"Omnium rerum ex quibus aliquid acquitur nihil est agricultura melius, nihil uberius, nihil dulcius, nihil homine, nihil libero dignius." Marcus Tullius Cicero. In: De officiis, I. 150-152.
segunda-feira, março 23, 2020
Seguridad alimentaria en China
Joan Mier Albert
sábado, junho 23, 2018
📚 Boletín de referencias bibliográficas (Alimentación y Consumo) nº 111/2008
Artículos de revista
Índice:
Pág.
2 Acuicultura
3 Alimentación infantil
3 Alimentos ecológicos
5 Anisakis
6 Automatización
7 Biotecnología
8 China
10 Comportamiento y percepción del consumidor
10 Consumo colaborativo
11 Contaminación
13 Cualidades de los alimentos
14 Denominaciones de origen y otras indicaciones geográficas, marcas de calidad, etc.
14 Envases y embalajes
16 Etiquetado e información del consumidor
17 Fraudes
18 México
19 Pérdidas y desperdicio de alimentos
21 Políticas agroalimentarias
22 Publicidad y promoción de ventas
23 Salud y bienestar animal
24 Seguridad e inocuidad de los alimentos
25 Venta por Internet
25 Vino y otras bebidas alcohólicas
27 De nuestros archivos…
27 Blogs y redes sociales
23 Libros y otros documentos
Consultar: https://www.researchgate.net/publication/325606768_Boletin_n_111_2018_Referencias_bibliograficas_Alimentacion_y_Consumo
o
https://app.box.com/s/9jhioq12c36xxw1l9dqple171v3madf4
segunda-feira, fevereiro 27, 2017
Bibliografía: Sociología y Derecho del consumo y de la alimentación, nº 37/2017
quarta-feira, fevereiro 22, 2017
● Sebastián Torres Ledezma, “Impactos sectoriales en Uruguay de la firma de un tratado de libre comercio entre el Mercosur y China”
[Free trade agreement between China and Mercosur: an analysis of the impact on the Uruguayan economy]
sábado, dezembro 31, 2016
En Linkedin...
● Food Label Community [8.170 miembros] - “Food Labeling”: https://www.linkedin.com/groups/3452458/3452458-6221017113113436164
segunda-feira, julho 11, 2016
Blogs y redes sociales
● TreeHugger - “Denmark launches funding to fight food waste”: http://www.treehugger.com/environmental-policy/denmark-launches-funding-fight-food-waste.html
quinta-feira, junho 16, 2016
De nuestros archivos...
segunda-feira, setembro 10, 2012
Derecho alimentario: noticias

EFSA* 10 years on - Independent report says Authority delivering on all fronts, outlines recommendations for further progress
Research has revealed the areas in smoked fish processing plants most vulnerable to contamination by the hostile microbe Listeria monocytogenes.
sábado, dezembro 11, 2010
Cúpula de Cancún surpreende na reta final e toma decisões sobre clima
quinta-feira, julho 29, 2010
Basic acusa falta de compromisso de desenvolvidos contra mudança climática
RIO DE JANEIRO - Em reunião no Rio de Janeiro, os ministros do Meio Ambiente de Brasil, África do Sul, Índia e China, países que formam o grupo Basic, apontaram na última segunda-feira que a falta de compromisso das nações desenvolvidas é uma das causas do fracasso das negociações sobre as mudanças climáticas.
Após o fracasso da cúpula em Copenhague sobre aquecimento global, no final do ano passado, os ministros se mostraram realistas sobre as possibilidades de chegarem a um acordo para combater a mudança climática.
"Será difícil alcançar um acordo satisfatório para todos e a razão é a incapacidade dos países desenvolvidos de especificar seu compromisso econômico com os acordos ambientais", disse Jairam Ramesh, ministro do Meio Ambiente da Índia. O ministro indiano afirmou que, dos US$ 30 bilhões prometidos pelos países desenvolvidos em Copenhague e que seriam destinados a ajudar os países mais pobres de forma imediata para combater os efeitos da mudança climática, apenas US$ 6 bilhões foram realmente desembolsados.
A IV Reunião Ministerial do Basic terminou na segunda no Rio de Janeiro sem um acordo para definir uma estratégia comum na redução da emissão de gases que agravam o efeito estufa.
Durante quatro dias, especialistas e negociadores dos quatro países debateram propostas para adotar uma atuação conjunta na luta contra o aquecimento global, mas admitiram que não avançaram o suficiente. Os quatro representantes ressaltaram que as reuniões desses países "fazem parte de um processo" que ficará definido na próxima cúpula das Nações Unidas sobre a mudança climática, que acontecerá de 29 de novembro a 10 de dezembro, em Cancún, no México.
A equidade foi uma das principais questões tratadas pelos países do Basic, que defende a necessidade de tratar o problema do aquecimento global de uma perspectiva igualitária, que equipare os países desenvolvidos aos em desenvolvimento.
Nesse sentido, os quatro ministros concordaram em que os primeiros devem reforçar sua agenda ambiental para alcançar um acordo comum, sem obstaculizar o desenvolvimento dos países emergentes.
"Participaremos de um acordo internacional, mas não em um acordo que deixe de lado as expectativas de progresso dos países em vias de desenvolvimento", afirmou Ramesh, que disse que o acordo definido na cúpula em Cancún "não pode ser ditado por um determinado grupo de nações".
Por sua parte, a ministra do Meio Ambiente brasileira, Izabella Teixeira, disse que, apesar da falta de acordos específicos, a reunião no Rio representou "um avanço", pela participação de especialistas e negociadores na reunião. "Avançamos em termos técnicos e foram definidas estratégias comuns", disse Teixeira, que acrescentou que o grupo de trabalho também tratou a questão das emissões de dióxido de carbono "com uma base científica".
Fonte: Estadão.
quarta-feira, julho 21, 2010
Crédito de carbono: mercado em alta
Economia Verde
Por Júlio Santos, da Agência Ambiente Energia - O Conselho Executivo das Organizações das Nações Unidas (ONU) totalizou, no mês de maio, 2.171 projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), resultado que gera, por ano, 357 milhões em créditos de carbono. Segundo informações do Unep Risoe Centre, de 1º de maio deste ano, a China continua na liderança, como 820 registros, seguida da Índia (502), Brasil (171) e Mèxico (120).
Ainda de acordo com o Unep, estes quatro países respondem por 74% dos projetos de MDL, gerando cerca de 285 mihões de RCEs (Reduções Certificadas de Emissões), por ano. O país asiático fica com 60% das RCEs. Na soma de projetos em validação, em processo de registro e registrados, a China chegou à marca de 2.055 projeto, vindo depois a Índia (1.280), o Brasil (352) e o México (166).
O setor energético está na frente em números de projetos brasileiros registrados, com 86. A atividade de redução de gás metano tem 69 projetos, subdivididos em suinocultura (41), aterro sanitário (26) e emissões fugitivas (2). Segundo o boletim, 49% dos projetos de MDL do Brasil estão na região Sudeste, com São Paulo na liderança.
Em termos percentuais, a distribuição mostra que o segmento de energia renovável representa 51,4%, vindo depois a atividade de redução de CH4 (40,4%), redução de HFCs, PFCs e N2O (4,1%), substituição de combustível fóssil (2,9%) e eficiência energética (1,2%).
Veja a íntegra do Boletim do Escritório do Carbono, edição nº 19, de maio de 2010.
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Maiores poluidores do mundo não querem discutir suas metas em Copenhague
Os EUA, que junto com a China são responsáveis por 40% das emissões globais de carbono, têm recebido críticas pela demora em aprovar seu pacote climático, previsto para 2010 e sem o qual será muito difícil obter um avanço real nas negociações para alcançar um novo acordo vinculativo sobre o clima que substitua o Protocolo de Kyoto.
Os países em desenvolvimento estão sendo pressionados a assumir a responsabilidade por medidas que tomam para combater as mudanças climáticas, através do que a ONU descreve como ações "mensuráveis, reportáveis e verificáveis" (MRV).
Sem metas
Um novo esboço de um acordo internacional para deter o aquecimento global apresentado hoje em Copenhague não contém nenhuma menção a metas de cortes de emissões de gás carbônico nem ao financiamento de medidas de combate às mudanças climáticas. O novo rascunho traz referências de um texto anterior, divulgado na sexta-feira, com uma banda de metas de emissões, mas diz que os detalhes "ainda precisam ser elaborados".
Fonte: UOL - com informações das agências Lusa, Reuters e France Presse, consultado em 15/12/2009.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Proposta conjunta de combate ao aquecimento global de Brasil, China, Índia e África do Sul
Fonte: Agência Estado, de 02/12/2009, reportagem de Fernanda Fava.
quarta-feira, abril 08, 2009
"Bruxelas revitaliza aquacultura"
A UE é o terceiro produtor mundial de peixe. Na aquacultura, Bruxelas afirma-se como líder na investigação e no respeito pelas regras do meio ambiente. Razões que aponta para o bloqueio do sector que tem como grandes produtores a China, a Índia ou a Indonésia, que não prevêem o equilíbrio ambiental, diz a CE.
Bruxelas vê oportunidade de negócio na área de actividade que emprega cerca de 65 mil pessoas a tempo inteiro em toda a UE, um número que pode aumentar se o sector se tornar mais 'competitivo' e a área de produção for 'melhor planificada', conduzindo à diminuição das importações de algumas espécies.
A comunicação que a Comissão apresentará hoje - 'Construir um futuro sustentável para a aquacultura' - vai substituir a estratégia em vigor desde 2002. Com ela, a UE pretende incentivar a competitividade através do apoio tecnológico e à investigação, para que este beneficie do espaço de cultivo que necessita e ganhe relevo em termos de planificação nacional. Com o apoio financeiro, Bruxelas não quer deixar cair a protecção ambiental e incentiva este aspecto como imagem de marca. Diminuir a burocracia no acesso à actividade e promovê-la como área de investimento e criação de emprego é outro dos objectivos.
A aquacultura europeia produz 1,3 milhões de toneladas de peixe por ano, ou seja, 18% do total de produção das pescas, segundo dados de 2005. Os maiores produtores de peixes na UE são a França, a Espanha, a Itália e o Reino Unido. Portugal destaca-se no cultivo de moluscos, dourada e robalo."
sábado, fevereiro 28, 2009
"China: Pequim aprovou uma lei sobre a segurança alimentar"
A lei estava em preparação desde Outubro do ano passado, depois de conhecido o último grande escândalo, que envolve leite contaminado com melamina, que matou seis crianças e afectou mais 296.000 em toda a China.
'Esta lei prevê o estabelecimento de um sistema de controlo e supervisão, a criação de normas nacionais de segurança alimentar, um sistema de recurso e de sanções severas para com os infractores', indicou a Nova China.
A Nova China não revelou mais pormenores sobre o conteúdo da lei. No entanto, a agência oficial indicou quarta-feira que uma comissão única vai ser criada para se ocupar da segurança alimentar.
Até agora, a responsabilidade sobre segurança alimentar é partilhada entre várias administrações e esta comissão será colocada sob a autoridade directa do Conselho de Estado (governo), prosseguiu a agência oficial. O objectivo é 'reforçar o sistema de controlo alimentar, cujo fraco nível de eficácia é há muito tempo apresentado como a causa dos repetidos escândalos alimentares', sublinhou a Nova China.
Em Dezembro, três homens foram condenados à morte, um dos quais com pena suspensa, pela sua implicação no escândalo do leite contaminado." (A hiperconexão foi acrescentada)
segunda-feira, dezembro 15, 2008
Emergentes saem mais fortalecidos de Poznan
Leia a matéria na íntegra aqui.
quinta-feira, outubro 09, 2008
"UE: Redução fitossanitários pode encarecer alimentos até 70%"
O relatório do EuroCARE, apresentado hoje em Bruxelas pela associação das indústrias fitossanitárias, refere que se seguirem por diante as propostas do parlamento Europeu (PE) para regular o uso de pesticidas, o preço do trigo subiria entre 40 e 70%, enquanto o das batatas aumentaria entre 33 e 58%.
O estudo alude ao projecto da Comissão Europeia (CE) para limitar a utilização de fitossanitários, que deve ser aprovado conjuntamente pelos ministros da UE e pelo PE, que apresentou algumas emendas que estão em discussão. Segundo a mesma fonte, caso sejam aprovadas as modificações propostas pelo PE, os preços das matérias-primas poderão aumentar até 135%. O encarecimento do preço do cereal poderá fazer aumentar o pão em 0,11 euros, o leite em 0,04 euros por litro e o custo médio dos alimentos em 8%, adianta o trabalho da EuroCARE.
egundo um dos representantes do centro europeu, Marcel Adenauer, as restrições que a proposta prevê, unidas à actual situação mundial de falta de matérias-primas, faz supor que um menor uso de produtos fitossanitários fará encarecer o custo dos alimentos para os cidadãos.
Ainda segundo o relatório, a Europa converteu-se num importador de cereais, enquanto os Estados Unidos, México, China e Austrália aumentaram a produção, levando a que a agricultura da União Europeia perca competitividade.
Além disso, os representantes EuroCARE sublinharam que se a UE limitar o uso de fitossanitários, por exemplo nos seus frutos e verduras, sem dar alternativas, corre o risco de um aumento de importações de zonas como a China, onde o controlo de pesticidas é inferior e há mais tolerância." (A hiperligação foi acrescentada)
terça-feira, julho 15, 2008
"Guiné-Bissau: Governo quer travar abate árvores por chineses"
Segundo Bubacar Djassi, da Associação de Filhos da região de Tombali, os madeireiros chineses estão a proceder ao abate de árvores, nomeadamente 'pau de sangue', cujo nome científico é Pterocarpus erinaceus, em vastas zonas das densas florestas, algumas consideradas habitats naturais de várias espécies de animais.
'É triste o que os chineses estão a fazer às nossas florestas, derrubando árvores de grande porte, sobretudo o 'pau-de-sangue', sem que ninguém das autoridades faça alguma coisa para os obrigar a parar', disse Bubacar Djassi, afirmando que a população está revoltada e que admite 'tomar medidas contra os chineses'.
'Por exemplo, para derrubar uma árvore, os chineses são capazes de desmatar uma vasta área de cultivo ou de repouso dos animais. São centenas de hectares desmatados pelos chineses', afirmou Bubacar Djassi."
Este texto está acessível na íntegra.
terça-feira, maio 13, 2008
"Moçambique: Governo nega intenção de vender de terras à China"
Segundo o AgroNotícias, "O ministro moçambicano da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, negou ontem que o seu governo pretenda vender ou arrendar terras à China, para a prática de agricultura, reiterando que, em Moçambique, o solo é propriedade do Estado. Em causa está um artigo publicado na semana passada pela 'Revista Chinesa de Negócios Século XXI', segundo o qual Pequim estaria a negociar a compra e arrendamento terras no estrangeiro para a produção de cereais, dando como exemplo Moçambique.Falando à margem da reunião anual do Banco Africano para o Desenvolvimento, que decorre em Maputo, onde um grupo de peritos do Banco Agrícola da China apresentou hoje um quadro geral da experiência chinesa na reforma e financiamento do desenvolvimento rural, Cuereneia negou a existência de um contacto desta natureza entre os executivos de Pequim e Maputo. 'Não é verdade, porque a terra em Moçambique não se vende', disse à Lusa o titular da pasta da Planificação e Desenvolvimento de Moçambique.
A 'Revista Chinesa de Negócios Século XXI' citou Li Zhengdong, director do Departamento de Cooperação Internacional do Ministério da Agricultura, a garantir que 'em breve' um sector governamental responsável pela macropolítica de carácter estatal vai aprovar medidas concretas nesse sentido." (A imagem e as hiperligações foram acrescentadas)
quarta-feira, setembro 05, 2007
España: Informaciones contradictorias sobre la subida de los precios en alimentación

Por su parte, el sector productor de alimentos se reunirá con la ministra de Agricultura, Pesca y Alimentación, Elena Espinosa, en el curso del mes de septiembre para pedir "soluciones urgentes" a los altos costes de producción que han provocado el citado aumento de precios, que resulta evidente en alimentos básicos como el pan, el huevo, las carnes o la leche.
Este aumento de precios podría provocar un incremento del Índice de Precios de Consumo (IPC) de otoño, tal y como vaticinó el vicepresidente segundo y ministro de Economía y Hacienda del Gobierno español en una rueda de prensa celebrada recientemente.
Según parece, el encarecimiento de los costes de producción está afectando a productos básicos de la economía española que utilizan el cereal como materia prima y que suponen el 11% del IPC. Así, el precio del pollo subirá un 11% (entre 18 y 20 céntimos el kilo), el del pan un 5%, mientras que el precio del huevo ha subido ya un 12% en el mes de agosto y un 28% en tasa interanual.
Noticia facilitada por el Centro Europeo para el Derecho del Consumo






