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terça-feira, março 05, 2019

“Comida no comida: Un análisis del desperdicio de alimentos desde la agroecología"

Por Jordi Gascón en Observatorio de la Alimentación ODELA; ed. Polisemias de la alimentación: Salud, desperdicio, hambre y patrimonio (pp. 33-52). Barcelona: Edicions de la Universitat de Barcelona. 2019

Introducción: un problema de definición En 1943, Estados Unidos acababa de entrar en la Segunda Guerra Mundial. El esfuerzo de guerra comportó la reducción de capital y mano de obra destinada a la agricultura. Y sin embargo, el país se encontraba en la tesitura de alimentar a centenares de miles de soldados desperdigados por todo el mundo. Aún más, también a ejércitos y ciudadanos de otros territorios aliados cuya agricultura había quedado arrasada por el conflicto. Por primera vez, el desperdicio de alimentos apareció como un problema económico y social, casi una traición a la patria. Es en este contexto donde aparece la primera definición del fenómeno, elaborada por William Kling. 

Food waste [...] may thus be defined as a less than maximum use of nutrients for human consumption [...] Food waste is the destruction or deterioration of food or the use of crops, livestock and livestock products in ways which return relatively little human food value (Kling, 1943: 850).


sexta-feira, setembro 23, 2016

Agricultura sintrópica

Agricultura sintrópica: conheça um modelo de produção agrícola que propõe soluções para recuperar terras secas através da recuperação da biodiversidade, com menor uso de água e solo. 

sexta-feira, junho 10, 2016

Bioenergia

Pesquisadores da Universidade Politécnica de Madrid apontam os potenciais usos da biomassa residual da banana como uma importante fonte de bioenergia, para produção de etanol e eletricidade. 


(Do Portal DireitoAgrário.com - www.direitoagrario.com)

sexta-feira, junho 03, 2016

Mercado de produtos agrobiológicos

O aumento da demanda por produtos agrícolas que garantam bem-estar geral dos consumidores está aquecendo o mercado de produtos agrobiológicos, gerando novos fluxos de rendas aos produtores e influenciado as cadeias produtivas. 

Por conseqüência, tais mudanças acabam também influenciando as relações jurídicas decorrentes, merecendo especial atenção também por parte dos juristas. 


(Do Portal DireitoAgrário.com - clique na imagem e curta no Facebook)

terça-feira, setembro 04, 2012

Derecho alimentario de la UE: noticias

 
La Comisión Europea modifica las normas que atañen a las denominaciones de origen e indicaciones geográficas protegidas, los términos tradicionales, el etiquetado y la presentación de determinados productos vitivinícolas  

El pasado 29 de junio se publicó en el Diario Oficial de la Unión Europea el Reglamento de Ejecución (UE) nº 579/2012 de la Comisión Europea de 29 de junio de 2012 que modifica el Reglamento (CE) nº 607/2009 por el que se establecen determinadas disposiciones de aplicación del Reglamento (CE) nº 479/2008 del Consejo en lo que atañe a las denominaciones de origen e indicaciones geográficas protegidas, los términos tradicionales, el etiquetado y la presentación de determinados productos vitivinícolas que viene a establecer disposiciones sobre el etiquetado de los vinos elaborados total o parcialmente a partir de uvas de la cosecha de 2012 y años siguientes, y etiquetados después del 30 de junio de 2012. Según establece la propia norma, el Reglamento de ejecución (UE) nº 579/2012 entrará en vigor el tercer día siguiente al de su publicación en el Diario Oficial de la Unión Europea. 

Fuente: Boletín de AUTOCONTROL - Número 177 - Septiembre 2012
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Empresas de alimentación de Reino Unido y Holanda han solicitado al TJUE la anulación de la lista de declaraciones de propiedades saludables de los alimentos recientemente aprobada por la Comisión Europea  

Recientemente la Comisión Europea adoptó una lista de 222 declaraciones de propiedades saludables, basada en un asesoramiento científico sólido realizado por la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA), que marca un paso significativo en la aplicación del Reglamento (CE) 1924/2006 relativo a las declaraciones nutricionales y de propiedades saludables en los alimentos. Sin embargo, se ha conocido que los principales fabricantes de complementos alimenticios y alimentos saludables de Holanda y Reino Unido, han demandado a la Comisión Europea ante el Tribunal General de la Unión Europea, solicitando la anulación de la mencionada lista y la rectificación y elaboración del listado siguiendo el espíritu original del Reglamento (CE) 1924/2006. 

Fuente: Boletín de AUTOCONTROL - Número 177 - Septiembre 2012  

- o -

Denmark to drop fat tax and shelve sugar tax plans 

The Danish government has revealed plans to drop its tax on saturated fats, introduced in October 2011, and shelve plans to introduce a tax on sugar from January 2013.


- o – 

Organic produce is no healthier or nutritious, finds review 

Organic produce offers no benefits over conventional farming methods when it comes to nutrition and health, according to the findings of a new wide ranging review of the evidence.  

 
 
 
 
 
 
 
Mensaje enviado por revistaredeco@live.com
 
 
 

 


domingo, agosto 29, 2010

Amazônia: "Manejo florestal pode render mais que pecuária e cultivo de grãos, diz estudo"


"Levantamento feito por pesquisadores da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) para o Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor) aponta que, quando respeitadas as leis ambientais e trabalhistas, o manejo florestal é mais lucrativo que a pecuária extensiva e o cultivo de grãos na Amazônia.
De acordo com o professor Antônio Cordeiro, que coordenou o estudo, cada hectare (10 mil metros quadrados) de floresta amazônica pode render R$ 22,05 com manejo florestal por ano, em comparação com R$ 6,00 da pecuária e R$ 14,00 das lavoura de grãos. “A ideia é que as entidades financiadoras que não conhecem essa rentabilidade, disponibilizem linhas de crédito para a exploração florestal”, explica.
O manejo florestal consiste na exploração planejada e controlada da mata, de forma a permitir que se recupere, reduzindo o impacto ambiental. O estudo foi feito para orientar os processos de concessão de manejo em florestas públicas estaduais no Pará. O mercado local de madeira em tora foi usado como referência para estabelecer o preço da floresta em pé a ser manejada. O valor médio da madeira em pé foi estimado em R$ 27,20 por metro cúbico.
Cordeiro destaca que a pesquisa foi feita na região da Ilha do Marajó, nos municípios de Bagre, Chaves, Afuá, Portel e Juruti, que proporcionalmente tem menos madeiras nobres que outras partes do Pará, e que, ainda assim, o manejo se mostrou rentável. “Ali há alto índice de madeira branca, que tem menor valor e é muito usada para laminado e compensado”, explica.
A comparação com a agricultura e a pecuária foi feita considerando os custos de cumprir as leis ambientais e pagar os trabalhadores corretamente, o que muitas vezes não ocorre nessas atividades no Pará. Os casos de trabalho análogo ao escravo ou com remuneração abaixo da mínima, por exemplo, são comuns em algumas fazendas de gado. Sem cumprir a legislação, explica Cordeiro, a pecuária é mais rentável que o manejo, mas não é sustentável ambientalmente."

Reportagem de Dennis Barbosa Do Globo Amazônia (imagem divulgada na reportagem. Nasa/produção).

segunda-feira, maio 10, 2010

Código de Normas para la Producción Agropecuaria Orgánica del MERCOSUR

"El Parlamentario brasileño José Paulo Tóffano presentó una Propuesta de Recomendación mediante la cual se intentará crear un Código de Normas para la Producción Agropecuaria Orgánica del MERCOSUR.
Dicha Propuesta fue estudiada por la Comisión de Infraestructura, Transporte, Recursos Energéticos, Agricultura, Ganadería y Pesca del Parlamento del MERCOSUR, quien la envió nuevamente al Plenario con un Informe que recomienda su aprobación. 
La Propuesta se fundamenta en el creciente aumento de la producción agropecuaria orgánica en los Estados Partes del MERCOSUR, el valor agregado que una Certificación acreditada le confiere a los productos, garantizando así la expansión del mercado externo al bloque. Además la producción de alimentos orgánicos, por sus características, es adecuada al modelo familiar de agricultura. Considerando también que la producción de alimentos orgánicos colabora significativamente para la preservación del medio ambiente.
Esta consta de dos partes, una es la creación de un Código de Normas para la Producción Agropecuaria Orgánica del MERCOSUR, y se creará además, de acuerdo a éste Código, un sistema de Certificación “Sello Orgánico MERCOSUR” para los productos que justifiquen esa certificación. 
La Propuesta fue realizada por el Parlamentario José Paulo Tóffano y el miembro informante en la próxima Sesión Plenaria será el Parlamentario paraguayo Carlos Villalba". 



segunda-feira, abril 19, 2010

"Lavoura sustentável aumenta safra e lucro", diz estudo


"Estudo diz que agrobusiness não resolve problema da fome e que adoção de práticas ambientais na agricultura pode dobrar produção.

A produção agrícola baseada em padrões industriais e alimentos exportáveis (commodities) não colabora para combater a fome em vários países em desenvolvimento e frequentemente resulta em degradação ambiental, afirma um artigo publicado pelo CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), um órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro. Os autores do estudo defendem uma mudança de modelo, com incentivo para o que chamam de agricultura sustentável — baseada no conhecimento local e em técnicas de preservação.
Este pode ser um momento oportuno para rever os métodos tradicionais da 'revolução verde', como subsídios a fertilizantes e pesticidas, e explorar alternativas sustentáveis e de baixo custo que ajudem a conservar os recursos hídricos e da terra", defendem os pesquisadores Tuya Altangerel, do Escritório de Políticas para o Desenvolvimento, do PNUD, e o pesquisador Fernando Henao, da Universidade de Nova York, no texto Agricultura Sustentável: Uma saída para a pobreza de comida.
"A produção agrícola industrializada e a transformação de itens da cesta básica em commodities não ajudaram a aumentar o consumo de alimentos em muitos países em desenvolvimento, principalmente entre importadores de alimentos", afirmam os estudiosos. Já as práticas sustentáveis “são mais eficientes em desenvolver um sistema de produção resistente”.
Eles citam uma pesquisa feita com 12 milhões de pequenos produtores em 57 países em desenvolvimento, segundo a qual os lavradores que adotaram práticas sustentáveis — como gestão integrada de nutrição e pragas, armazenamento de água de chuva e cultivo mínimo do solo — viram a safra crescer, em média, 79%. O maior salto (mais de 120%) ocorreu em pequenas propriedades irrigadas e jardins urbanos e hortas.
Métodos de conservação, incluindo agricultura orgânica, podem atingir safra comparáveis às da agricultura industrial. Sustentadas ao longo do tempo, também geram lucros maiores e reduzem drasticamente o uso de pesticidas convencionais”, escrevem Tuya e Henao. Além disso, eles afirmam que as práticas sustentáveis asseguram ganhos ambientais e aumentam o valor nutricional dos alimentos.
No entanto, não é um caminho fácil. Adotar a agricultura sustentável requer intensa cooperação e construção de conhecimento em nível local. “Apesar de, inicialmente, isso poder elevar os custos, o lucro líquido em médio prazo ainda é maior do que na produção agrícola industrializada, principalmente se benefícios adicionais forem levados em consideração — como dinâmicas sociais fortalecidas, gerenciamento de recursos naturais locais e autossuficiência alimentar", ressaltam.
Na prática, seguir princípios sustentáveis pode ajudar as 100 milhões de pessoas que foram jogadas no universo da fome, em 2008, devido à crise econômica mundial. Os pesquisadores também veem um impacto positivo na vida de mulheres que comandam pequenas propriedades rurais, já que a adoção da agricultura sustentável pode melhorar o uso da terra em longo prazo, assim como a qualidade da alimentação da família". 

Imagem e  Notícia publicada pela PNUD Brasil - reportagem de Daniele Brant, da PrimaPagina (hiperligações já constantes no texto).

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

"Seleccionado novo logótipo para os produtos biológicos da UE"

A Sala de Imprensa da U.E. acaba de anunciar que "A Comissão Europeia anunciou hoje oficialmente o vencedor do concurso europeu do logótipo biológico. Ao longo dos últimos dois meses, cerca de 130 000 pessoas escolheram por voto electrónico o novo símbolo biológico, entre três finalistas. O projecto vencedor é da autoria de Dusan Milenkovic, estudante na Alemanha, que recebeu 63% do total de votos pelo seu desenho da 'Eurofolha'. A partir de 1 de Julho de 2010, o logótipo biológico da UE será obrigatório em todos os produtos biológicos pré-embalados produzidos em qualquer dos Estados-Membros e que respeitem as normas aplicáveis. Nos produtos importados será facultativo. Juntamente com o rótulo da UE, poderão figurar outros logótipos privados, regionais ou nacionais. O regulamento relativo à produção biológica será alterado dentro de algumas semanas, para incluir o novo logótipo num dos seus anexos.
'Rejubilo por dispormos já de um logótipo biológico para a União Europeia', declarou Mariann Fischer Boel, Comissária da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, de quem partira a proposta de um concurso para a selecção do logótipo. 'Este exercício valorizou o perfil dos alimentos biológicos. Temos agora um logótipo com o qual todos poderão identificar-se. O desenho é bonito e elegante. Espero poder comprar produtos portadores deste logótipo a partir de Julho próximo'.
O logótipo vencedor resultou de um concurso à escala europeia, facultado a estudantes de arte e design. Um júri de renome internacional apreciou os cerca de 3500 projectos concorrentes. Os três melhores logótipos foram então inseridos no sítio Web do concurso (www.ec.europa.eu/organic-logo) e sujeitos a uma votação em linha que terminou a 31 de Janeiro de 2010.
O desenho da 'Eurofolha' apresenta as estrelas da UE formando uma folha, em fundo verde. Trata-se de um símbolo simples e directo, com duas mensagens claras: Natureza e Europa.
Os três primeiros classificados serão galardoados pela Direcção-Geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, da Comissão Europeia , com prémios de 6000, 3500 e 2500 euros, numa cerimónia oficial a realizar em Bruxelas em Julho de 2010." (A imagem foi acrescentada)

Esta Nota foi também distribuída nas Línguas Espanhola e Italiana.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

"Comissão lança votação em linha para novo logótipo biológico da UE"

A Sala de Imprensa da U.E. relata que "A partir de hoje, a Direcção-Geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, da Comissão Europeia, convida todos os Europeus a exprimirem o seu voto na fase final do concurso para o logótipo biológico da UE. A votação será feita no sítio Web http://ec.europa.eu/agriculture/organic/logo/index.htm onde os três logótipos finais figurarão até 31 de Janeiro. O novo logótipo pretende reforçar a protecção dos consumidores e promover a agricultura biológica. Diversamente do logótipo actual, a sua aposição será obrigatória em todos os produtos biológicos pré-embalados originários dos 27 Estados-Membros e que cumpram as normas de rotulagem.
'Por meio desta votação em linha, a Comissão Europeia deseja assegurar que o novo logótipo agrade ao maior número de pessoas possível. Simultaneamente, este processo público de selecção contribui para um objectivo maior – realçar a importância do sector da agricultura biológica', declarou Mariann Fischer Boel, Comissária da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.
O novo logótipo tem de representar a União Europeia dentro e fora das suas fronteiras. Deve ser fácil de memorizar e de associar à UE e à agricultura biológica, sem recurso a palavras ou letras.
Para esta difícil tarefa, a Comissão Europeia contou com a participação de estudantes de design e arte de toda a Europa, lançando o concurso para o logótipo biológico da UE, que decorreu entre Abril e Junho de 2009. No total, 3422 futuros designers entregaram as suas inovadoras propostas. Terminada essa primeira fase, um júri constituído por pessoas de renome internacional passou à etapa seguinte do concurso, seleccionando os três logótipos finais."

Este Comunicado foi, também, distribuído, na íntegra, nas Línguas Portuguesa, Espanhola e Italiana.

domingo, novembro 08, 2009

Produtos orgânicos ganham selo

"O Ministério da Agricultura instituiu o selo único oficial para os produtos orgânicos. O selo só pode ser usado nos orgânicos produzidos em unidades credenciadas pelo ministério. A instrução normativa foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta, dia 6/11/2009.
A exceção da obrigatoriedade de certificação dos orgânicos vale para os produtos da agricultura familiar, que podem ser vendidos diretamente aos consumidores, desde que os agricultores estejam vinculados a uma organização de controle social (OCS).
O selo de certificação serve para dar ao consumidor a certeza de estar levando para casa um produto sem contaminação química. Os orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas, o que os torna mais saudáveis.
A agricultura orgânica busca criar ecossistemas mais equilibrados, preservando a biodiversidade, os ciclos e as atividades biológicas do solo. O agricultor orgânico se preocupa com a preservação do meio ambiente e não cultiva produtos transgênicos porque não quer arriscar a diversidade de variedades existentes na natureza.
De acordo com o Ministério da Agricultura, o selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo, da água e reciclagem de matéria orgânica".
Notícia publicada pelo Canal Rural (íntegra disponível aqui).

Sobre orgânicos:
www.prefiraorganicos.com.br (Site do Ministério da Agricultura)
Folder sobre orgânicos (Campanha do MAPA)
Legislação Brasileira sobre agricultura orgânica

segunda-feira, abril 27, 2009

"Comissão Europeia lança concurso para a criação do novo logótipo para produtos biológicos da UE"

Como dá conta a Sala de Imprensa da U.E., "Os alimentos biológicos ao encontro de um novo design: a Direcção-Geral Agricultura e Desenvolvimento Rural da Comissão Europeia convida todos os estudantes de design e de arte dos 27 Estados-Membros da UE a participar no concurso para a criação do novo logótipo Europeu para produtos biológicos. O logótipo vencedor será adoptado como o logótipo oficial para os produtos biológicos na União Europeia em Julho de 2010. Em vésperas do lançamento do concurso, Mariann Fischer Boel, Comissária Europeia responsável pela Agricultura e Desenvolvimento Rural, afirmou: 'O novo logótipo para produtos biológicos vai oferecer uma identidade para o sector biológico na União Europeia e ajudar a criar o mercado único, o que é uma boa notícia para produtores e consumidores.'
Com o objectivo de criar um logótipo Europeu para produtos biológicos, inteligente e criativo, a UE proporciona aos jovens talentos europeus a oportunidade de conceberem o design do logótipo, que será exibido em milhões de embalagens de produtos. O novo logótipo da UE para produtos biológicos será obrigatório para todos os produtos biológicos pré-embalados originários dos 27 Estados-Membros que cumpram as normas de rotulagem. Além disso, todos os produtos biológicos que não sejam previamente embalados e que sejam originários da UE, ou importados de países terceiros, podem usar o logótipo da UE voluntariamente."

Este Comunicado foi, também, distribuído, na íntegra, nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

sábado, abril 04, 2009

Coexistência entre cultiras geneticamente modificadas, agricultura convencional e biológica

De acordo com o Portal de Novidades sobre Agricultura da Comissão Européia, "A Comissão Européia publicou um novo relatório sobre as estratégias nacionais visando assegurar a coexistência das culturas geneticamente modificada e a agricultura convencional e biológica." Trata-se do documento IP/09/532, datado de 2 de abril de 2009. "No curso dos últimos anos, os Estados-Membros têm feito progressos consideráveis na elaboração de uma legislação relativa à coexistência. A publicação deste arcabolso legislativo tem coincidido com um aumento moderado da superfície cultivada consagrada às culturas geneticamente modificadas. A Comissão continuará a emitir recomendações concernentes às medidas técnicas de confinamento específico às diferentes culturas com os Estados-Membros e as partes interessadas. Este relatório contém as principais conclusões do segundo relatório da Comissão Européia sobre o tema."

Para ver o texto completo, aqui.

Maiores informações consultar esta página.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Brasil exportou 37 mil toneladas de orgânicos entre agosto de 2006 e setembro de 2008

"Produtos agrícolas cultivados sem defensivos químicos vêm ganhando o mercado brasileiro e conquistando outros países. Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento indicam que em 2008 mais de 13 mil produtores participaram de atividades de fomento à agricultura orgânica desenvolvidas pela pasta, com incentivo ao uso de insumos e processos adequados para a produção sem agrotóxicos.
Segundo informações do ministério, em 2007, as exportações de orgânicos somaram cerca de U$ 12 milhões. De janeiro a setembro de 2008, esse valor chegou a aproximadamente U$ 10 milhões".
"Entre agosto de 2006 e setembro do ano passado, o Brasil exportou 37 mil toneladas em produtos orgânicos. A Holanda foi o comprador que adquiriu a maior parcela desse total, 32%, seguida da Suécia, com 15%, e dos Estados Unidos e Reino Unido, com 12% e 7%, respectivamente. Ao todo, as exportações no período equivalem a uma receita de US$ 26,7 milhões. Mais da metade desse valor (56%) corresponde à venda da soja e seus derivados."

Fonte: Agência Brasil.

segunda-feira, novembro 03, 2008

UE: la Comisión lanza una consulta sobre la calidad de los productos agrícolas


La Comisión Europea ha decidido abrir un proceso de reflexión sobre una eventual revisión del marco político y regulador que permite preservar y promover la calidad de los productos agrícolas y, a fin de iniciar una amplia consulta para determinar si los instrumentos existentes son adecuados o pueden mejorarse y para decidir qué nuevas iniciativas pueden adoptarse, ha publicado el "Libro Verde sobre la calidad de los productos agrícolas: normas de comercialización, requisitos de producción y regímenes de calidad".



sexta-feira, julho 25, 2008

"Agricultura biológica: a Comissão Europeia lança uma nova campanha de promoção a favor da alimentação e da agricultura biológicas"

Segundo a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão lança hoje, na Feira agrícola de Libramont, na Bélgica, a nova campanha da União Europeia a favor da agricultura biológica. Sob o lema 'Agricultura biológica. Boa para a natureza, boa para nós', esta campanha de promoção destina-se a informar os consumidores sobre o significado e as vantagens da agricultura e da promoção alimentar biológicas. A mesma assenta na sensibilização dos consumidores relativamente aos produtos biológicos e no reconhecimento de estes produtos, dirigindo-se especialmente às crianças e aos jovens por forma a garantir o futuro do conceito 'biológico'.
'A procura dos consumidores por produtos biológicos está crescendo, o que abre novas oportunidades de negócio para todos os sectores da cadeia de produção alimentar. Ao lançar esta campanha, sob o lema 'Agricultura biológica. Boa para a natureza, boa para nós', apelo a todos os interessados no sentido de aproveitarem esta iniciativa para promover o conceito de agricultura biológica', declarou Mariann Fischer Boel, Comissária Europeia da Agricultura e do Desenvolvimento Rural." (A imagem e as hiperligações foram acrescentadas)

Este Comunicado apenas foi distribuído nas Línguas Francesa, Inglesa, Alemã e Neerlandesa.

quinta-feira, julho 24, 2008

"A UE contribui com 45,7 Milhões de € para a promoção de produtos agrícolas"

Como divulgou a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão Europeia aprovou 31 programas, em 16 Estados-Membros (Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido e Suécia), com o objectivo de dar informações sobre os produtos agrícolas e assegurar a sua promoção na União Europeia. Co-financiado em 50% pela União Europeia, o orçamento total dos programas - cuja duração será de entre um e três anos - é de 92,4 Milhões de €. Os programas aprovados referem-se aos produtos biológicos, aos produtos agrícolas de qualidade (DOP/IGP/ETG), aos produtos lácteos, às carnes, às frutas e legumes, aos azeites e óleos vegetais, às plantas e flores e aos produtos das regiões ultraperiféricas.
Mariann Fischer Boel, Comissária Europeia da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, declarou: 'Os produtos agrícolas da União Europeia são de uma qualidade e de uma diversidade incomparáveis. Num mercado mundial cada vez mais aberto, devemos redobrar esforços para sensibilizar os consumidores quanto aos méritos dos nossos produtos agrícolas. Não basta produzir alimentos e bebidas de excelente qualidade, e também preciso comercializá-los inteligentemente. Os programas comunitários deste tipo podem ajudar eficazmente os nossos produtores num mundo cada vez mais concorrencial'." (As hiperligações foram acrescentadas)

Este Comunicado apenas foi distribuído nas Línguas Francesa, Inglesa e Alemã.

terça-feira, junho 17, 2008

"Metade dos países da OCDE tem água com poluição acima dos níveis normais"

Como noticia o Público Última Hora, "Cerca de metade dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) registam taxas de poluição da água superiores ao normal, devido a concentrações excessivas de adubo e pesticidas, revela um estudo hoje divulgado.
O relatório, intitulado 'Desempenho Ambiental da Agricultura nos Países da OCDE desde 1990' [Apenas disponível em Língua Inglesa], indica que 44 por cento do consumo de água se destina aos solos agrícolas. Num terço dos 30 países que fazem parte da OCDE, 30 por cento da água para a agricultura vem dos lençóis freáticos e em países como a Austrália, os Estados Unidos, a Grécia, a Itália e o México não é fácil mantê-los.
Segundo o relatório, a agricultura é uma 'importante' fonte de poluição em França, tanto para as águas de superfície como para os lençóis freáticos, sendo a situação mais preocupante no Norte e no Oeste do país. O reprocessamento destas águas contaminadas sai bastante caro aos poderes públicos, assinala o documento, citando o caso do Reino Unido, onde todos os anos há um orçamento de 345 milhões de euros para o efeito.
O relatório sublinha ainda que as ajudas públicas à irrigação podem impedir uma utilização racional da água. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico acrescenta que existem cada vez mais empresários a apostar em práticas agrícolas 'amigas do ambiente' e que as superfícies consagradas à agricultura biológica estão em forte progressão desde o início dos anos 90. Mesmo assim, elas ainda representam apenas dois por cento da superfície agrícola total dos países da OCDE." (As hiperligações foram acrescentadas)

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

"UE: Comissão adopta novo logótipo para a Agricultura Biológica"

Como dá conta o AgroNotícias, "Foi aprovado no Comité Permanente da Agricultura Biológica, que se realizou nos dias 16 e 17 de Janeiro último, o novo logótipo que passará a estar associado aos produtos provenientes do Modo de Produção Biológico.
As preocupações inerentes à criação deste símbolo, por parte da Comissão Europeia, estiveram baseadas na necessidade de criar uma imagem abrangente, que fosse utilizável para todas as áreas deste modo de produção, e em todos os Estados-Membros.
Por outro lado, preocupações com a simplicidade de elementos visuais, número de cores a utilizar, dimensão e possibilidade de reprodução a preto e branco, foram também tidas em consideração de modo a permitir um leque de opções aos operadores e custo de reprodução adequado."
Este artigo está acessível em texto integral.

terça-feira, janeiro 29, 2008

"Decreto fortalece produção orgânica familiar"

"Com a assinatura do Decreto nº 6.323, publicado em dezembro de 2007, a agricultura familiar caminha para o fortalecimento significativo da produção orgânica no País. O decreto instituiu o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, integrado por órgãos e entidades da administração pública federal, sob responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O novo sistema tem a função de regular, controlar, definir marcos, registros necessários e questões sanitárias relacionadas aos orgânicos. O consultor da Cooperação Técnica Alemã (GTZ) na Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Luiz Carlos Rebelatto dos Santos, explica que o sistema permite a garantia da produção orgânica.
Atualmente, de acordo com Santos, esses produtos seguem vários padrões de qualidade, como instruções normativas e normas certificadoras de redes sociais e do mercado. Com a criação do sistema haverá um padrão brasileiro que será importante para a produção e a comercialização dos orgânicos no mercado interno."
Leia a notícia completa no Boletim NEAD n. 410.