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quinta-feira, maio 14, 2020

OS CONTORNOS DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO ÂMBITO DO SISTEMA JURÍDICO MULTILATERAL DE COMÉRCIO

[THE SHAPE OF FOOD SECURITY UNDER THE MULTILATERAL TRADING LEGAL SYSTEM]

Mariagrazia Alabrese.


Resumo:

Apesar do grande esforço da comunidade internacional, a falta de segurança alimentar persiste e piorou nos últimos anos. Entre os múltiplos elementos que podem afetar a segurança alimentar, o comércio na agricultura desempenha um papel significativo em termos positivos e negativos. Considerando a segurança alimentar no sistema multilateral de comércio, uma das questões mais importantes é o próprio conceito de segurança alimentar adotado pelas partes negociadoras. Esse conceito corresponde à definição mais utilizada em nível internacional, ou seja, a definição da FAO? O fórum da Organização Mundial do Comércio apresentou uma noção clara e consistente de segurança alimentar? Este artigo discute o conceito de segurança alimentar proveniente do sistema legal da OMC, examinando as regras do Acordo sobre Agricultura relevante e levando em conta o atual processo de reforma. Palavras-chave: Segurança alimentar; Acordo da OMC sobre Agricultura; regras excepcionais; Direito à alimentação.

Abstract:

Despite great effort by the international community, a lack of food security persists and has even worsened in the last few years. Amongst the multiple elements that can affect food security, trade in agriculture plays a significant role both in positive and negative terms. Considering food security under the multilateral trading system, one of the most important issues is the very concept of food security as adopted by the negotiating parties. Does it match the most commonly used definition at an international level, i.e. the FAO’s definition? Has the World Trade Organization forum come up with a clear and consistent notion of food security? This article discusses the concept of food security emerging from the WTO legal system, examining the rules of the relevant Agreement on Agriculture and taking into account the current reform process. Keywords: Food security; WTO Agreement on Agriculture; Exceptional rules; Right to food.

Vol. 43 (2019) ISSN 0101-7187

segunda-feira, agosto 08, 2016

Boletín de bibliografía (alimentación y consumo) nº 89/2016



Págs.

2 Agricultura ecológica

3 Argentina

3 Biotecnología

4 China

5 Comercio internacional

6 Comportamiento y percepción del consumidor

8 Denominaciones de origen y otras indicaciones geográficas

8 EE.UU.

9 Entomofagia

11 Etiquetado e información del consumidor

13 Fraudes

14 Grecia

15 Irradiación

16 OMC

17 Pérdidas y desperdicio de alimentos

18 Publicidad y promoción de ventas

19 Salud y bienestar animal

20 Seguridad alimentaria (disponibilidad de alimentos)

22 Seguridad e inocuidad de los alimentos

24 TTIP (Asociación Transatlántica para el Comercio y la Inversión)

25 De nuestros archivos…

25 Blogs y redes sociales

27 Libros y otros documentos


Consultar:https://www.researchgate.net/publication/305711109_Boletin_de_bibliografia_alimentacion_y_consumo_n_892016?showFulltext=1&linkId=579b53a108ae80bf6ea33bd3


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sexta-feira, fevereiro 03, 2012

Rio+20 discute a criação de uma "OMC ambiental"

Está crescendo a ideia de se criar uma agência ambiental nas Nações Unidas nos moldes da Organização Mundial do Comércio, a OMC, ou da Organização Mundial do Trabalho, a OIT. A proposta de nascimento da World Environment Organization (WEA) é da União Europeia, vem sendo desenhada pela França e Alemanha, e pode ser um dos grandes feitos da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável em junho, no Rio.
 Mais de cem países apoiam o fortalecimento do Pnuma, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep, na sigla em inglês). O Pnuma seria o embrião natural de uma agência ambiental nova. Vários países sugerem a criação da WEA ou de órgão similar. O surgimento da agência poderia ser forte chamariz para atrair grande número de líderes para a Rio+20 e garantir o êxito do evento.
Mas a criação da Organização Mundial do Meio Ambiente (OMMA, na sigla em português) tem forte opositores. Os Estados Unidos não querem nem ouvir falar dela. Historicamente, os EUA costumam não aceitar acordos ou organizações internacionais que possa interferir em suas próprias decisões internas. E a resistência americana é um grande obstáculo à ideia. Ironicamente, mas por razões outras, os EUA estão alinhados nesta oposição com Venezuela, Cuba e Bolívia. Os latinos temem que uma agência do gênero sirva para encobrir ações comerciais protecionistas de países ricos.
O Brasil vê a ideia com reservas, mas não é totalmente contrário. Na ótica do governo, a proposta fortalece apenas o "pilar ambiental" do desenvolvimento sustentável. Representantes brasileiros vêm lembrando nos últimos dias que a Rio+20 é uma conferência de desenvolvimento sustentável com três vertentes - ambiental, econômica e social. E repetem que ela tem por tema central "a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza". Favorecer apenas o ambiente "é uma obsessão europeia", diz uma fonte do governo brasileiro sobre tornar o Pnuma um tipo de "OMC ambiental".
"A menos que se fortaleça o ambiente, não haverá desenvolvimento econômico e social no mundo", rebate o representante de um governo europeu.
O Pnuma foi criado há 40 anos, tem sede em Nairóbi, no Quênia, e 1.130 funcionários. Seus relatórios são referência ambiental no mundo. No Pnuma, a valorização de ativos ambientais deixou de ser uma abstração. O diretor-executivo, Achim Steiner, diz, por exemplo, que uma floresta no Quênia fornece água para uma dúzia de bacias hidrográficas, umidade para a indústria do chá e estoca carbono - e que isso representa U$ 1,5 bilhão ao ano para a economia do país.
Mas sua força política é restrita. O órgão tem menos de 60 países-membros e vive de contribuições voluntárias. O orçamento, inferior a US$ 100 milhões anuais, é bancado principalmente pelo Japão, Reino Unido, países nórdicos e outros europeus. Mas, quando ministros do meio ambiente se reúnem e decidem, por exemplo, reduzir a fabricação de determinado produto químico em 10% para tornar o mundo menos poluente, a decisão tem que ir para a Assembleia Geral da ONU e pode ser vetada. "Aí vai para o lixo", diz um funcionário da ONU. "Mas, se ministros da Saúde se reúnem na OMS (a Organização Mundial da Saúde) e tomam uma decisão, vira lei internacional."
A reforma institucional defendida pelo Brasil é de estabelecer participação universal no Pnuma e tornar obrigatória a contribuição dos países. O Brasil quer ainda mudanças em outra parte da ONU: que o Conselho Econômico e Social (Ecosoc), órgão no alto do organograma da ONU, mas que nunca decolou, incorpore o meio ambiente e se torne um Conselho de Desenvolvimento Sustentável.
Mas os negociadores brasileiros aceitariam a agência ambiental, dependendo de seu perfil, diz uma fonte. "E se a parte, na ONU, do desenvolvimento sustentável fosse sólida". Isso significa, na ótica brasileira, que Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio teriam que estar neste quebra-cabeças institucional. "Desenvolvimento sustentável tem que ser paradigma de todos os órgãos da ONU, principalmente dos econômicos", diz um negociador.
FONTE: Valor Econômico, de 02/02/2012, reportagem de Daniela Chiaretti.

sexta-feira, março 19, 2010

"La UE y Argentina alcanzan una solución en el caso OMC sobre Organismos Genéticamente Modificados"

Según la Sala de Pensa de la U.E., "La Unión Europea y Argentina ha firmado en el día de hoy en Buenos Aires una solución final a la controversia OMC que Argentina inició contra la UE en Mayo de 2003 en relación a la aplicación de su legislación sobre productos derivados de la biotecnología. La solución mutuamente convenida establece un diálogo continuado sobre asuntos de interés mutuo relativos a la biotecnología aplicada a la agricultura. La UE y Argentina notificarán esta solución al Órgano de Solución de Diferencias de la OMC como una solución mutuamente convenida. El 15 de julio de 2009. Canadá y la UE acordaron una solución de la controversia iniciada por Canadá contra la UE sobre la misma cuestión.
El Comisario de la UE para el Comercio Karel De Gucht declaró: 'Esta es la segunda solución convenida en relación al caso OMC sobre OGMs. Esto constituye ciertamente un reconocimiento tanto por Canadá como Argentina, así como la UE, de que la mejor estrategia en relación a este asunto tan complejo es un diálogo continuado. Espero que los Estados Unidos, como único demandante en la actualidad en esta controversia, lleguen pronto a la misma conclusión'."

Esta Nota de Prensa está diponible en texto integral.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Brasil prepara contencioso contra carregamento de lixo do Reino Unido

Brasília planeja prestar queixa contra o Reino Unido em função da exportação ilegal de 1.400 toneladas de lixo, erroneamente classificado como plástico reciclável. A reclamação será apresentada perante o mecanismo de solução de disputas da Convenção da Basileia – tratado que regula o transporte transfronteiriço de resíduos perigosos. O Brasil também estuda a possibilidade de requisitar consultas com o Reino Unido perante o Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Íntegra da notícia aqui.
Fonte: ICTSD, International Centre for Trade and Sustainable Development.

terça-feira, julho 21, 2009

"Brasil pressionado a importar pneus"

Segundo notícia publicada na edição de hoje (21.07.2009) do Jornal Zero Hora, o Brasil estaria sendo pressionado pela Organização Mundial do Comércio e a União Europeia a importar pneus usados. Conforme consta na matéria:
"A Europa ataca a decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir a importação de pneus usados e alerta que a medida no Brasil não é suficiente para dar por encerrada a disputa em relação ao comércio do produto. Ontem, na Organização Mundial do Comércio (OMC), a União Europeia (UE) criticou o Brasil, pediu abertura indiscriminada do mercado e rejeitou a tese de que os pneus usados são 'lixo ambiental'.
A UE conseguiu em 2008 que a OMC condenasse a forma pela qual o Brasil aplicava restrições à entrada de pneus usados no país. Alegando questões ambientais, o governo bania a importação de pneus usados da Europa, mas permitia o comércio no Mercosul. Além disso, liminares eram dadas pela Justiça".

Link para o
texto original.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Sumario del n° 6 (2008) de EFFLR


En el último número de EFFLR se han publicado, entre otros, los siguientes artículos:
  • Marco Bronckers and Ravi Soopramanien, "The Impact of WTO Law on European Food Regulation". (no abstract available)
  • Jean Savigny and Leticia Lizardo, "Risk Communication to the Public- Responsibilities to Stakeholders". (no abstract available)
  • Christian Hauer, "Using the Designation 'Parmesan' for Hard Cheese (Grated Cheese) of Non-Italian Origin". (no abstract available)
  • Peter Dévényi, "The Good, the Bad and the Ugly – the three Faces of the Act on Pálinka in Hungary in the Light of better Regulation". (no abstract available)
  • Bernd Haber und Sieglinde Stähle, "Nanotechnology in Foods – Fact or Fiction?"? (abstract: http://www.lexxion. eu/effl/current_ issue.php )
  • Barbara Klaus and Alfred Hagen Meyer, "The Liability of the Distributors in the Event of Infringements of Food Law – Case involving Lidl Italia: the Judgments of the European > Court of Justice and the 'Giudice di Pace' of Monselice, Italy". (abstract: http://www.lexxion. eu/effl/current_ issue.php )
Para más información: http://www.lexxion.de/effl/index.html

segunda-feira, dezembro 22, 2008

"Carne bovino: UE reabre queixa na OMC contra EUA e Canadá"

O Dinheiro Digital noticia que "A União Europeia (UE) decidiu reabrir a queixa na Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os Estados Unidos e o Canadá sobre uma antiga contenda relacionada com a exportação de carne de bovino com hormonas, foi hoje divulgado.
'Estamos convencidos que a nossa legislação sobre as hormonas está totalmente em conformidade com as regras da OMC: as restrições sobre a carne de bovino tratada com hormonas são fundamentadas em conhecimentos científicos sólidos que comprovam os riscos para a saúde do homem', argumentou a UE, em comunicado.
A União Europeia já tinha apresentado o caso à OMC, considerando, na altura, ilegais as sanções impostas pelos Estados Unidos e Canadá sobre algumas exportações europeias, em retaliação à proibição de importação de carne de bovino no espaço comunitário.
A queixa foi rejeitada então pela Organização Mundial de Comércio, que admitiu, em Outubro último, que o caso precisava de ser reavaliado."

domingo, dezembro 14, 2008

I Congreso de Sociología de la Alimentación


El Comité de Investigación en Sociología de la Alimentación de la Federación Española de Sociología, y el Departamento de Sociología de la Universidad de Oviedo, organizan el I Congreso de Sociología de la Alimentación, bajo el lema Hábitos alimentarios, consumo y salud, que tendrá lugar en Gijón (España) los días 28 y 29 de mayo de 2009.

El Congreso pretende situar en el centro del debate la mirada de las Ciencias Sociales sobre los cambios alimentarios, y se plantea desde una perspectiva multidisciplinar y abierta. Las propuestas de comunicación deberán enviarse antes del 30 de enero de 2009, desde la página http://sociologiadelaalimentacion.es/ , donde encontrarán toda la información sobre el Congreso.

Véase también:
http://revistasociologiaalimentacion.googlepages.com/notires3.doc

segunda-feira, novembro 03, 2008

UE: la Comisión lanza una consulta sobre la calidad de los productos agrícolas


La Comisión Europea ha decidido abrir un proceso de reflexión sobre una eventual revisión del marco político y regulador que permite preservar y promover la calidad de los productos agrícolas y, a fin de iniciar una amplia consulta para determinar si los instrumentos existentes son adecuados o pueden mejorarse y para decidir qué nuevas iniciativas pueden adoptarse, ha publicado el "Libro Verde sobre la calidad de los productos agrícolas: normas de comercialización, requisitos de producción y regímenes de calidad".



quarta-feira, outubro 01, 2008

UE: Revista de Derecho Alimentario n° 38 (2008)

Entre los artículos y comentarios publicados en el n° 38 de la Revista de Derecho Alimentario (2008) destacan los siguientes:

• EFSA lanza una advertencia a la industria: Hay que presentar solicitudes suficientemente documentadas sobre el uso de declaraciones de salud

• EFSA analiza modelos de perfiles nutricionales

• Opinión: La jurisprudencia del Tribunal de Justicia de las Comunidades Europeas relativa a las definiciones de medicamento y complemento alimenticio
.
• Doctrina: Alergia a alimentos: El Real Decreto 1245/2008 establece excepciones al etiquetado obligatorio

• Jurisprudencia del TJCE: Interpretación del artículo 8.1(b) del Reglamento n° 40/94 sobre la marca comunitaria: inexistencia de riesgo de confusión
.
Se incluyen también, como es habitual, las siguientes secciones:
  • El Derecho alimentario en el “Diario Oficial de la Unión Europea”
  • Bibliografía reciente: artículos de revista, libros, etc.

terça-feira, setembro 30, 2008

Curso: Sistemas de Gestión en Seguridad Alimentaria


Curso: Sistemas de Gestión en Seguridad Alimentaria
28 y 29 de octubre de 2008

Lugar de realización e Inscripciones:

ainia, centro tecnológico
Departamento de Formación
Parque Tecnológico de Valencia (España)
c/ Benjamín Franklin, nº 5-11
E-46980 Paterna – Valencia
tel.: 96 305 25 11 // 96 136 60 90
fax.:96 131 80 08

e-mail:
pseligra@ainia.es

Fuente:
http://aibadaredeco.googlepages.com/cursosseminariosyotrasactividadesdeformacion

terça-feira, setembro 23, 2008

"UE solicita novas consultas na OMC sobre o regime de impostos que é aplicado na Índia ao vinho e às bebidas espirituosas"

De acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "A União Europeia vai solicitar hoje [ontem] a realização de consultas com a Índia no âmbito da Organização Mundial do Comércio sobre o regime fiscal aplicável por este país ao vinho e às bebidas espirituosas. Este pedido de consultas surge na sequência da realização em 2007 de um painel da OMC semelhante, sobre a mesma questão, que havia sido suspenso por a Índia ter decidido alterar alguns elementos da sua legislação. As novas consultas visam levar a Índia a esclarecer como a sua legislação fiscal e outras medidas de acesso ao mercado aplicáveis ao vinho e às bebidas espirituosas são aplicadas nos Estados de Goa, Maharashtra e Tamil Nadu. Estes Estados da União Indiana encontram-se entre os principais mercados da Índia para este tipo de produtos."

Este Comunicado apenas foi distribuído em Língua Inglesa.

UE: Trazabilidad y etiquetado de los organismos modificados genéticamente


Informe de la Comisión al Consejo y al Parlamento Europeo sobre la aplicación del Reglamento (CE) n° 1830/2003 relativo a la trazabilidad y al etiquetado de organismos modificados genéticamente y a la trazabilidad de los alimentos y piensos producidos a partir de estos, y por el que se modifica la Directiva 2001/18/CE [documento COM(2008) 560 final]

Consultar en:
http://www.cc.cec/sg_vista/cgi-bin/repository/getdoc/COMM_PDF_COM_2008_0560_F_ES_RAPPORT.pdf

quarta-feira, setembro 17, 2008

"Comissão propõe indicação obrigatória da origem na rotulagem para os azeites virgem e extravirgem

Também de acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "Os Estados-membros discutiram hoje um anteprojecto da Comissão Europeia destinado a introduzir uma indicação obrigatória da origem para os azeites virgens e extravirgens. A normativa vigente desde 2002 estabeleceu uma indicação opcional para estes azeites, mas tal revelou-se insuficiente para evitar que os consumidores fossem induzidos em erro sobre as verdadeiras características e origem de certos produtos. Como resulta das tradições agrícolas e das práticas locais de extracção e de mistura, tais azeites podem ter sabores e qualidades muito diferentes, dependendo da sua origem geográfica. Consequentemente, a Comissão entende propor uma indicação obrigatória da origem para os azeites virgens e extravirgens na rotulagem. Assim, os azeites oriundos de apenas um país levarão o nome do país de origem. As misturas serão rotuladas ou como 'mistura de azeites da Comunidade' ou como 'mistura de azeites sem ser da Comunidade' ou ainda como 'mistura de azeites da Comunidade e sem ser da Comunidade', ou indicações equivalentes. Certos termos, descrevendo as características organolépticas relativas ao sabor e/ou ao aroma dos azeites virgens e extravirgens foram recentemente definidas pelo Conselho Oleícola Internacional e pretende-se que esses termos também possam ser usados nos rótulos. Na sequência do debate de hoje, a Comissão pretende o notificar o Comité OTC (Obstáculos Técnicos ao Comércio) da Organização Mundial do Comércio relativamente ao anteprojecto, um procedimento que comporta um período de 60 dias para comentários. Uma votação sobre o anteprojecto é esperada para o final de 2009. Se adoptadas, as novas regras aplicar-se-ão a partir de 1 de Julho de 2009." (As hiperligações foram acrescentadas)

sábado, setembro 13, 2008

European Food and Feed Law Review: Vol. 3 n° 4 (2008)


En el último número de EFFLR se han publicado, entre otros, los siguientes artículos:

• Alfred Hagen Meyer: Friction on the Internal Market demonstrated by the Example of the Enrichment of Foodstuffs - abstract: http://www.lexxion. eu/effl/issues/ 408/abstracts/ abstract- 1.htm

• Ina Gerstberger: The Proposal for a revised Novel Food Regulation – An Improvement for the Worse? (no abstract available)

• Pedro Díaz Peralta y Arturo Anadón: International Principles on Offences under Food Law and Legal Uncertainty. Liability and State Responsibility - abstract: http://www.lexxion. eu/effl/issues/ 408/abstracts/ abstract- 3.htm

• Otto Hospes: Overcoming Barriers to the Impleçmentation of the Right to Food - abstract: http://www.lexxion. eu/effl/issues/ 408/abstracts/ abstract- 4.htm

Para más información: http://www.lexxion.de/effl/index.html

terça-feira, agosto 05, 2008

Revista de Derecho Alimentario n° 37 (2008)

Entre los articulos y comentarios publicados en el nº 37 de la Revista de Derecho Alimentario (2008) destacan los siguientes:

• La Comisión Europea propone un perfil nutricional específico para ciertos alimentos

• La Comisión Europea podría reconsiderar su postura sobre etiquetado de origen

• Opinión: Reglamento (CE) n° 479/2008: comunitarización ma non troppo de las denominaciones de origen de los vinos
.
• Doctrina: Dinamarca logra evitar la transposición de la Directiva 2006/52/CE por lo que se refiere a la adición de nitritos a los productos cárnicos

• Jurisprudencia del TJCE: Interpretación del Reglamento (CEE) n° 866/90 relativo a las condiciones de transformación y comercialización de los productos agrícolas
.
Se incluyen también, como es habitual, las siguientes secciones:
  • El Derecho alimentario en el “Diario Oficial de la Unión Europea”
  • Bibliografía reciente: artículos de revista, libros, etc.

segunda-feira, julho 28, 2008

"UE / OMC: Países ACP ameaçam bloquear negociações se não for aceite proposta nas importações de bananas da UE"

Segundo o AgroNotícias, "Os países de África-Caraíbas-Pacífico (ACP) ameaçaram hoje bloquear o conjunto das negociações na Organização Mundial do Comércio se não forem satisfeitas as suas pretensões relativas às importações de bananas da União Europeia.
'Vamos bloquear a negociação se a nossa última contra-proposta não for aceite', alertou o ministro do Comércio dos Camarões, Luc Magloire Mbarga Atangana, porta-voz dos ACP para os assuntos relacionados com a banana.
No fim-de-semana, a União Europeia e a América Latina chegaram a acordo acerca do fim da 'guerra da banana' que se prolongou entre as duas partes por 25 anos. Este acordo prevê a redução do direito alfandegário europeu sobre a banana para 114 euros por tonelada em 2016 contra os actuais 176 euros.
Os ACP, cujas exportações de banana entram na União Europeia sem pagar direitos alfandegários, não aceitam este prazo, defendendo que não lhes permite adaptar a produção à concorrência dos países latino-americanos." (As hiperligações foram acrescentadas)