vineri, iunie 02, 2006

"Desenvolvimento rural: Governo à espera do 'sim' de Bruxelas"

Como dá conta um artigo do jornalista Miguel Pacheco, publicado no Diário Económico de hoje, "Competitividade e mercado, duas ideias que para Jaime Silva estão na base da decisão de avançar com a modulação. 'Temos um problema de coesão territorial, que resulta de muitas explorações não serem competitivas e temos, com este plafonamento, uma oportunidade para dar sustentabilidade aos sectores que são realmente competitivos.'
A decisão, apesar do impacto que terá no sector, acompanha aquela que tem sido a filosofia do ministro, o mais criticado dos últimos anos no sector agrícola.
'A prioridade são os sectores das hortofrutícolas, do azeite, da vinha e da floresta, os sectores que são realmente competitivos.' Quanto ao resto, 'nada disto é novo e já tenho dito às confederações que esta é a última oportunidade – os últimos anos do próximo QCA'. Até 2013, Portugal receberá cerca de 500 milhões de euros/ano para o desenvolvimento rural em média, aos quais se poderão acrescentar mais 50 milhões/ano quando o novo regime de modulação for aprovado. Nos próximos meses, garante o ministro, a mensagem do Governo em Bruxelas será só uma: 'queremos margem de manobra e vou sensibilizar os eurodeputados dos vários grupos para este fim.'"
Este texto está acessível na íntegra.

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