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sexta-feira, agosto 20, 2010

"Segurança alimentar melhora na SADC"

De acordo com o Notícias, "A 30.ª cimeira da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), que decorreu esta semana em Windhoek, concluiu ter havido uma ligeira melhoria na segurança alimentar da região, embora apenas quatro países tenham excedentes de cereais.
Dados disponibilizados pelo governo sul-africano e que foram analisados na cimeira da capital namibiana, indicam que devido às chuvas e mecanismos de produção melhorados, a situação alimentar regional melhorou em 2009/2010, com a região a alcançar um excedente de 162 mil toneladas de cereais, em contraste com um défice de 1,78 milhões em 2008/2009.
No entanto, o relatório alimentar alerta para várias discrepâncias na região. A África do Sul, Moçambique, Malawi e Zâmbia conseguiram excedentes nas colheitas de milho, mas os restantes 11 Estados membros da SADC foram obrigados a importar aquele cereal, que constitui a base da alimentação das populações africanas.
Os excedentes de milho, produto que constitui 80 porcento da produção cerealífera da região, foram de 4,29 milhões de toneladas na África do Sul, 1,41 milhões de toneladas no Malawi, 123 mil toneladas em Moçambique e 263 mil toneladas na Zâmbia, perfazendo um excedente regional de 4,11 milhões de toneladas.
A produção cerealífera no seu todo, incluindo milho, arroz, trigo e sorgo, registou um défice generalizado no conjunto de países da SADC, refere o relatório sul-africano.
Relativamente ao estado das economias regionais, a cimeira de chefes de Estado e de governo regista com algum agrado que apesar da crise financeira global, o conjunto de países da África Austral conseguiu um crescimento económico combinado de 2,1 porcento em 2008/2009, período durante o qual, segundo dados da organização, a economia mundial sofreu uma contracção de 0,6 por cento e as economias dos países desenvolvidos 3,2 por cento." (As hiperconexões foram acrescentadas)

quinta-feira, julho 29, 2010

Em Angola, "Ministra quer mais apoio de países desenvolvidos nos projectos ambientais"

Segundo a AngolaPress, "A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, solicitou hoje, em Luanda, o auxílio dos países desenvolvidos nos projectos africanos de protecção ambiental e na gestão de calamidades naturais, apesar das emissões em África serem reduzidas.
Fátima Jardim, que discursava no encerramento do workshop sobre a criação do futuro Centro Regional de Estudos dos Solos e Alterações Climáticas (RSSC), numa iniciativa do Ministério Federal da Educação e Ciência da Alemanha, afirmou que o continente africano para além de cooperar deve ser apoiado no sentido de atingir o desenvolvimento sustentável.
Para si, esse apoio vai reduzir os constrangimentos que o continente atravessa e transformar o Programa Mundial das Alterações Climáticas numa oportunidade de desenvolvimento, particularmente da região, dada a sua importância estratégica.
'Temos que adoptar medidas e preparar-nos para participarmos cada vez mais nos programas ambientais, em que as alterações climáticas se transformem em agenda e projectos dos Estados para a preservação da vida no planeta', disse." (As hiperconexões foram acrescentadas)

Este artigo pode ser lido em texto integral.

sexta-feira, abril 23, 2010

"Investimentos: Privados resistem ao marco normativo" de Moçambique

De acordo com o Notícias, "Um ano depois da controversa compra irregular de vastas áreas de terra na África, as empresas multinacionais resistem em respeitar um código de conduta que pode assegurar a transparência. Por seu lado, as elites locais se beneficiam com os acordos que incentivam a corrupção e aumentam a insegurança alimentar.
Os distúrbios registados por falta de comida em diferentes partes do Sul em desenvolvimento, nos últimos dois anos, foram os exemplos mais visíveis e directos da disparada dos preços do sector. Ao mesmo tempo, investidores internacionais começaram a comprar áreas cultiváveis nas regiões mais férteis do mundo, especialmente em África. Os governos locais os chamam de 'investidores agrícolas', mas muitas dessas operações foram consideradas por vários sectores da sociedade civil africana e ocidental como 'roubo de terras'.
Alguns dos projectos multimilionários colocaram frente a frente governos e grandes corporações contra agricultores de subsistência."
Este artigo está acessível em texto integral.

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

"Combate às pragas: Fundamental reforço da cooperação regional - defende Ministro da Agricultura" de Moçambique

De acordo com o Notícias, "O reforço da cooperação regional é fundamental para o controlo das pragas migratórias que ameaçam a segurança alimentar dos países da zona, defendeu ontem em Maputo o Ministro da Agricultura, Soares Nhaca, na abertura da 33ª reunião anual da Organização Internacional para o Controlo do Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO- CSA).
A organização integra actualmente seis países, designadamente Moçambique, Malawi, Zâmbia, Quénia, Tanzânia e Zimbabwe, enquanto que pragas localizadas foram identificadas em vários países sub-equatoriais no período de 1928 a 1994.
Segundo Soares Nhaca, a ocorrência de surtos de praga não está confinada às fronteiras dos países membros, mas a todos os países a sul do equador, que se devem juntar a esta organização na concertação dos esforços para fazer ao problema.
A intervenção atempada dos governos, quer usando fundos próprios, da FAO, quer do Fundo das Nações Unidas para Emergências tem reduzido a magnitude dos surtos do gafanhoto vermelho.
'Registámos com agrado a intenção do Lesotho, Angola e República Democrática do Congo em aderir à organização', disse." (As hiperconexões foram acrescentadas)
Este artigo está disponível em texto integral.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Energia limpa em bairros pobres do Cairo

Por Cam McGrath, da IPS

Cairo, 06/01/2010 – Em um dos bairros mais pobres e povoados do Cairo, Hussein Soliman e sua família vivem em um pequeno apartamento que é modelo de convivência com a energia limpa. Os dois paineis solares e a unidade de biogás no teto do edifício de Soliman, em Darb El-Ahmar, proporcionam água quente e gás ao seu apartamento de dois quartos, o que reduz a pegada de carbono e os custos energéticos de sua família. Os aparelhos de energia limpa, feitos em grande parte com material reciclado, deixaram “minhas contas de gás e eletricidade menores”, disse Soliman. Na verdade, redução de quase 50%.
Em 2008, Soliman somou-se à iniciativa Solar CITIES (Connecting Community Catalysts and Integrating Technologies for industrial Ecology systems), projeto de desenvolvimento dirigido pelo planejador urbano norte-americano Thomas Culhane. O projeto aproveita a experiência e a inovação local para desenvolver tecnologias energéticas baratas, adaptadas ao rigoroso ambiente dos bairros mais pobres da capital do Egito.
“No desenvolvimento não existe uma solução única, e parte do problema é exatamente que os chamados especialistas vêm e pretendem promover produtos e projetos que são inadequados para a comunidade local”, explicou Culhane à IPS. Este especialista e sua esposa alemã, Sybille, incorporaram inovações aos habitantes dos bairros pobres onde esperam ter maior impacto. Seus projetos para os aquecedores solares de água e biodigestores foram desenvolvidos através da experimentação, da busca coletiva de ideias e do registro de “latas de lixo para encontrar materiais que pudessem funcionar”.
Com os materiais coletados, a equipe de Culhane conseguiu armar um sistema solar de aquecimento de água por menos de US$ 500. Os paineis solares são feitos de restos de alumínio, vidro, canos de cobre e isolamento de poliestireno. O sistema utiliza barris reciclados de xampu com capacidade para 200 litros, um para armazenar a água aquecida pelos paineis e outro como reserva.
O projeto Solar CITIES fabricou 35 aquecedores solares de água no Egito desde 2007. A maioria, inclusive 35 unidades realizadas com dinheiro da Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), está instalada nos tetos de áreas subdesenvolvidas onde os frequentes cortes de energia e água provocam o colapso dos sistemas comerciais. Os tanques, colocados um sobre o outro, e uma válvula de flutuação permitem que os aquecedores de água resistam às flutuações na pressão da água provocada pelas falhas.
“Tivemos de experimentar muito até encontrar onde colocar as entrada e saídas para a água fria e a quente que equilibraram o instável fluxo e abriram as válvulas de flutuação no momento certo”, disse Culhane. Após um ano em funcionamento, Soliman explicou que a única manutenção que o aquecedor exige é a lavagem duas vezes por semana dos paineis para remover o acúmulo de pó. “Os paineis esquentam a água, que os canos levam para a cozinha e o chuveiro. Apenas precisamos da eletricidade para esquentar água no inverno, e somente se a utilizamos depois da meia-noite”, acrescentou.
O biodigestor que Soliman instalou no teto – um dos oito fabricados pela Solar CITIES – converte o lixo orgânico em gás de cozinha. Pão velho e restos de comida são deixados na água durante a noite e depois jogados em um tanque de plástico com capacidade para mil litros até se decompor. Um cano leva o gás para um queimador na cozinha, enquanto uma chave drena o líquido, que Soliman vende como fertilizante orgânico para lojas de jardinagem. “Posso utilizar todo o lixo orgânico da cozinha para gerar gás”, explicou, enquanto esvaziava um balde de composto orgânico em um cano de entrada do tanque. “O biodigestor fornece uma hora de gás por dia no inverno e duas horas no verão”, explicou.
A capacidade da unidade de biogás para processar os resíduos orgânicos ganhou um valor agregado desde que o governo egípcio decidiu, no ano passad

referente a: ENVOLVERDE - Revista Digital de Meio Ambiente e Desenvolvimento (ver no Google Sidewiki)

sábado, novembro 07, 2009

"Fundos para protecção do clima"

O Notícias salienta que "Moçambique, Níger e Zâmbia vão receber entre 33 e 47 milhões de euros cada para enfrentar as importantes perdas potenciais de vidas humanas e de terras devido às mudanças climáticas e para uma rápida implementação de estratégias de resistência e programas nacionais de adaptação às novas condições climáticas. Os outros países, designadamente Marrocos, África do Sul e Egipto, vão beneficiar de empréstimos com taxas de juro muito baixas de 100, 336 e 200 milhões de euros, respectivamente, para reforçar o investimento em energias limpas, acrescenta um comunicado do Banco Mundial." (A hiperconexão foi acrescentada)

domingo, setembro 20, 2009

"Multinacional paga indemnizações a 31 mil vítimas de despejo de lixos tóxicos na Costa do Marfim"

Como notícia o Público, "A empresa internacional de comércio Trafigura anunciou hoje ter chegado a acordo com milhares de pessoas da Costa do Marfim que se queixaram de ter ficado doentes devido a lixos tóxicos despejados em 2006 em Abidjan. Cada um dos 31 mil queixosos vai receber o equivalente a 1150 euros, o que significa que a empresa pagará cerca de 33 milhões de euros.
O acordo põe fim a um processo desencadeado contra a Trafigura no Reino Unido pelo despejo de 500 toneladas de lixos que, segundo a Justiça da Costa do Marfim, provocaram a morte de 17 pessoas e a intoxicação de milhares de outras, depois de os resíduos do petroleiro Probo Koala terem sido espalhados em redor da cidade." (A hiperconexão foi acrescentada)
Este texto pode ser lido na íntegra.

sexta-feira, setembro 18, 2009

"África quer menos injustiça nas mudanças climáticas"

Como noticia o AngolaPress, "A África decidiu apresentar uma posição comum na reunião de cúpula sobre mudanças climáticas de Copenhague, onde vai pedir menos injustiça, anunciou o presidente da comissão da União Africana (UA), Jean Ping.
'O que esperamos de Copenhague é menos injustiça e menos dois pesos e duas medidas', declarou Ping. 'Constatamos que nossa casa comum está ameaçada por quem? Pelos que poluem de maneira desmedida e não querem respeitar os critérios, especialmente os de Kioto, e depois se voltam contra nós com suas ONGs para nos acusar'. 'Estamos de acordo com salvar o planeta Terra diminuindo os gases que provocam o efeito estufa. Mas pensamos que os que não são responsáveis pela contaminação merecem ajuda. É claro e lógico', completou.
Ping estabelece assim o tom do debate: a África é o continente que polui menos, com apenas, segundo a UA, 3,8% das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global e as mudanças do meio ambiente, dos quais a África é a principal vítima." (A imagem e as hiperconexões foram acrescentadas)

segunda-feira, agosto 03, 2009

"Mercado da SADC: Problemática do açúcar volta a mesa em 2012"

Segundo o Notícias, os "Países da região que produzem o açúcar deverão encontrar-se em 2012 para procurarem reduzir as diferenças existentes a volta das quotas de comercialização daquele produto estratégico na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). Actualmente, a comercialização do produto encontra-se estruturada através do chamado anexo sete do protocolo comercial.
Entretanto, alguns países produtores consideram este acordo como sendo de única direcção, ou seja, que não permite a reciprocidade entre os não membros da União Aduaneira da África Austral (SACU) nomeadamente Moçambique, Zimbabwe, Angola, RDCongo, Namíbia, Tanzânia e Madagáscar, Zâmbia, Malawi e Maurícias e os membros daquela organização que são a África do Sul, Suazilândia, Lesoto e o Botsuana e os integrantes deste bloco.
'O que se concordou é que os SACU não introduziriam açúcar aos não SACU, mas estes podiam o fazer. Logicamente que isto está a levantar problemas e está a ser discutido e em 2012 este é um dos pontos que merecerão especial enfoque na avaliação do anexo sete', disse ao nosso jornal fonte da Associação Moçambicana dos Produtores de Açúcar – APAMO.
No global, a SADC é excedentária na produção do açúcar em cerca de 2 800 mil toneladas. Moçambique vai produzir no próximo ano cerca de meio milhão de toneladas, mas o consumo interno está entre 160 mil a 180 mil toneladas.
A fonte que temos vindo a citar entende que neste momento, o mais importante é que os países tenham a consciência de que a região é excedentária do ponto de vista de produção de açúcar daí ser urgente clarificar onde é que vão colocar esses excedentes. O ponto é que países como Angola, Lesoto, Botswana e RDCongo são deficitários do ponto de vista de produção daí que há toda uma necessidade de se clarificar as quotas de mercado que cada um deverá ter nesses mercados. 'Primeiro temos que ver como é que vamos vender aos que são deficitários, depois o que sobrar, como é que pode ser colocado fora da região. Para nós isso é que é a questão de fundo. As quotas dentro da região entre os SACU e os não SACU devem ser ultrapassadas em 2012', garantiu." (As hiperconexões foram acrescentadas)

quinta-feira, julho 23, 2009

"Angola assina acordo tripartido para conservação da floresta de Maiombe"

A AngolaPress noticia que "Os Ministérios do Ambiente das Repúblicas de Angola, Democrática do Congo(RDC) e do Congo (Brazzaville) vão assinar, quinta-feira, dia 24, na província de Cabinda, um acordo tripartido para a conservação da área transfronteiriça da floresta de Maiombe, anunciou hoje à Angop a ministra Fátima Jardim.
A assinatura do acordo para a criação de uma área de conservação da referida floresta vai decorrer no Palácio do Governo da província de Cabinda e será antecedida de uma reunião de peritos dos respectivos países, de acordo com a ministra angolana do Ambiente, Fátima Jardim."
Este texto pode ser lido na íntegra.

terça-feira, julho 21, 2009

"São Tomé e Príncipe quer cooperar com Angola na área ambiental"

Segundo a AngolaPress, "A ministra dos Recursos Naturais, Energia e Ambiente da República de São Tomé e Príncipe, Cristina Maria Fernandes Dias, manifestou hoje, terça-feira, em Luanda, a intenção de estabelecer um acordo de parceria com o Ministério angolano do Ambiente, para o reforço das estratégias de preservação dos parques nacionais de ambos os países.
Cristina Maria Dias, que falava à imprensa à margem do seminário sobre 'A importância da preservação das áreas de conservação', avançou ainda a troca de experiências entre os profissionais, em termos de formação e visita destes a São Tomé e Príncipe e vice-versa.
'Queremos cooperar em tudo aquilo que for necessário para a troca de experiências entre os dois países, com vista a promoção da preservação dos parques nacionais', manifestou Cristina Maria Fernandes Dias.
No seu entender, os problemas sobre a preservação da biodiversidade em África ainda têm haver com o índice de pobreza que algumas famílias vivem, sendo obrigados a utilizar recursos naturais disponíveis, para a sua sobrevivência." (A hiperconexão foi acrescentada)
Esta notícia pode ser lida na íntegra.

segunda-feira, julho 13, 2009

"Cabo Verde acolhe seminário sobre segurança fitossanitária na CEDEAO"

A Semana online noticia que "Cerca de uma centena de peritos em medicina veterinária, farmácia, epidemiologia, saúde pública e protecção vegetal dos países membros da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) participam num seminário a partir de hoje, 13, na Praia.
O seminário tem como objectivo principal analisar os ante-projectos de lei sobre regulação e gestão de medicamentos, da veterinária e segurança fitossanitária e zoosanitaria na sub-região.
O encontro, que terá a duração de dois dias, preconiza a discussão, a validação técnica e a recolha de subsídios dos participantes dos Estados membros da CEDEAO, com vista à criação de um quadro legislativo e regulamentar harmonizado visando a criação e as modalidades de funcionamento do Comité Veterinário Regional.
Neste âmbito, estarão em debates temas relacionados com os procedimentos comunitários da gestão de medicamentos veterinários, harmonização do quadro estrutural e procedimentos em matéria da segurança fitossanitária e zoosanitária no espaço da CEDEAO." (As hiperconexões foram acrescentadas)

segunda-feira, maio 25, 2009

"País [Moçambique] reflecte sobre desastres naturais"

Segundo o Notícias, "'O Estudo Científico do Impacto dos Desastres Naturais Face às Mudanças Climáticas' é tema de um encontro a realizar-se hoje, em Maputo, tendo como objectivos partilhar os últimos desenvolvimentos sobre a matéria, bem como recolher contribuições sobre questões mais relevantes face às mudanças climáticas.
Fonte do Instituto Nacional de Gestão das Calamidades (INGCN) refere que no seminário tomarão parte directores nacionais, membros do Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC), representantes das agências do sistema das Nações Unidas, organizações não-governamentais, doadores, académicos, cientistas, sector privado, entre outros. Este encontro advém do facto de nos últimos anos, o país ter sido afectado por calamidades naturais de forma cíclica, nomeadamente a seca, cheias e inundações, ciclones e sismos tendo como algumas das causas as mudanças climáticas. O INGC elaborou um estudo científico sobre o impacto dos desastres naturais face às mudanças climáticas em Moçambique, o primeiro do género no país. O encontro é organizado pelo INGC de parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)." (As hiperconexões foram acrescentadas)

sexta-feira, abril 03, 2009

"Comissária Europeia responsável pela Saúde lança iniciativa 'Melhor formação para uma maior segurança dos alimentos em África'"

De acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "Numa tentativa de ajudar os países em desenvolvimento a melhorar os sistemas de segurança dos alimentos em benefício das respectivas populações e economias, a Comissária Europeia responsável pela Saúde, Androulla Vassiliou, lançou hoje na sede da União Africana, em Addis Abeba, na Etiópia, uma nova iniciativa intitulada 'Melhor formação para uma maior segurança dos alimentos em África (Better Training for Safer Food) BTSF – África'. A iniciativa foi lançada por ocasião de uma conferência de alto nível, que está a ter lugar na capital da Etiópia. Através da BTSF – África, serão mobilizados, nos próximos dois anos, 10 milhões de euros para financiar actividades de formação de competências. Lançado em 2005, o programa BTSF tem providenciado formação a funcionários europeus e de países terceiros, responsáveis por verificar a correcta aplicação das regras comunitárias em matéria de alimentação humana e animal, saúde e bem-estar dos animais e fitossanidade.
De Addis Abeba, a Comissária Europeia responsável pela Saúde, Androulla Vassiliou, afirmou: 'Face às exigências crescentes, chegámos a acordo quanto ao estabelecimento, em conjunto com a Comissão da União Africana (CUA), de um programa específico para África, destinado a promover a aplicação das medidas internacionais sanitárias e fitossanitárias, elemento fundamental para o comércio bilateral, tanto em África como no resto do mundo, e reforçar a protecção dos cidadãos'." (As hiperconexões foram acrescentadas)

Este Comunicado foi distribuído na íntegra, também em Língua Portuguesa.

sexta-feira, março 20, 2009

"A quatro países africanos, incluindo Moçambique: Standard Bank concede crédito para agricultura"

De acordo com o Notícias, "Moçambique é um dos quatro países africanos que vão beneficiar de um fundo orçado em cem milhões de dólares disponibilizados pelo Standard Bank, a serem concedidos em regime de crédito, para financiar a agricultura de pequena escala ao longo dos próximos três anos. A Aliança para a Revolução Verde em África (AGRA) já se associou à iniciativa, anunciando a concessão de dez milhões de dólares para o fundo de garantia de que o banco necessita para conceder empréstimos àquela actividade, outrora considerada de grande risco.
Segundo um comunicado divulgado esta semana pela AGRA, além de Moçambique o fundo vai beneficiar pequenos agricultores do Ghana, Tanzania e Uganda, onde o fraco acesso ao crédito constitui um grande obstáculo que impede os agricultores de investirem em insumos básicos para assegurar o aumento da produtividade e geração de lucros.
Na última quarta-feira os parceiros da iniciativa rubricaram, na capital do Ghana, Accra, um memorando de entendimento que estabelece as regras de acesso ao crédito. Os documentos foram assinados pelo director executivo do grupo Standard Bank, Jacko Maree, pelo presidente da AGRA, Namanga Ngongi, e pelo ministro moçambicano da Agricultura, Soares Nhaca, membro do quadro de conselheiros do Millennium Challenge Account." (As hiperconexões foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido na íntegra.

terça-feira, março 17, 2009

"SADC : Partilha de água coloca desafios à cooperação - defende Direcção Nacional do sector, que destaca situação de desvantagem de Moçambique"

Segundo o Notícias, "A vulnerabilidade de Moçambique à ocorrência de eventos extremos e o risco de redução da disponibilidade de água devido à utilização intensiva nos países vizinhos configuram sérias ameaças a alguns projectos de desenvolvimento nacional, facto que desafia os estados membros da SADC a aprimorarem o diálogo com vista a uma melhor partilha dos recursos hídricos. Tendo em conta que Moçambique partilha nove das 15 bacias hidrográficas da região da SADC, o Governo considera que a 'diplomacia da água' vai continuar a ser vital no futuro do relacionamento entre os países da região, onde alguns rios e países começam a experimentar situações de carência de água para as mais variadas aplicações.
De acordo com a Direcção Nacional de Águas, Moçambique assinou vários acordos de partilha dos rios com alguns países da região, cuja estrita implementação se afigura importante, sobretudo pelas consequências que o mau uso da água pelos países vizinhos a montante pode significar para o nosso país." (As hiperconexões foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

"Governo maliano e Unesco assinam acordo sobre reservas transfronteiriças"

De acordo com a AngolaPress, "O Governo do Mali e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) assinaram em Bamako um protocolo sobre a criação e preservação das reservas transfronteiriças entre o Mali, o Burkina Faso e a Guiné-Conakry, soube a PANA sexta-feira de fonte oficial na capital maliana.
Segundo este acordo, os três países comprometem-se a fazer da área Bafing-Falémé uma zona da biosfera transfronteiriça e a protegê-la.
Por sua vez, a UNESCO prometeu ajudar os três países na implementação de diversos projectos de protecção dos recursos naturais do referido espaço.
O acordo foi assinado pela ministra maliana da Educação Básica, Alfabetização e Línguas Nacionais, Sidibé Aminata Diallo, e pelo director do Escritório da UNESCO em Bamako, Juma Shabani.
A convenção marcou o fim, quarta-feira última em Bamako, de um atelier de concertação sobre as reservas da biosfera transfronteiriça na África ocidental que reuniu peritos do Burkina Faso, da Guiné-Conakry, do Mali e do Senegal. O Atelier visou concretizar a criação de novas reservas da biosfera entre os referidos países." (As hiperconexões foram acrescentadas)

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

"CEDEAO pede relançamento da agricultura face à crise alimentar"

Segundo o AngolaPress, "O presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Mohammed Ibn Chambas, lançou quinta-feira, em Ougadougou, um apelo para relançamento da agricultura na região para permitir alimentar a sua população em pleno crescimento.
Segundo Chambas, o relançamento da agricultura vai criar empregos e produzir matérias-primas para apoiar alguns sectores. Acrescentou que a crise alimentar de 2008, que causou penúrias e o aumento dos preços dos genéros alimentícios é um sinal para que se relance a produção alimentar.
Falando na abertura do Segundo Fórum dos Negócios da CEDEAO em Ouagadougou, no Burkina Faso, o presidente da organização sub-regional sublinhou que a crise demonstrava o carácter inviável da política que consiste em ignorar o desenvolvimento da agricultura local a favor das importações. Para isso, é uma 'ocasião única de relançar a agricultura oesteafricana para fazer dela um sector rentável'.
Abordando o tema 'Exploração do Potencial da Agricultura através de Parcerias Regionais', Chambas declarou que o fórum salientou a urgência de continuar a aplicação da Política Agrícola da CEDEAO, o que está conforme com um dos seis programas prioritários da Comissão para o ano 2009." (A imagens e as hiperconexões foram acrescentadas)
Esta notícia pode ser lida na íntegra.

terça-feira, dezembro 16, 2008

"ONU promove conferência sobre água em África"

A Semana online noticia que "Começou ontem, 15, em Sirte (Líbia) uma conferência sobre Água para Agricultura e Energia em África, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO. Lançar o Programa Azul, através do aproveitamento da água e as terras inutilizadas de África, é o principal objectivo da reunião.
O Programa Azul, segundo a FAO, disponibilizará US$ 60 mil milhões, ao longo de 20 anos, para criar um plano de irrigação e de aproveitamento da água para gerar energia que permitirá acelerar o desenvolvimento de África.
A FAO prevê que mais comida e energia eléctrica serão assim conseguidas para servir a população africana, em grande crescimento. Espera-se que o programa beneficie dois mil milhões de pessoas no ano 2050.
A FAO espera, por isso, que durante a conferência sobre Água para Agricultura e Energia em África, que reúne delegados de 53 países de África, aprove uma declaração conjunta de apoio ao desenvolvimento a nível nacional, regional e continental, de modo a que se explorem as potencialidades agrícolas e energéticas do continente." (A imagem e as hiperligações foram acrescentadas)

segunda-feira, dezembro 01, 2008

"Cabo Verde acolhe reunião da Comissão Sub-regional das Pescas"

Segundo A Semana online, "A cidade da Praia acolhe, de 1 a 5, as reuniões da Comissão Sub-Regional das Pescas (CSRP). Nos dias 4 e 5 os ministros das Pescas vão apreciar e decidir sobre as recomendações feitas pelo Comité de Coordenação sobre os pontos em agenda.
Da agenda da sessão do Comité de Coordenação, que vai estar reunida de 1 a 3, constam a apresentação e discussão do relatório de actividades do Secretariado, bem como a política de desenvolvimento da organização e gestão dos recursos humanos da CSRP (regulamento interno, estatuto de pessoal).
O Comité de Coordenação irá ainda debruçar-se sobre os aspectos financeiros, a análise do relatório sobre o processo de negociação de acordos de pesca e actualização da Convenção sobre as condições mínimas de acesso.
Refira-se que a CSRP, ao abrigo dos seus estatutos, é constituída por três órgãos, o Comité de Coordenação e a Conferência de Ministros encarregues do sector das Pescas e o Secretariado Permanente. O Comité de Coordenação é um órgão técnico consultivo e de apoio à CM e tem por mandato formular recomendações e propostas de decisão à conferência dos membros de governos responsáveis pelo sector das Pescas.
A CSRP tem como países membros Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Conakry, Guiné-Bissau, Mauritânia, Senegal e Serra Leoa." (A hiperligação e a imagem foram acrescentadas)