrícolas 'amigas do ambiente' e que as superfícies consagradas à agricultura biológica estão em forte progressão desde o início dos anos 90. Mesmo assim, elas ainda representam apenas dois por cento da superfície agrícola total dos países da OCDE." (As hiperligações foram acrescentadas)

sábado, maio 10, 2008

"Porto invoca salmão do Alasca"

Como refere o Expresso-Economia desta semana, "Os americanos apreciam o salmão do Alasca, as laranjas da Califórnia e as cerejas do Connecticut. Mas valorizam, acima de tudo, a genuinidade dos produtos e a autenticidade dos rótulos. O Instituto do Vinho do Porto e Douro (IVPD) quer que as autoridades percebam que utilizar um rótulo de Port com uvas da Califórnia é como cmprar salmão do Alasca pescado ao largo de Matosinhos.
A partir de um estudo que reconhece que os consumidores enaltecem a verdade do rótulo e não querem ser enganados com falsas indicações, a aliança europeia que junta o Porto, Champanhe e Xerez quer pressionar os decisores políticos a protegerem as denominações de origem. Nesta sua cruzada, as três regiões vinícolas beneficiam do apoio de quatro congéneres americanas, em especial Napa Valley, que participam em acções conjuntas.
O mercado americano 'é especialmente sensível e preocupante por combinar um enorme potencial de procura com a produção de vinhos de características semelhantes aos europeus', diz Jorge Monteiro, presidente do IVDP. Os Estados Unidos representam 6%, em volume, e 9%, em valor, das exportações de vinho do Porto.
No âmbito do 'Wine Accord' de 2006, entre a União Europeia e os Estados Unidos, o mercado americano encara os mais históricos vinhos europeus como meras designações semigenéricas, sem direito a protecção de origem. É por isso vulgar tropeçar em garrafas de Port e Champanhe produzidos com uvas da Califórnia. Por isso, as três regiões aliaram-se no Centre for Wine Origins, um fórum que combina lóbi com divulgação, visando sensibilizar o Congresso americano para a urgência de impor legislação restritiva e terminar de vez com as falsas indicações de origem. A mensagem que a Wine Origins quer passar é clara: ''As leis em vigor nos EUA não protegem os interesses dos consumidores'. Jorge Monteiro verifica que a visão dos políticos 'não é coincidente com a dos consumidores e agentes económicos americanos'. A actual política, acusa, 'só favorece as grandes companhias de bebidas'. [...]" (As hiperligações foram acrescentadas)

segunda-feira, janeiro 14, 2008

"OGM: Washington suspende temporariamente processo na OMC contra a União Europeia"

O Público Última Hora noticia que "As autoridades norte-americanas anunciaram hoje que suspenderam, temporariamente, o processo que iniciaram na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a União Europeia sobre os organismos geneticamente modificados (OGM).
'Chegámos a acordo com a UE sobre a suspensão durante um período limitado do processo, a nosso pedido, na OMC (...) para dar à UE a possibilidade de fazer progressos significativos sobre a autorização dos produtos das biotecnologias', informaram os serviços da representação americana no Comércio (USTR), em comunicado divulgado em Washington.
'A União Europeia compromete-se a tomar decisões sobre biotecnologias, com base científica e sem mais atrasos, e é do interesse das duas partes que a UE cumpra os seus compromissos', explicaram."
Este texto pode ser lido na íntegra.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

"Espécie de grama pode produzir etanol, indica estudo"

"A erva de nome científico Panicum vigartum mostrou-se fonte muito mais promissora do que se tinha inicialmente imaginado na produção de etanol, revelaram pesquisadores dos Estados Unidos em estudo publicado na revista 'PNAS' nesta terça-feira.
A erva de cor azul-esverdeada brilhante, da família das gramíneas, tem capacidade de crescer facilmente. Ela permite que se obtenha 5,4 vezes mais energia (540%) do que o necessário para cultivá-la e produzir etanol, explicaram os bioquímicos da Universidade de Nebraska.
Em estimativas anteriores, baseadas em campos de cultivos experimentais menores, os cientistas conseguiram chegar a um rendimento energético líquido de 3,43 vezes (343%).
Este rendimento médio, definido como a relação entre a energia restituída sobre a energia não renovável utilizada, é comparável ao obtido com o milho, principal cultivo a partir do qual os Estados Unidos produzem seu etanol.
Por outro lado, a cana-de-açúcar, especialidade brasileira na obtenção do etanol rende oito vezes mais energia do que a necessária para produzi-la."
Leia a notícia completa em
Folha Online.

sábado, novembro 03, 2007

"Harrison Ford critica política ambiental do Governo dos EUA"

"O ator Harrison Ford criticou, em declarações à Efe, a passividade dos Estados Unidos diante da mudança climática, e afirmou que o Governo de George W. Bush 'não fez droga nenhuma pelo meio ambiente'.
O ator americano falou à Efe após participar do evento beneficente 'Forças para a mudança', organizado pela associação ambientalista Conservation International (CI).
Harrison Ford, membro ativo da CI há 15 anos, disse que os atuais governantes estão falhando 'na hora de tratar este tema, sem enfrentar a comunidade empresarial nem se comprometer no esforço pela conservação ambiental'.
[...]
O evento de ontem à noite em Washington, para arrecadar fundos, contou com a presença de senadores, congressistas e outros políticos, como o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, pré-candidato republicano à Presidência dos EUA.
A CI desenvolve programas de conservação ambiental em 45 países, mas mantém uma relação especial com a América Latina devido à ligação da mudança climática com o desmatamento.
[...]
Para Bloomberg, a mudança climática requer 'ações' e 'políticas verdes' por parte de democratas e republicanos. Ele defendeu que o Governo dos Estados Unidos atue no problema ambiental.
[...]
Outros participantes do evento concordaram que os candidatos às eleições presidenciais de 2008 têm se esquecido do problema durante a sua campanha."
Leia a notícia completa em Yahoo! Notícias.

sábado, junho 30, 2007

"Bananas: Washington pede à OMC para analisar importações da UE"

O AgroNotícias dá conta que "Os Estados Unidos pediram a arbitragem da Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre o regime de importações de bananas da União Europeia (UE), indicaram hoje os serviços da Representante norte-americana para o Comércio.
Os Estados Unidos pediram a constituição de um grupo de peritos da OMC para examinar se o regime de importações de bananas da UE viola as obrigações assumidas com a organização multilateral, precisou a representante norte-americana em comunicado.
Os Estados Unidos procuram saber se o regime de importações europeu não lesa os produtores de bananas dos países da América Latina, em violação do compromisso assumido perante a OMC, precisa o comunicado.
Washington segue assim os passos do Equador, que apresentara queixa na OMC contra a União Europeia em Novembro."

segunda-feira, junho 18, 2007

"UE e Estados Unidos chegam a acordo para reduzir poluição dos aviões"

O Público Última Hora relata também que "A Comissão Europeia e a Administração americana da Aviação Civil (FAA, sigla em inglês), anunciaram hoje no salão de aeronáutica de Bourget, perto de Paris, uma iniciativa comum para reduzir as emissões poluentes, chamada AIRE.
A iniciativa AIRE (Atlantic Interoperability Initiative to Reduce Emissions) surge no âmbito de um acordo de cooperação entre a Comissão e a FAA para coordenar os programas de modernização do controlo aéreo: SESAR do lado europeu e Nextgen do lado americano.
Marion Blakey, administradora da FAA, e Jacques Barrot, vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelos Transportes, indicaram que o plano de acção transatlântico visa 'optimizar os tempos de espera' e tentar reduzir as emissões de gases e o ruído durante a fase de aterragem.
Os dirigentes de companhias americanas como a Delta e Federal Express, ou das europeias SAS já realizaram experiências com sucesso nos aeroportos de Atlanta, Louisville e Estocolmo. Os testes de 'bons procedimentos' vão generalizar-se nos dois lados do Atlântico nos próximos meses.
'Devemos conseguir tirar as conclusões e formalizar melhor os nossos acordos, talvez no próximo ano', disse Barrot. 'Estamos no bom caminho, (...) isto pode tornar-se um modelo', garantiu Blakey.
Barrot lembrou que a Comissão decidiu, na semana passada, apoiar os esforços de investigação realizados pelos profissionais do transporte aéreo no programa Cleansky, com 800 milhões de euros, ou seja, o mesmo montante que os profissionais."

Nota: para mais desenvolvimentos sobre esta matéria, vide o correspondente Comunicado da Sala de Imprensa da U.E., apenas distribuído nas Línguas Inglesa, Francesa e Alemã.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Polêmica questiona a segurança dos alimentos orgânicos

Tudo começou com um lote de espinafre. Em setembro de 2006, hortaliças contaminadas por uma variação da bactéria E.Coli --consagrada inimiga da saúde pública por representar risco de morte-- mandaram para o hospital vários norte-americanos. Os relatos incluem uma morte e mais de 50 casos de falência renal. Do rótulo do alimento, brotou a polêmica: o fabricante era conhecido por comercializar alimentos orgânicos.
O episódio deixou a FDA (agência federal norte-americana que fiscaliza alimentos e medicamentos) de orelha em pé e semeou desconfiança em relação à segurança do consumo de alimentos cultivados sem defensivos agrícolas. Estariam mais expostos a riscos de contaminação por microorganismos nocivos à saúde? Lá fora, a maior certificadora dos Estados Unidos se apressou em declarar que o espinafre contaminado não era orgânico. Ao não-uso de agrotóxico, esse modo de cultivo soma métodos de baixo impacto ambiental, isenção de componentes transgênicos e processamento sem aditivos que trazem riscos à saúde humana. Por aqui, produtores e certificadoras que integram um mercado em expansão fazem coro para que seus produtos não sejam atingidos pela má fama estrangeira de "sujinhos". "O risco de contaminação existe para todo mundo. Cabe ao produtor certificado combatê-lo. Já tivemos produtores que perderam o certificado porque ofereciam poucas condições de higiene", diz Alexandre Harkaly, presidente do IBD (Instituto Biodinâmico), que certifica produtos orgânicos.
Engenheira agrônoma da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo), Luciana Di Ciero enfatiza que "agricultura sem praga é impossível". Para ela, as hortas orgânicas têm mais chance de serem contaminadas do que as que recorrem ao defensivo agrícola. "O esterco precisa ser manipulado da forma correta, senão facilita a proliferação de bactérias patogênicas", diz. Harkaly rebate: "A agricultura convencional usa esterco também. Plantações orgânicas têm controle de pragas: há herbicidas e inseticidas naturais, rotação de cultivos em que o prévio afasta as pragas do seguinte e plantas que se ajudam. Cultivar orgânico não é largar na natureza sem cuidar". De qualquer modo, vale aprender que orgânico não é sinônimo de comida mais limpa. "Nem mais, nem menos", enfatiza Harkaly. Portanto, nada de relaxar na lavagem da alface só porque ela é certificada. Como qualquer alimento cultivado com agrotóxico, esses produtos requerem higienização.

Fonte: Folha de São Paulo.