"Omnium rerum ex quibus aliquid acquitur nihil est agricultura melius, nihil uberius, nihil dulcius, nihil homine, nihil libero dignius." Marcus Tullius Cicero. In: De officiis, I. 150-152.
domingo, junho 28, 2020
Amapá e a Grande Amazônia: aspectos regionais além fronteiras
quarta-feira, novembro 27, 2019
Amazônia e desmatamento: já aprendemos a fórmula para proteger e produzir
quinta-feira, outubro 17, 2019
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA AMAZÔNIA
segunda-feira, janeiro 22, 2018
Dados demonstram que o plantio de soja não é responsável pelo desmatamento na Amazônia
sexta-feira, novembro 24, 2017
Regularização de áreas quilombolas

sexta-feira, setembro 05, 2014
III CONGRESSO AMAZÔNICO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
UFMT – Cuiabá-MT, 19 a 21 de novembro de 2014
quinta-feira, agosto 25, 2011
Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas
terça-feira, agosto 16, 2011
Por usinas, área de parques é alterada
PARA LEMBRAR - Jornal O Estado de S.Paulo revelou anteontem que as Unidades de Conservação (UCs) se tornaram o mais recente objeto de disputa entre ambientalistas e defensores do agronegócio. Na semana passada, durante audiência pública na Câmara, o deputado Moreira Mendes (PPS-RO), presidente da frente parlamentar da agropecuária, anunciou uma "grande campanha" para impedir que novas UCs sejam criadas sem a prévia autorização do Congresso Nacional. Hoje, a criação é feita por meio de decreto presidencial. Os ruralistas afirmam que a expansão dessas unidades pode comprometer a produção de alimentos no País.
Fonte: O Estado de S.Paulo - 16/08/2011, reportagem de Marta Salomon. | |
quarta-feira, setembro 01, 2010
O encontro das obras
Fonte: O Estado de SP, de 01/09/2010.
domingo, agosto 29, 2010
Amazônia: "Manejo florestal pode render mais que pecuária e cultivo de grãos, diz estudo"
sábado, agosto 21, 2010
CNJ - II Encontro Nacional do Fórum de Assuntos Fundiários

O II Encontro Nacional do Fórum de Assuntos Fundiários será realizado de 9 a 11 de setembro, em Belém/PA. O evento reunirá representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, além de especialistas e atores envolvidos com a questão fundiária no Brasil, com o objetivo de debater o tema e propor soluções para reduzir os conflitos pela terra no País. Este ano, o foco do encontro será a garantia da segurança jurídica das propriedades na Amazônia Legal.
O II Encontro será dividido em cinco workshops (Agrário, Urbano, Trabalho Escravo, Regularização Fundiária e Povos Indígenas), precedidos por palestras de autoridades renomadas no assunto. Haverá, ainda, reunião de trabalho entre o Comitê Executivo Nacional e os Comitês Estaduais ou Regionais do Fórum de Assuntos Fundiários. Ao final, serão apresentadas todas as propostas aprovadas nos workshops.
sábado, maio 01, 2010
Brasil: Amazônia tem o maior reservatório subterrâneo de água do planeta
"Aquífero Alter do Chão é o maior reservatório de água do planeta"
"Pesquisadores do Pará e do Ceará descobriram que a Amazônia tem o maior reservatório subterrâneo de água do planeta".
"O aquífero Alter do Chão já era conhecido dos cientistas. Eles só não sabiam que era tão grande. Em nenhum outro lugar ela é tão farta. Tirando as geleiras, um quinto da água doce existente no mundo está na Amazônia. Parece muito, mas os rios e lagos do lugar concentram só a parte visível desse tesouro.Debaixo da terra existem lagos gigantes, de água potável, chamados aquíferos.
Até agora, o maior do planeta era o Guarani, que se espalha pelo Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Mas, um grupo de pesquisadores acaba de revelar que o aquífero Alter do Chão, que se estende pelo Amazonas, Pará e Amapá, é quase duas vezes maior.
"Isso representa um volume de água de 86 mil quilômetros cúbicos. Se comparado com o Guarani, por exemplo, ele tem em torno de 45 mil quilômetros cúbicos”, explicou Milton Mata, geólogo da UFPA
A maior parte do aquífero Guarani, no sul do Brasil, está debaixo de rocha. Já no aquífero na Amazônia tem terreno arenoso. Quando a chuva cai, penetra com facilidade no solo. A areia faz uma espécie de filtro natural. A água do reservatório subterrâneo chega limpa, boa para beber.
Perfurar o chão de areia é fácil e barato. O poço nem precisa de estação de tratamento químico. Na casa de Márcia a água sai direto para torneira. “Pode beber. É bem limpinha”, contou.
Dez mil poços particulares e 130 da rede pública já usam o aquífero para abastecer 40% da população de Manaus. Mas a maior parte da cidade ainda depende da água dos rios.
“Você pode abastecer todas as cidades da Amazônia com Alter do Chão sem problema e deixar de usar águas superficiais que estão todas contaminadas”, falou o geólogo.
Agora, os pesquisadores querem ajuda da Agência Nacional de Águas e do Banco Mundial para concluir o estudo. Num planeta ameaçado pelo aquecimento, o aquifero Alter do Chão é uma reserva estratégica".
domingo, março 28, 2010
"Produtos importados que chegam a Manaus serão monitorados para evitar entrada de pragas invasoras"
quinta-feira, outubro 01, 2009
"Força Nacional vai combater desmatamento ilegal no Maranhão e em Rondônia"

"O Ministério da Justiça autorizou o emprego da Força Nacional de Segurança Pública nas operações de combate ao desmatamento ilegal, em áreas de preservação ambiental dos estados do Maranhão e de Rondônia.
A força vai atuar em conjunto com o Departamento de Polícia Federal na preservação da integridade física dos envolvidos e no policiamento ostensivo. O prazo da operação foi fixado em 60 dias, prorrogáveis se necessário. O uso de armas letais estará condicionado à legítima defesa dos policiais e de terceiros na manutenção da ordem pública.
De acordo com levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o desmatamento na Amazônia Legal, de agosto de 2007 a julho de 2008, chegou a 12.911 quilômetros quadrados. O índice corresponde a um aumento de 12% em relação ao mesmo período anterior.
Só no Maranhão foi registrado em 2008 um aumento de 108% em relação à taxa de desmatamento de 2007. Com esse aumento, o Maranhão atingiu taxa de desmatamento superior à de Rondônia, que apresentou em 2008 uma redução de 29% em relação a 2007.
Os estados que apresentaram as taxas mais altas de desmatamento em 2008 foram Pará e Mato Grosso, que juntos perfazem 69% do desmatamento na Amazônia (43,4% e 25,2%, respectivamente). O Pará tem apresentado taxas de desmatamento altas e relativamente constantes desde 2005".
Fonte: Agência Brasil
quinta-feira, agosto 20, 2009
Competência para processar e julgar crime de desmatamento no Brasil
segunda-feira, agosto 10, 2009
Brasil arma ofensiva para acordo sobre clima em Copenhague
quinta-feira, junho 25, 2009
Amazonia: diversidade e integração na propriedade intelectual
- As riquezas culturais – Respeito e Proteção aos Conhecimentos Tradicionais
- As riquezas naturais - Acesso à Biodiversidade
- Denominações de origem das Américas
- Bens ambientais e intelectuais. Expressões, patrimônio cultural e diversidade
- Maiores informações sobre o evento podem ser encontradas em http://www.congressoaspi.org.br/
terça-feira, junho 09, 2009
Governo Brasileiro processa desmatadores da Amazônia
"O Ministério do Meio Ambiente vai ajuizar 75 novas ações contra desmatadores e madeireiros ilegais da Amazônia, responsáveis pelo desmate de 80 mil hectares de floresta e pelo comércio ilegal de mais de 58 mil metros cúbicos (m³) de madeira, o equivalente a três mil caminhões. Das 75 ações, 74 são contra pessoas físicas e empresas de Mato Grosso, e uma do Pará".
Veja a íntegra da notícia divulgada pela Agência Brasil.
quinta-feira, maio 14, 2009
"Parceria do Exército com governo do Amazonas vai incentivar agricultura nas áreas de fronteira"
"Um convênio de cooperação técnico-financeira firmado entre o Exército Brasileiro e a Secretaria da Produção Rural do Amazonas vai promover, a partir deste mês, o desenvolvimento produtivo de regiões isoladas no estado onde atuam os Pelotões Especiais de Fronteira. A assinatura do documento foi feita hoje (14/05/2009), em Manaus. De imediato, serão imediatamente beneficiadas 100 famílias, de 12 comunidades amazonenses que vivem nas áreas de fronteira do Brasil.
Com a parceria, o Amazonas poderá implementar em seu território o projeto Sargento Agrário, que prevê a participação de um técnico agrícola nos pelotões, com a função de prestar assistência técnica às comunidades no sentido de promover e estimular a agricultura familiar. A produção será voltada para o abastecimento da comunidade e das tropas do Exército e o trabalho também incluirá ações educativas, apoio material e logístico.
Segundo o secretário da Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra, outra expectativa é que o Exército ajude as comunidades na piscicultura e na criação de pequenos animais. As dificuldades de trânsito encontradas pelos amazonenses nessas áreas de fronteira devem ser amenizadas com a ajuda dos militares.
(...)
O convênio de cooperação técnico-financeira entre Exército e governo do Amazonas tem ainda como um de seus objetivos identificar o perfil produtivo das comunidades e realizar ações de planejamento. Unidades de multiplicação de abacaxi, banana, mandioca e cana-de-açúcar também serão implantadas a partir dessa parceria."
Fonte: Agência Brasil/reportagem de Amanda Mota
quinta-feira, março 26, 2009
Macrozoneamento ecológico da Amazônia Legal
"O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, destacou hoje (26) a importância do trabalho conjunto entre ministérios e estados para cumprir a meta de fazer o macrozoneamento ecológico da Amazônia Legal até 2009.
'O zoneamento deve ser feito em parceria. Estamos semanalmente recebendo relatórios de todos os estados e recebendo cooperação de outros ministérios, como os da Pesca e o da Agricultura', disse.
O ministro ressaltou a importância de o Brasil ganhar a confiança internacional na questão do meio ambiente: 'Sempre fomos considerados os 'patinhos feios' em fóruns mundiais e agora estamos, pouco a pouco, sendo reconhecidos como um país que mudou de posição.'
O ministro explicou que o Brasil agora tem metas que deverão ser cumpridas.'Temos certeza que só a pressão da polícia e do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] não é o suficiente [para evitar a destruição da Amazônia Legal]. Você pode proibir uma pessoa de desmatar em uma região e ela simplesmente vai para uma outra, a três quilômetros de distancia. Vamos concluir esse macrozoneamento e darmos condições a 25 milhões de pessoas para trabalhar legalmente'.”
Fonte: Agência Brasil.
Outras informações: Ministério do Meio Ambiente.







