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terça-feira, julho 19, 2016

D.O. de la Unión Europea: Registro del Café de Valdesia (DOP) - República Dominicana



REGLAMENTO DE EJECUCIÓN (UE) 2016/1043 DE LA COMISIÓN, de 15 de junio de 2016, por el que se inscribe una denominación en el Registro de Denominaciones de Origen Protegidas y de Indicaciones Geográficas Protegidas

Café de Valdesia (DOP)

El «Café de Valdesia» está constituido por el fruto del cafeto (Coffea arabica L.), cultivado bajo sombra a partir de las variedades typica y caturra, provenientes de la zona delimitada que comprende las principales zonas cafetaleras de las provincias dominicanas de Ocoa, Peravia y San Cristóbal, y que cumpla los requisitos específicos que se ha establecido.

El café calificado puede presentarse comercialmente como café verde (también conocido como café oro), café tostado en grano y café tostado molido.

El café oro se caracteriza, desde una perspectiva física, por su granulometría, pues como mínimo el 75 % del peso de los granos debe quedar sobre la malla 17 y no más de un 5 % por debajo de la malla 16. Debe proceder el 100 % de cosecha nueva, y conservar el característico color verde grisáceo homogéneo. Su densidad aparente ha de ser igual o superior a los 675 g/l (gramos por litro) y el nivel de humedad debe oscilar entre 10,0 % y 11,5 %.

Debe resaltarse igualmente que la preparación del producto puede presentar hasta un máximo de 22 defectos por muestra de 350 g y no más de 1 defecto primario.


quinta-feira, agosto 14, 2008

"AdC arquiva processos sobre contratos de café no Horeca"

Segundo o DinheiroDigital, "A Autoridade da Concorrência arquivou diversos processos contra-ordenacionais que envolviam as empresas Nestlé Portugal, Delta Cafés, Nutricafés e Segafredo Zanetti, depois de impostas alterações aos contratos tipos de fornecimento de café em vigor no canal Horeca.
De acordo com uma nota da Concorrência divulgada na quarta-feira, uma investigação efectuada pela AdC concluiu pela existência de cláusulas de não concorrência nos contratos tipo de fornecimento de café no denominado canal Horeca (Hotéis, Restaurantes, Cafés e Similares), em particular devido ao carácter indeterminado no período de vigência e exclusividade nos contratos. Estes aspectos, considerados 'resolutivos', constituem factores de restrição da concorrência. Ora, a AdC 'arquivou os processos, mediante a alteração dos contratos', refere a nota do organismo regulador.
Entre outras condições impostas pela Concorrência e que foram aceites pelos fornecedores investigados, as empresas visadas nos processos assumiram o compromisso de alterar os contratos – por carta a todos os clientes – cujos acordos estavam em vigência há mais de cinco anos." (As hiperligações foram acrescentadas)

segunda-feira, novembro 27, 2006

"Angola reeleita para dirigir Organização Inter-africana do café"

A AngolaPress noticia que "Angola foi reeleita para o 3º mandato no posto de secretário-geral da Organização Inter-Africana do Café, que é exercido pela angolana Josefa Saco, durante a 46ª Sessão da Assembleia geral, realizada de 20 a 23 deste mês, em Addis Abeba, Etiópia.
Segundo uma nota de imprensa proveniente da Embaixada de Angola na Etiópia, o 3º mandato assume um carácter excepcional e decorre da boa prestação daquele quadro angolano e da atenção que o Governo angolano tem prestado à organização.
O ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Gilberto Buta Lutukuta, e o embaixador na Etiópia e União Africana, Manuel Augusto, estiveram presentes no acto de reeleição de Angola.
Integram a organização Inter-Africana do Café, cuja sede é em Abidjan, Côte d'Ivoire, 25 estados africanos produtores de café."

domingo, fevereiro 12, 2006

"Café: OIC prevê que Brasil terá em estoque de 9 mi/sacas em abril"

"Relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC) estima que os estoques do grão no Brasil serão de cerca de 9 milhões de sacas em abril próximo. Desse total, 6 milhões de sacas estão em mãos de cooperativas e do setor privado e 3 milhões de sacas são do governo.
O levantamento tem como base o estoque em abril de 2005 (17,5 milhões de sacas), das quais 13 milhões de sacas eram da iniciativa privada e 4,5 milhões de sacas do governo. Com a produção de 2005/06 (cerca de 33 milhões de sacas), o País tinha disponível em 2005 50,5 milhões de sacas. Mas o Brasil exportou no ano passado perto de 26 milhões de sacas, além de ter consumido internamente 15,5 milhões de sacas, totalizando demanda de 41,5 milhões de sacas.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que no período 2005/06 o Brasil tinha estoque inicial de 12,039 milhões de sacas, produziu 36,1 milhões de sacas e deve encerrar o ano-agrícola, em julho, com estoque de 9,709 milhões de sacas.
Segundo o relatório da OIC, o estoque em países importadores era de 20,9 milhões de sacas em dezembro passado.
A OIC estima, ainda, que a produção mundial de café em 2006/07 deve ficar entre 120 milhões e 122 milhões de sacas, considerando principalmente a produção brasileira projetada entre 40,43 milhões e 43,58 milhões de sacas (estimativa da Conab de dezembro). No período 2005/06, a produção está prevista em 107 milhões de sacas. No entanto, transtornos, como a alta do petróleo e problemas de infra-estrutura e logística em países exportadores, prejudicaram a oferta do produto.
O consumo mundial em 2005 está estimado em 116 milhões de sacas ante 115,2 milhões de sacas em 2004, representando elevação de 0,69%. Os preço composto da OIC segue firme. No mês passado, a cotação oscilou entre 92,59 cents e 105,37 cents, em comparação com 82,75 cents e 92,67 cents em dezembro de 2005."
Fonte:
Estadao.com.br.

sábado, novembro 12, 2005

EUA querem vender café do Brasil à Colômbia

Os Estados Unidos venderão à Colômbia café de origem brasileira ou vietnamita se for aprovada uma proposta que o país colocou na mesa de negociações do Tratado de Livre Comércio (TLC), do qual também participam Equador e Peru, informou a imprensa neste sábado.
Na mesa, se discute quais os produtos podem ou não se beneficiar da eliminação das tarifas alfandegárias, pelos quais os negociadores recorrem à origem do produto. Se na elaboração do produto local está presente matéria-prima ou insumos de outros países, os colombianos propõem que se imponham limites ou se rejeite que este entre no mercado sem pagar o imposto alfandegário. Os americanos argumentaram que o fato de o grão ser processado no país lhe daria condições de originalidade. "Os Estados Unidos sustentam que não importa de que país estejam importando o grão, pois a origem americana se daria no processamento nas companhias situadas em seu território", sustentou o jornal El Tiempo. Por sua vez, a comissão negociadora colombiana insiste que os Estados Unidos reconheçam a denominação de origem do café colombiano, ou seja, que a venda de café seja atrelada ao local de onde o grão é proveniente. Colômbia, Equador e Peru esperam que o tratado com os Estados Unidos entre em vigor antes de dezembro de 2006, quando vencem as preferências alfandegárias cedidas por Washington em compensação pela luta contra o narcotráfico. (Fonte: AFP)

domingo, outubro 09, 2005

Greenpeace reivindica rótulo de óleo com soja transgênica

Manifestantes da organização não-governamental Greenpeace estiveram hoje na Câmara para reivindicar a rotulagem especial de embalagens de óleos de soja fabricados com grãos transgênicos. Segundo o Greenpeace, as marcas que lideram o mercado de óleo de cozinha no País não trazem, no rótulo, a indicação de que usaram a soja geneticamente modificada na composição do produto. Os ativistas foram recebidos no salão Verde no início da tarde pelos deputados João Alfredo (CE) e Fernando Gabeira (PV-RJ), e entregaram um dossiê informando que dois fabricantes de óleos de soja utilizam matéria-prima transgênica - Cargill e Bunge. Para chamar a atenção dos parlamentares, os manifestantes trouxeram carrinhos de compras contendo esses produtos, que necessitariam de rótulo informando ao consumidor sobre sua composição.
Confira os desenvolvimentos no De lege agraria nova extensa.

sexta-feira, outubro 07, 2005

"Nestlé lança café solúvel com etiqueta de comércio justo"

O Diário Económico informa que "A multinacional suíça Nestlé lançou no mercado britânico um café solúvel com a etiqueta de comércio justo o que representa uma alteração na sua estratégia, refere a edição de hoje do Financial Times.
O produto tem o nome 'Partner's Blend' e na etiqueta pode ler-se 'café que ajuda os agricultores, as suas comunidades e o meio ambiente'.
Até agora, a Nestlé defendia que pagar aos agricultores valores acima do mercado podia contribuir para um excesso de produção e afectar os preços. Segundo Fiona Kendrick, da Divisão de Bebidas da multinacional da área da alimentação, a decisão foi avançada após a verificação de que os consumidores estão cada vez mais a favor do comércio justo.
O café 'Partner's Blend' é obtido do café arábica de alta qualidade oriundo de Etiópia e El Salvador e o seu preço de comercialização situa-se na gama mais alta dos cafés solúveis distribuídos pela Nestlé.
O café do comércio justo é certificado pela Fundação do Comércio Justo que fixa preços mínimos garantidos, superiores ao mercado, para os agricultores de todo o mundo."

quarta-feira, outubro 05, 2005

Exportação de Café (Brasil)

Os exportadores brasileiros de café ganharam mais tempo para realizar as operações de venda no mercado futuro. A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior editou portaria ampliando de 12 para 18 meses o prazo do registro de pré-embarque do café para o mercado externo.
Segundo informações da assessoria de comunicação do Ministério da Agricultura, a ampliação do prazo de registro do pré-embarque de café vai dar mais liberdade para os exportadores vender o produto nas bolsas de mercadorias. De acordo com dados do Departamento do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia, o Brasil exportou cerca de 17,4 milhões de sacas de janeiro a agosto deste ano, o que representou US$ 1,91 bilhão. O volume mensal dos embarques é de pouco mais de 2,15 milhões de sacas. (Fonte: Investnews)