Mostrando postagens com marcador Paraguay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paraguay. Mostrar todas as postagens

sábado, fevereiro 17, 2018

EU-MERCOSUR trade agreement: finding winners products for Paraguay



Víctor Enciso Cano y otros

Revista de la Facultad de Ciencias Agrarias. Universidad Nacional de Cuyo
Vol.49 Nº 2, 2017

ABSTRACT

The European Union (EU) and the Southern Common Market (MERCOSUR) have been negotiating a Regional Association Agreement (RAA) since the mid-nineties. This paper aims to identify products at the level of sub-headings of the Harmonized System which would benefit from the signing of the agreement. The methodology used trade indicators combined with trade statistics from 2010 to 2012. A total of 61 subheadings were identified with potential to increase its exports to the EU with the agreement. At first glance they reproduced the traditional pattern of exports from the MERCOSUR countries, a high concentration in agrifood products due to high exported value of one product. When this product was not considered an important number of manufactures were identified as having potential to increase their exports to the EU. This finding showed a potential to decrease the dependence on primary or raw material exports. The paper focused on tariffs; therefore, further research on non-tariff measures for market access is a must.

Keywords: EU; MERCOSUR; Paraguay; Trade indicators; Agrifood


sábado, outubro 25, 2008

"Lugo quer terras de brasileiros para reforma agrária"

"O governo do Paraguai anunciou neste sábado a compra de 22 mil hectares de terrenos para grupos de sem-terra que ameaçam realizar ocupações em massa de fazendas para reivindicar a reforma agrária, inclusive propriedades de brasileiros.
O chefe de Gabinete da Presidência, Miguel López Perito, disse em entrevista coletiva que serão adquiridos terrenos para 1,8 mil famílias no departamento de San Pedro (centro), onde os sem-terra permanecem mobilizados.
As ocupações de fazendas reivindicadas de reforma agrária aumentaram nessa região após a posse do atual presidente do Paraguai, Fernando Lugo, em 15 de agosto.
Alguns dos movimentos sem-terra ameaçaram inclusive expulsar de suas propriedades os brasiguaios, como são conhecidos os produtores brasileiros, principalmente de soja.
Perito disse que parte dos terrenos que o governo adquirirá será comprada de fazendeiros brasileiros. Além disso, Lugo anunciou que os órgãos de segurança protegerão a próxima colheita de soja perante o aumento das ameaças de invasões de fazendas por parte de grupos sem-terra, informou hoje a imprensa local.
'A lei será aplicada a todos, sejam grandes ou pequenos proprietários, empresários e pequenos produtores', expressou o presidente paraguaio, que destacou que, a partir da próxima semana, será aumentado o contingente de policiais que foram enviados a San Pedro para proteger as estâncias."
Fonte: Portal Terra.

domingo, junho 15, 2008

A mobilização dos sem-terra no Paraguai

Segundo o Jornal Zero Hora (edição de 15.06.2008), “de 350 mil no total, os sem-terra paraguaios mobilizados são 150 mil, prontos para as invasões”.
“O Paraguai é o quarto maior produtor de soja do mundo (atrás de EUA, Brasil e Argentina). Foram 7 milhões de toneladas na última safra - e 60% dos produtores são brasiguaios”.
“Pesquisa da Mesa Coordenadora Nacional das Organizações Camponesas (MCNOC) indica que 77% das terras férteis estão nas mãos de 1% dos proprietários e que 351 fazendeiros são donos de 9,7 milhões de hectares. Ao mesmo tempo, 25% dos paraguaios (1,5 milhão de pessoas) vivem em situação de pobreza, entre os quais 350 mil sem-terra. Nota da Organização de Luta pela Terra (OLT), entidade ligada à MCNOC, pede ‘terra paraguaia para os paraguaios’. O objetivo: ‘Recuperar nosso território’”.

Veja a íntegra da notícia.
Na mesma edição de Zero Hora, foi divulgada entrevista com Mauro Cáceres, líder sem-terra paraguaio, e com Aparecido Donizete da Silva, agricultor Gaúcho no Paraguai.

domingo, janeiro 28, 2007

"Paraguai decreta alerta sanitário devido a suspeita de aftosa na Bolívia"

"As autoridades paraguaias decretaram hoje alerta sanitário na região do Chaco paraguaio, na fronteira com a Bolívia, devido à detecção de possíveis casos de febre aftosa no país vizinho.
O diretor-executivo do Serviço Nacional de Controle e Saúde Animal (Senacsa), Hugo Corrales, disse que o organismo declarou o alerta na localidade de Infante Rivarola (Chaco), 700 quilômetros a noroeste de Assunção, devido a indícios de um foco de aftosa na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra.
'É uma suspeita que pode ser confirmada ou desmentida nas próximas horas, mas, de qualquer forma, determinamos a instalação de uma barreira de controle sanitário em Infante Rivarola, que está a cerca de 300 quilômetros de Santa Cruz de la Sierra', explicou."

sábado, setembro 09, 2006

Seminario


Seminario:
"Actualidad de los Tratados Regionales y Bilaterales en el Mercosur, con énfasis en el Ambiente"
Del 11 al 14 de Septiembre de 2006
Tribunal Permanente de Revisión del Mercosur
Asunción, Paraguay

Fonte:
elDial.com.

segunda-feira, abril 10, 2006

Brasil e outros cinco países pretendem pedir ajuda ao BID para combater aftosa

O combate conjunto à febre aftosa pelos países integrantes do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) poderá contar com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O Conselho Agropecuário do Sul é formado pelo Brasil, Bolívia, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. A articulação para eliminar definitivamente a doença foi um dos principais temas da reunião do Conselho Agropecuário do Sul, realizada ontem (segunda) e prosseguirá nesta terça, em Brasília.
O encontro ocorre paralelamente à 2ª Conferência Internacional sobre Rastreabilidade de Produtos Agropecuários. Após a abertura da conferência, o ministro brasileiro destacou que a parceria entre os países do conselho também será importante para evitar a entrada de novas doenças na região, como a gripe aviária. Os representantes dos seis governos no CAS devem discutir também a questão das disputas comerciais na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Fonte: Agência Brasil. No mesmo sentido, comunicado divulgado pelo Ministério da Agricultura.

terça-feira, janeiro 31, 2006

"Paraguai quer 4 milhões de doses de antiaftosa do Brasil"

"O Governo do Paraguai quer que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento [do Brasil] libere a compra de quatro milhões de doses de vacinas contra a febre aftosa para dar continuidade à atual campanha de imunização. A meta é vacinar dez milhões de cabeças em todo o país até março.
O pedido foi feito aos representantes do Centro Pan-americano de Febre Aftosa (Panaftosa) e ao Grupo Internacional para a Erradicação da Febre Atosa (Giefa), integrados também por brasileiros e norte-americanos, durante reunião na sexta-feira em Assunção."
Leia a notícia completa em Correio do Estado.

quarta-feira, novembro 02, 2005

Brasil e Paraguai terão comissão única para controlar aftosa

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados vai propor a criação de uma comissão de fiscalização e controle com membros do Parlamento do Brasil e do Paraguai para ajustar os acordos sanitários.
Segundo o presidente da Comissão, deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO), a nova comissão também buscaria soluções para os casos de febre aftosa registrados na região de fronteira entre os dois países.

Este assunto é desenvolvido no De lege agraria extensa.

sábado, outubro 29, 2005

Camex discute impactos da febre aftosa (Brasil)

BRASÍLIA, 27 de outubro de 2005 - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) discutirá em sua reunião de hoje, entre outros assunto, o impacto da febre aftosa sobre as exportações brasileiras. Os pedidos de salvaguardas contra a China feito por alguns setores também estão na pauta da reunião. Além de Colômbia e Romênia, que confirmaram ontem seus embargos, os seguintes países também anunciaram restrições comerciais às carnes brasileiras: África do Sul, Argentina, Bolívia, Chile, Cingapura, Cuba, Egito, Indonésia, Israel, Moçambique, Namíbia, Noruega, Paraguai, Peru, Rússia, Suíça Ucrânia, União Européia - 25 países - e Uruguai.
Participam da reunião os ministros da Fazenda, Antônio Palocci; das Relações Exteriores, Celso Amorim; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto. (Fonte: Investnews)

quarta-feira, outubro 19, 2005

"Defeito na vacina pode ter causado aftosa no Brasil"

"Uma falha no processo de imunização do gado no Mato Grosso do Sul, Estado que abriga o maior rebanho bovino do país, pode ter propiciado o aparecimento da febre aftosa nos animais de propriedades nos municípios de Eldorado e Japorã, informou o principal centro de pesquisa da doença nas Américas.
O vírus da aftosa ainda está presente em várias regiões na América do Sul, como é o caso da fronteira entre o Brasil e o Paraguai, e qualquer problema nos processos de vacinação dos rebanhos nestas regiões pode levar a um reaparecimento da doença, afirmou em entrevista à Reuters o chileno Eduardo Correa, diretor do Panaftosa (Centro Panamericano de Aftosa), órgão da Organização Mundial de Saúde sediado no Rio de Janeiro e responsável pela pesquisa da doença do Canadá à Argentina.
'É possível que tenha sido uma falha de imunização', disse Correa, sobre os novos focos da doença, que estão levando ao sacrifício de aproximadamente 5.100 animais no sul do Mato Grosso do Sul e que provocaram um embargo, total ou parcial, de mais de 30 países à carne bovina do Brasil, maior exportador mundial do produto.
Exportadores e entidades do setor produtivo estimam que o País possa registrar um prejuízo, em vendas perdidas, de aproximadamente US$ 1 bilhão." (Fonte: Reuters)
Leia a notícia completa em Invertia.