quinta-feira, julho 19, 2007

"INAC defende a inclusão da aviação civil no Comércio de Licenças de Emissões"

No Diário Económico, o jornalista Tiago Figueiredo Silva dá conta que "Iniciativas como a inclusão da aviação no Comércio de Licenças de Emissões, devem ser 'adoptadas o mais cedo possível' para reduzir o impacto da aviação civil nas alterações climáticas, segundo o presidente Instituto Nacional de Aviação Civil.
'O crescimento do transporte aéreo a nível mundial é uma realidade incontestável pelo que temos de adoptar o mais cedo possível iniciativas que reduzam o impacto da aviação civil nas alterações climáticas, sem pôr em causa o crescimento sustentável do sector', afirmou o presidente do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), Luís Fonseca de Almeida, no workshop 'A Aviação e as Alterações Climáticas', que se realizou em Lisboa, citado pela Lusa.
A iniciativa organizada pelo INAC, no âmbito do quadro da Presidência Portuguesa da União Europeia (UE), reuniu vários peritos nacionais e internacionais e contou com a participação do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, e com o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos.
A responsabilidade do sector da aviação civil na resolução do problema das alterações climáticas e o impacto da introdução do regime de Comércio Europeu de Licenças de Emissão para todos os voos no espaço comunitário, foram algumas das questões abordadas no encontro." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido em texto integral.

quarta-feira, julho 18, 2007

"Recomendada aprovação da Lei sobre Crimes Ambientais"

Segundo o AngolaPress, "Os participantes ao seminário sobre "Preservação do Ambiente no Subsector dos Diamantes", realizado terça-feira na cidade de Saurimo, província da Lunda Sul, recomendaram ao Governo a aprovação, o mais urgente possível, da Lei sobre Crimes Ambientais.
Essa recomendação é resultante de uma visita técnica realizada recentemente por uma equipa de peritos multidisciplinares a três projectos mineiros das regiões do Saurimo (Lunda Sul) Cuango e Nzaji (Lunda Norte), durante a qual se constatou muitas lacunas nos programas de gestão ambiental.
De acordo com as conclusões da visita aos projectos mineiros, as empresas visitadas não realizaram a auditoria ambiental prevista na lei, por desconhecimento de tal exigência legal.
Concluiu-se ainda que algumas companhias têm plano ambiental e outras não. Outras definiram orientações em matéria ambiental e outras nem por isso.
Neste contexto, os participantes recomendaram a criação de mecanismos de divulgação de informação sobre a legislação ambiental em vigor no país, com vista a sua observância nos Projectos mineiros."
Este texto está acessível na íntegra.

"Número de pipas conhecido em Agosto"

O Jornal de Notícias de hoje adianta que "O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai decidir o número de pipas que a Região Demarcada do Douro vai transformar em Vinho do Porto na próxima colheita, até Agosto, devendo o Comunicado de Vindima de 2007 ser publicado no primeiro domingo do próximo mês, segundo fonte do Ministério da Agricultura.
Este anúncio estava comprometido, depois de, numa primeira fase, o conselho regional da Casa do Douro não ter indicado os nomes dos representantes da produção da região que iriam integrar o conselho interprofissional do IVDP. A instituição duriense optou por só entregar a lista dos conselheiros na segunda-feira, como sinal de protesto, segundo explicações do presidente da Casa do Douro Manuel António Santos, à Lusa. O atraso na indicação dos representantes foi uma 'forma de protesto' contra as 'arbitrariedades' que estão a ser 'cometidas contra o Douro', explicou o responsável.
A Casa do Douro contesta os resultados apurados na auditoria realizada pela Inspecção-Geral da Agricultura (IGA) que concluiu que o organismo duriense deve cerca de 1,4 milhões de euros ao Estado.
Devido à falta de indicação da Casa do Douro de um nome para o conselho interprofissional, o ministro da Agricultura já tinha assinado um despacho a autorizar o presidente do IVDP, Jorge Monteiro, 'a adoptar os actos necessários ao suprimento das mesmas'." (As hiperligações foram acrescentadas)

terça-feira, julho 17, 2007

"Congresso da Sober em Londrina discutirá problemas e soluções da agricultura"

"O Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober) chega à sua 45° edição. Esse ano, o tema central será Conhecimentos para a Agricultura do Futuro, e o evento pretende reunir professores, profissionais das ciências sociais rurais, técnicos, estudantes e produtores rurais em uma extensa programação, de 22 a 25 de julho, na Universidade Estadual de Londrina (UEL), em Londrina, Paraná.
O Congresso será feito em conjunto com a International Conference 2007, da Association of Food and Agroindustrial Economy - AIEA2, tomando, assim, um caráter internacional. E terá a parceria de diversas instituições, entre elas o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
Serviço:
XLV Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural
Data: 22 a 25 de julho de 2007
Local: Universidade Estadual de Londrina (UEL) – Londrina, Paraná.
Horário: Dia 22, de 19h às 21h. Dia 23, de 7h30 às 18h30. Dia 24, de 8h30 às 20h30. Dia 25, de 8h30 às 18h30.
Para conhecer a programação completa ou fazer a inscrição para participar do Congresso, acesse a página do evento.
Para obter mais informações entre em contato com Daiana Bisognin ou Ludmila Maia por meio do telefone (43) 3025 5223 ou pelo e-mail soberlondrina@fbeventos.com".

"Livre plantação de vinhas ameaça as regiões demarcadas"

Como dá conta Teresa Costa no Jornal de Notícias de hoje, "O fim dos direitos de plantação de vinha começa a emergir como o principal motivo de preocupação apontado por países como Portugal à proposta da Comissão Europeia, para reformar o sector do vinho. A questão surgiu quando os 27 ministros da Agricultura se reuniram em Bruxelas, para iniciar o debate político em torno da estratégia definida pelo Executivo comunitário para acabar com os excedentes no mercado interno.
As hostilidades contra a proposta da comissária (dinamarquesa) Mariann Fischer-Boel foram ontem abertas pelo ministro francês da Agricultura , ao considerar o texto 'um atentado contra a tradição' e 'identidade' da produção dos vinhos europeus, mas, logo a seguir, o ministro português, que preside ao Conselho Agrícola, admitiu que o fim dos direitos de plantação pode levantar problemas ao sector, em especial nas regiões demarcadas."
Este artigo pode ser lido na íntegra.

sábado, julho 14, 2007

"Seis anos de prisão para mentor de megafraude"

No Diario de Noticias de hoje, a jornalista Ilidia Pinto relata que "Seis anos e seis meses de prisão é a pena total acumulada a que o Tribunal da Régua ontem sentenciou Pedro Martha, o principal arguido do caso 'Douro Negro'. Administrador de três empresas de produção, engarrafamento e comercialização de vinhos de mesa, Pedro Martha foi considerado o 'mentor' de um esquema que passava pela produção e comercialização de vinhos do Porto em quantidades superiores às declaradas. Ou seja, culpado de crimes contra a genuinidade, de falsificação de documentos e de fraude fiscal.
Dos 94 arguidos, só oito foram condenados a penas de prisão, sendo que cinco têm penas suspensas até quatro anos. Heitor Carvalho e Luís Rodrigues foram os outros dois arguidos sentenciados a prisão efectiva, num total de quatro anos e quatros meses cada. Todas as 30 sociedades empresariais envolvidas no processo foram absolvidas, bem como 10 dos arguidos individuais.
Refira-se que Pedro Martha, que já cumpriu três anos, um mês e oito dias de prisão preventiva, foi ainda condenado a 8 400 euros de multa. A advogada do empresário anunciou que vai recorrer, por considerar a pena 'excessiva e desajustada'. O objectivo é que o seu cliente 'não tenha de cumprir uma pena efectiva de prisão'. Pedro Martha esteve detido no Estabelecimento Prisional de Lisboa entre 2002 e 2005, tendo saído um mês antes do início do julgamento.
Ontem, o colectivo de juízes absolveu todos os arguidos pronunciados por associação criminosa, o crime mais grave em julgamento. Das penas atribuídas, destaque ainda para coimas a vários arguidos que oscilam entre os 500 e os 2050 euros.
Dos cem arguidos iniciais, seis foram despronunciados porque o Tribunal da Relação do Porto determinou a incompetência do Tribunal da Régua para julgar ilícitos contra-ordenacionais. Devido às mais de mil páginas da sentença, o colectivo fez apenas uma leitura resumida do acórdão, que teve início cerca das 10.30 e acabou às 17.30."

quinta-feira, julho 12, 2007

Revisão contratual só é admitida quando ocorre vantagem excessiva para uma das partes

A revisão de contrato somente é admitida se o acontecimento que torna excessivamente onerosa a prestação de uma das partes se apresente como extrema vantagem para o contratante. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acolheu o pedido de uma empresa agrícola para que o contrato inicial, feito com produtor de soja, seja mantido. Ao analisar a questão, a Turma entendeu que o produtor, ao fixar o preço, certamente foi cauteloso em computar seus gastos e seu lucro razoável, de modo que, em vez de experimentar prejuízo com a alienação antecipada assegurou o ganho. A decisão é unânime, e segue entendimento da ministra Nancy Andrighi, relatora do caso.
Segundo dados do processo, nos dias 10 e 15 de maio de 2002, a empresa e o produtor celebraram contratos de venda e compra de safra futura de soja a preço certo. A entrega da mercadoria foi combinada, respectivamente, para 30 de março e 3 de maio de 2003, ao preço de R$ 21,00 e R$ 23,00 por saca de 60 quilos.
Ao argumento de terem sobrevindo acontecimentos imprevisíveis, como a eleição presidencial e a iminência de guerra no Oriente Médio, fatores que teriam ocasionado a elevação extraordinária do dólar frente ao real, o produtor ajuizou ação revisional de cláusulas contratuais, com pedido de tutela antecipada, contra a empresa. De acordo com ele, sua obrigação tornou-se excessivamente onerosa. Na ação, o produtor pedia a revisão dos contratos, para que a empresa fosse obrigada a pagar R$ 34,50 por cada saca de soja ou que sua obrigação fosse satisfeita pela entrega de apenas 2.136 sacas de soja, ao invés das três mil contratadas, mantendo-se o preço originalmente fechado.
A antecipação de tutela foi negada e, em primeira instância, o pedido foi negado, mantendo inalterados os termos do contrato. O juízo entendeu que o contrato de comercialização antecipada é uma modalidade de venda a termo na qual a aleatoriedade é a sua essência. O produtor não era obrigado a comercializar a soja por este meio, mas se o fez, foi com a certeza de que o negócio lhe renderia os lucros esperados.
O produtor apelou da sentença. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) deu provimento à apelação. Para o TJ nos contratos de execução continuada, se a prestação de uma das partes se torna excessivamente onerosa, com extrema vantagens para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, poderá o devedor pedir a resolução do contrato, os defeitos da sentença que o decretar retroagirão à data da citação.
Inconformada, a empresa recorreu ao STJ argumentando que a decisão ofendeu artigos do Código Civil, bem como divergiu da jurisprudência de outros Tribunais, ao decidir pela revisão do contrato em questão. Além disso, alegou que não há no processo provas que sustentem os fundamentos do acórdão do tribunal goiano.
Em sua decisão, a ministra Nancy Andrighi destacou que os riscos assumidos pelas partes quanto à variação do preço da mercadoria decorrem da própria natureza do contrato de venda e compra da safra futura a preço certo. Na data em que eles firmaram contrato, além da livre oscilação do dólar ser uma realidade de mercado, a ocorrência de altas e baixas, na cotação da moeda, sobretudo no longo prazo, era uma circunstância presumível, inclusive diante do cenário de eleições presidenciais e de eminência de confrontos armados no Oriente Médio.
Por fim, a ministra ressaltou que, ao assegurar a venda de sua colheita futura, é de se esperar que o produtor inclua nos seus cálculos todos os custos em que poderá incorrer, tanto os decorrentes dos próprios termos do contrato, como aqueles derivados das condições da lavoura.

Fonte: Superior Tribunal de Justiça

"Termo Vintage reservado para Vinho do Porto"

Como dá conta um Comunicado do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, "Numa decisão de superior qualidade jurídica o Tribunal de Comércio de Lisboa confirmou a recusa de registo de uma marca 'Vintage' para queijos.
O Tribunal entendeu que estava em causa uma 'menção tradicional específica utilizada para designar e qualificar o vinho do Porto (alínea c) do art. 11.º do Dec.-Lei 166/86, de 26.06) que se encontra reservada para vinho do Porto com características organolépticas excepcionais'. O Tribunal considerou que Vintage é uma menção 'associada pelo público consumidor a um produto de qualidade, certificado, que tem e satisfaz, determinadas características', pelo que não pode ser usada relativamente a um produto que não seja certificado. Admitir o inverso 'seria permitir o erro do consumidor sobre as características e qualidade do produto a que se encontra associada a referida expressão'.
Esta decisão – à semelhança de outras – vem confirmar os esforços desenvolvidos pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto na protecção das mundialmente prestigiadas menções tradicionais do vinho do Porto."

quarta-feira, julho 11, 2007

"Células estaminais com patentes e fins comerciais podem ser legais"

Nos termos de um artigo da jornalista Elsa Costa e Silva, publicado no Diário de Notícias de hoje, "A possibilidade de patentear descobertas relacionadas com células estaminais e de produção de linhas com fins comerciais está em cima da mesa. O regime jurídico em preparação - actualmente em discussão na sequência da apresentação de uma proposta de lei pelo Partido Socialista - proibia a 'produção com fins comerciais, de células, a partir da utilização de células estaminais'. No entanto, este é um tema que volta a estar em aberto.
Esta foi a posição assumida por Manuel Pizarro, coordenador da Comissão Parlamentar de Saúde, depois de começar a ouvir especialistas. Ontem, no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, vários cientistas abordaram a questão e o responsável socialista admite que os 'argumentos' foram de peso e que os vão obrigar a rever a questão da comercialização em matérias que envolvem células estaminais." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto está acessível na íntegra.

terça-feira, julho 10, 2007

"Codex adopta 44 medidas alimentares em defesa do consumidor"

Como dá conta o Diário Digital, "A Comissão do «Codex Alimentarius» da ONU aprovou 44 medidas alimentares em defesa dos consumidores, nomeadamente respeitantes à produção de ovos e ao vinho, informaram a FAO e a OMS num comunicado conjunto.
Estabeleceu-se ainda uma série de princípios de análise de riscos para ajudar os governos a criarem as suas próprias normas, informa o comunicado.
O Codex, organismo das Nações Unidas que estabelece normas sobre a qualidade e inocuidade dos alimentos, realizou a sua reunião anual na sede da FAO, em Roma, entre 02 e 07 de Julho e nela participaram 133 países.
As novas medidas aprovadas na reunião tiveram a assessoria científica das comissões de peritos da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS)." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto pode ser lido na íntegra.

"INAC promove workshop 'A Aviação e as Alterações Climáticas'"

O PressTur noticia que "A responsabilidade do sector da aviação perante as alterações climáticas e o impacto para o sector da sua inclusão no regime de comércio europeu de licenças de emissão são questões que vão estar em análise no workshop que o INAC, autoridade aeronáutica portuguesa, promove no próximo dia 18 em Lisboa.
A iniciativa, que decorrerá na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, insere-se nas iniciativas da Presidência portuguesa da União Europeia."
Este texto, incluindo o Programa do evento, está acessível aqui.

segunda-feira, julho 09, 2007

"Justiça de Roraima deve julgar se ação da União por ocupação de terra indígena será extinta"

"Por considerar que não é da competência do Supremo Tribunal Federal analisar o caso de uma suposta ocupação ilegal de área em reserva indígena em Roraima, o Ministro Ricardo Lewandowski decidiu, no último dia 29, remeter a matéria de volta para a Justiça Federal no Estado de Roraima.
A decisão se refere à Petição (PET nº 4.043) ajuizada pela União e a Fundação Nacional do Índio contra A.S.F. Ele teria ocupado o imóvel rural denominado Sítio Bom Futuro I, cuja área foi calculada em 70 hectares, e lá feito benfeitorias avaliadas em pouco mais de R$ 8,7 mil.
A União e a Funai alegaram que o chacareiro ocupou ilegalmente área das comunidades indígenas das etnias Macuxi e Wapixana e pediam a concessão de liminar para autorizar realização de depósito judicial, referente ao pagamento da indenização no valor das alegadas benfeitorias e, em consequência, proceder a retirada de A.S.F. do território indigena. Assim, conforme a União e a Funai, estariam reconhecidos o cumprimento da obrigação de indenizar e a posse indígena.
Como nos autos foi informado que o chacareiro há mais de dois anos desocupou o imóvel e aceitou o pagamento da indenização, foi requerida a extinção do processo. Diante disso, o Ministro Ricardo Lewandowski decidiu encaminhar os autos para a Justiça Federal de Roraima 'para que aprecie, segundo seu prudente arbítrio, o pedido de levantamento de depósito e a eventual extinção do processo'."
Fonte: STF.

domingo, julho 08, 2007

"Caça: Associações vão partilhar gestão de recursos com o Estado"

Segundo o AgroNotícias, "O ministro da Agricultura anunciou ontem que as associações de caçadores terão responsabilidades na gestão dos recursos cinegéticos, admitindo que, para tal, a percentagem do dinheiro das licenças de caça a atribuir às associações possa vir a crescer.
Anunciou ainda que o pagamento das licenças poderá vir a ser efectuado através de Multibanco, no âmbito das reformas do Simplex.
Falando aos jornalistas à margem de um almoço com algumas centenas de caçadores que hoje se reuniram em Quarteira, Jaime Silva remeteu para futuras negociações o estabelecimento da percentagem dos montantes cobrados pelas licenças, que actualmente é de 30 por cento. 'Vou ser simpático desse ponto de vista', ironizou quando questionado sobre o montante a atribuir às associações de caçadores, remetendo contudo o estabelecimento da percentagem para uma fase negocial."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

sábado, julho 07, 2007

Revista de Derecho Alimentario, Vol. 3 n° 25 (2007)

Entre los artículos y comentarios publicados en el n° 25 de la Revista de Derecho Alimentario (2007) destacan los siguientes:
  • Críticas a la Comisión por su Libro Blanco sobre Nutrición
- Opinión:
  • La Ley 7/2007, de 15 de marzo, de Calidad Agro-alimentaria de Castilla-La Mancha
- Doctrina:
  • Indicaciones geográficas y denominaciones de origen: interpretación y aplicación del Reglamento n° 510/2006
- Reseña de jurisprudencia del TPI:
  • El distintivo ecológico Der Grüne Punkt en Alemania: explotación abusiva de una posición dominante y barrera al acceso al mercado
Se incluyen también, como es habitual, las siguientes secciones:
  • El Derecho alimentario en el “Diario Oficial de la Unión Europea”
  • Bibliografía reciente: artículos de revista, libros, etc.

sexta-feira, julho 06, 2007

Mínimo Existencial X Direito Ambiental

Imóvel localizado em área de preservação ambiental tem energia elétrica cortada.
O TJRS confirmou decisão de primeiro grau que, nos autos de ação ordinária movida por Carmelito Rbeiro contra a empresa AES Sul Distribuidora de Energia S.A. e o Município de São Leopoldo, indeferira liminar de restabelecimento do fornecimento de energia elétrica. Para o autor, que manejou agravo de instrumento ao TJRS, o corte da energia elétrica teria sido ilegal, não tendo ele sido previamente avisado. Defendeu ele que antes do corte deveria ter sido instaurado procedimento administrativo, com a oportunização da ampla defesa, e negou que o seu imóvel estivesse localizado em uma área de preservação ambiental.
O TJRS não acolheu as razões do recorrente, porque o art. 90, inc. IV, da Resolução nº 456/00 da Aneel admite a suspensão do fornecimento de energia elétrica por motivos de segurança nas instalações da unidade consumidora, que “ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens”. Segundo documentos dos autos, o corte da energia elétrica foi solicitado à concessionária pela Secretaria do Meio Ambiente do Município de São Leopoldo em razão de haver contadores de energia próximos ao Sistema da Macro-drenagem Urbana e Proteção Contra as Cheias daquele município.
Para a relatora, desembargadora Rejane Maria Dias de Castro Bins, "a preocupação daquele órgão, ao que tudo indica, assenta-se no fato de o local onde está localizada a unidade consumidora ser zona com risco de inundação, por estar dentro dos limites do sistema supra-referido."
Além do mais, os julgadores do TJRS asseveraram que não estava esclarecida a situação do imóvel em questão, porque o proprietário não comprovou a sua regularidade, mas há nos autos documento da Secretaria do Meio Ambiente atestando que o mesmo se localiza em área de preservação permanente. E concluiu a relatora: "por muito difícil que seja passar sem energia elétrica, e isso é perfeitamente compreensível, não se pode impor à concessionária o fornecimento do serviço contra a segurança, quando as condições físicas do local puderem acarretar danos às suas instalações e aos próprios consumidores." (Proc. nº 70019394089 - com informações do TJRS).

XXXVIII Reunión Anual de la AAEA


quinta-feira, julho 05, 2007

"Sociedad de consumo y agricultura biotecnológica"

María José Cazorla González y Ramón Herrera Campos, "Sociedad de consumo y agricultura biotecnológica". Universidad de Almería, Almería (2006) 83 págs.

Entre los diversos capítulos que componen esta obra colectiva, en homenaje al profesor Agustín Luna Serrano, destacan los siguientes:
  • La actual situación de entrada de transgénicos en la Unión Europea: el supuesto del maíz BT-10, por David L. Morillas Fernández.
  • ¿Cómo se garantiza la seguridad de los organismos modificados genéticamente?, por Juan Manuel Ballesteros González.
  • El etiquetado de los productos con OMG y el derecho de información al consumidor en el ámbito de la Unión Europea, por María Angustias Martos Calabrús
  • Etiquetado y presentación de los productos alimenticios, por Francisco Millán Salas.
Para más información: http://www.ual.es/Universidad/Publicaciones/

"UE recua na proposta de arranque das vinhas"

Como dá conta um artigo do jornalista Fernando de Sousa no Diário de Notícias de hoje, "A Comissão Europeia reduziu a metade a sua proposta de arranque de vinhas, no quadro de um plano para responder à concorrência de outras partes do mundo.
Segundo um plano, ontem apresentado em Bruxelas, a Comissão propôs o arranque de 200 mil hectares de vinha de baixa qualidade em toda a UE, em contraste com a intenção anterior de abranger 400 mil hectares. Essa ideia inicial acabaria por ser atenuada perante fortes reacções de Estados-membros e produtores.
Ao mesmo tempo, foi proposto que fiquem disponibilizadas verbas significativas para apoio a produtores que concordem em arrancarem vinha, a par de 120 milhões por ano, destinados à promoção dos vinhos europeus no estrangeiro. A comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer Boel, fez questão de sublinhar que os produtores apenas arrancarão a vinha 'a título voluntário'. O orçamento total passará de 623 milhões de euros, em 2009, para 830 milhões, a partir de 2015. Quanto ao montante disponível para cada Estado-membro, dependerá da superfície das suas vinhas, da sua produção e do histórico das despesas correspondentes."
Esta peça pode ser lida na íntegra.

quarta-feira, julho 04, 2007

"Reforma da PAC: a reforma do sector do vinho ajudará a Europa a reconquistar mercados"

De acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão Europeia adoptou hoje propostas para uma ampla reforma da organização comum do mercado vitivinícola. Tais propostas dão seguimento a mais de um ano de debate com todas as partes sobre as ideias lançadas na comunicação de Junho de 2006. Os objectivos são o aumento da competitividade dos produtores comunitários, a reconquista de mercados, o equilíbrio entra a oferta e a procura, a simplificação das regras, a preservação das melhores tradições da produção vitivinícola europeia, o reforço do tecido social das zonas rurais e o respeito do ambiente. Um elemento essencial da reforma é a melhor utilização do orçamento (1,3 mil milhões de euros), que se manterá ao nível actual. De acordo com as propostas, todas as medidas ineficientes de apoio do mercado – ajudas diversas à destilação, ajuda à armazenagem privada, restituições à exportação - serão abolidas desde o primeiro dia. Será proibida a adição de açúcar para enriquecer o vinho – chaptalização – e será paralelamente abolida a ajuda ao mosto para enriquecimento, introduzida para compensar os custos superiores aos da chaptalização. A destilação de crise será substituída por duas medidas de gestão de crise, pagas pelos envelopes financeiros nacionais. Será dedicado muito mais dinheiro à promoção dos vinhos europeus, especialmente em mercados dos países terceiros. Durante um período transitório de cinco anos, serão mantidas as restrições à plantação e os produtores não competitivos terão a possibilidade de deixar o sector com um apoio financeiro atraente. Após 2013, serão levantadas as restrições à plantação, a fim de permitir aos produtores competitivos optar por uma expansão da sua produção. As regras de rotulagem serão simplificadas, certas práticas enológicas aceites por todos os países produtores na Organização Internacional da Vinha e do Vinho serão adoptadas pela UE e a política de qualidade basear-se-á numa abordagem de origem geográfica. Os Estados-Membros receberão um envelope financeiro nacional, associado a uma lista de acções, que lhes permitirá adoptar as medidas mais adequadas à situação local. Será atribuído mais dinheiro ao desenvolvimento rural, para financiar, entre outras medidas, a instalação de jovens vitivinicultores e a protecção do ambiente."

Este Comunicado foi distribuído nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

"Lida hoje sentença de megafraude no vinho"

No Jornal de Notícias de hoje, Almeida Cardoso relata que "Às nove horas e trinta minutos de hoje deverá ser conhecido o acórdão do Tribunal de Peso da Régua, sobre o caso 'Douro Negro. A leitura será proferida por um colectivo de juízes, no Pavilhão do Complexo Desportivo dos Remédios, em Lamego, local escolhido pela exiguidade das instalações do Tribunal de Peso da Régua para receber os 112 arguidos do processo, que depois passou para uma centena. Destes, 63 são individuais sendo os restantes empresários.
Para este espaço a PSP de Lamego montou um esquema de segurança apertado que será mantido durante a sessão. Todos os caminhos que vão dar a este local, nos Remédios, estão sob vigilância. Aliás esta disposição foi a verificada no dia do início do julgamento, que ocorreu em 10 de Janeiro de 2006.
Em causa está a falsificação de vinho do Porto, fraude fiscal, contrafacção de selos do IVDP e uma panóplia de outros crimes, onde se inclui associação criminosa, falsificação de documentos e atentado contra a genuinidade, qualidade ou composição de géneros alimentícios." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido em texto integral.

Calcula-se que fossem desviados dos cofres do Estado cerca de 3, 5 milhões de euros."

terça-feira, julho 03, 2007

"Comissão organiza audição pública sobre aplicação da estratégia relativa às emissões de CO2 provenientes dos automóveis de passageiros"

Segundo a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão Europeia vai realizar uma audição pública a 11 de Julho de 2007 sobre a aplicação da sua nova estratégia destinada a reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) dos novos automóveis e furgonetas vendidos na União Europeia. A nova estratégia, proposta em Fevereiro de 2007, visa alcançar, por meio de uma abordagem integrada, o objectivo da UE de uma emissão média de 120 g de CO2/km nos novos veículos, até 2012. A audição procura reunir opiniões e ideias de todas as partes interessadas sobre opções possíveis para elaborar os diversos componentes legislativos da abordagem integrada."

Este Comunicado está acessível nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

sábado, junho 30, 2007

"Bananas: Washington pede à OMC para analisar importações da UE"

O AgroNotícias dá conta que "Os Estados Unidos pediram a arbitragem da Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre o regime de importações de bananas da União Europeia (UE), indicaram hoje os serviços da Representante norte-americana para o Comércio.
Os Estados Unidos pediram a constituição de um grupo de peritos da OMC para examinar se o regime de importações de bananas da UE viola as obrigações assumidas com a organização multilateral, precisou a representante norte-americana em comunicado.
Os Estados Unidos procuram saber se o regime de importações europeu não lesa os produtores de bananas dos países da América Latina, em violação do compromisso assumido perante a OMC, precisa o comunicado.
Washington segue assim os passos do Equador, que apresentara queixa na OMC contra a União Europeia em Novembro."

sexta-feira, junho 29, 2007

"UE2007.PT: Agricultura e Mundo Rural não constam das prioridades da Presidência Portuguesa da UE"

O AgroNotícias assinala que "Agricultura ou Mundo Rural são termos que não constam da apresentação do Programa da Presidência Portuguesa da União Europeia, efectuada ontem na Assembleia da República pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, ou do documento 'Prioridades da Presidência Portuguesa' disponibilizado no sítio da Presidência.
Por seu lado a Pesca é referida no âmbito do tema 'Assuntos do Mar', pretendo a Presidência iniciar o debate sobre a proposta legislativa da Comissão relativa à Pesca.
Por outro lado, temas relacionados e para o quais a Agricultura e o Mundo Rural dão um contributo decisivo, constam das prioridades: Padrão Energético e Ambiente Sustentável; Ambiente; Biodiversidade.
Na temática Ambiente a Presidência portuguesa prosseguirá a necessária concertação preparatória da Conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas, em Bali. No âmbito da UE, serão abordadas as questões da escassez da água e das situações de seca em relação com as alterações climáticas já que se tratam de fenómenos devastadores que requerem uma abordagem comum e mecanismos de resposta adequados." (As hiperligações foram acrescentadas)

quinta-feira, junho 28, 2007

Novedad editorial: Psicología de los trastornos de alimentacion

● María Pilar Quiroga Méndez, "Psicología de los trastornos de alimentación". Universidad Pontificia de Salamanca, Salamanca (2007) 295 págs.

Los trastornos de la alimentación constituyen una de las epidemias de nuestro siglo, existen miles de personas enfermas de un trastorno mental imbricado en la sociedad, que afecta al bienestar físico y psicológico, y que puede ocasionar la muerte.. Desde la disciplina psicológica se pueden tener en cuenta la mayoría de los aspectos comprometidos en esta enfermedad: aspectos cognitivos, emocionales, de comportamiento, inconscientes, sociales y familiares, todas estas dimensiones psicológicas aportan una comprensión global del fenómeno y de sus derivaciones, que se traduce en diferentes propuestas terapéuticas.

En esta obra se tratan los aspectos centrales para la comprensión de esta enfermedad, y también los modos de aproximación terapéutica al trastorno desde todas las perspectivas posibles, por ello esta publicación contribuye a la compresión, y establece un marco en el cual conviven diferentes perspectivas y diversos modos intervención, enriqueciendo y aportando soluciones, que configuran una valiosa y real Psicología de los trastornos de la alimentación.

"Manuel Pinho apresenta hoje sistema de certificação energética dos edifícios"

O Diário Económico adianta que "O ministro da Economia, Manuel Pinho, apresenta hoje um novo sistema que vai obrigar a que todos os pedidos para licenciamento de edifícios com mais de 1000 metros quadrados sejam, a partir de 1 de Julho, acompanhados por um certificado de eficiência energética, que deverá custar cerca de 500 euros.
O Sistema de Certificação Energética e de Qualidade do Ar Interior dos Edifícios é um dos principais instrumentos que o Governo quer implementar para promover a eficiência energética no país.
O novo sistema de certificação tem como objectivo aumentar em mais de 30% a eficiência energética dos edifícios e obriga a que, no futuro, todos as novas construções tenham, à semelhança do que acontece com os electrodomésticos, um certificado que caracteriza o consumo energético do edifício.
A aplicação do Sistema de Certificação Energética será feita em três fases. A primeira, que começa a 1 de Julho deste ano, abrange os novos edifícios destinados à habitação com área útil superior a 1000 metros quadrados e os edifícios de serviços novos ou que sejam objecto de grandes obras de remodelação. A segunda, que começa a 1 de Julho de 2008, abrange todos os edifícios novos, independentemente da sua área ou utilização. A terceira fase tem início a 1 de Janeiro de 2009 alargando-se o sistema de certificação a todos os edifícios." (A hiperligação foi acrescentada)

quarta-feira, junho 27, 2007

"Comissão Europeia move acção judicial contra Portugal por incumprimento de requisitos Euratom"

De acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "A Comissão Europeia instaurou hoje no Tribunal de Justiça uma acção contra Portugal, por incumprimento de algumas obrigações Euratom relacionadas com procedimentos administrativos obrigatórios no âmbito das actividades do Reactor Português de Investigação instalado no Instituto Tecnológico e Nuclear, em Sacavém, Lisboa.
A Comissão considera que os procedimentos administrativos relacionados com o licenciamento do reactor de investigação – e, em especial, a análise e a aprovação dos planos de descarga dos efluentes radioactivos – não estão em conformidade com a regulamentação da UE.
Nos termos desta regulamentação, cada Estado-Membro deve assegurar a melhor protecção possível da população e aplicar os princípios fundamentais que regulam a protecção operacional desta. Os Estados-Membros devem, por conseguinte, assegurar a detecção e a eliminação dos factores que, no decurso de operações que envolvam exposição a radiações ionizantes, possam criar risco de exposição da população.
Tendo examinado a resposta das autoridades portuguesas ao seu parecer fundamentado – última etapa antes do recurso ao Tribunal de Justiça –, a Comissão estabeleceu que as disposições actuais não são ainda adequadas e decidiu remeter a questão ao Tribunal de Justiça."

terça-feira, junho 26, 2007

Publicação (Brasil)

Saiu o volume de “Direito Ambiental: perguntas e respostas” (291p), escrito por Sandro D'Amato Nogueira, da coleção Estudos Direcionados, com coordenação de Fernando Capez e publicação da Editora Saraiva. A Coleção Estudos Direcionados fornece um material específico, completo, claro e objetivo, destinado a todas as pessoas que desejam preparar-se para as provas da OAB e para todos os demais concursos públicos que exijam o conhecimento dos diversos ramos do Direito. Trata-se de uma das coleções mais completas da atualidade, abrangendo matérias presentes em concursos estaduais e federais. Pergunte à Valéria Zanocco ou ao Humberto Basile.

"Selo sublinha orgulho em castas portuguesas"

Segundo o AgroNotícias, "Paulo Laureano, um dos mais prestigiados enólogos portugueses, lança selo para vinhos produzidos apenas com castas portuguesas, sublinhando o orgulho em trabalhar com matérias-primas 100% nacionais.
O selo que aparece agora nos vinhos produzidos sob a chancela do reputado enólogo, combina um cacho de uvas com o escudo nacional, sublinhando o retorno a um modus operandi que tira partido daquilo que as nossas uvas têm de melhor.
'As castas autóctones do nosso país desenvolvem-se melhor e de forma preferencial nos nossos solos e no nosso clima. Para estas castas, Portugal é o seu habitat de eleição ao mesmo tempo que confere uma identidade única aos nossos vinhos. E essa é uma vantagem de que devemos tirar proveito para produzirmos melhores vinhos. Néctares únicos e diferentes dos produzidos noutros países.' São as palavras de Paulo Laureano, um acérrimo defensor das castas nacionais como forma de diferenciação dos nossos vinhos em mercados estrangeiros.
Para este enólogo, a defesa das castas nacionais é mais do que a defesa de um património cultural português, é também a melhor forma de vender vinhos portugueses em mercados estrangeiros. 'Apostar nas nossas castas é apostar na diferenciação e, acredito, é deste modo que os nossos vinhos podem ter mais sucesso no mercado internacional', afirma Paulo Laureano. Desta forma, este selo que agora foi colocado pretende traduzir de forma clara a filosofia de produção da empresa e marcar uma nova postura não só no mercado interno, mas também no competitivo mercado internacional dos vinhos."

segunda-feira, junho 25, 2007

Estudante de Biologia obtém dispensa judicial das aulas que usam animais

Um aluno da Ufrgs obteve liminar inédita que garante o direito à objeção de consciência para que ele não assista a práticas com animais e receba atividades alternativas. Leia mais.

Homem que mutilou cachorro é condenado a pena de oito meses

Relata o site Espaço Vital que um lavrador decepou as duas patas traseiras do cão que atacou uma galinha no quintal da chácara onde vive. Leia mais

UE: Informe de la Comisión sobre el tratamiento de alimentos con radiación ionizante correspondiente al año 2005



En dicho documento se precisa que en 2005 existían instalaciones de irradiación autorizadas en diez Estados miembros de la UE. No obstante, sólo ocho Estados miembros facilitaron la información solicitada con respecto a las categorías de alimentos tratados, las cantidades o las dosis: «en consecuencia, no se conoce la cantidad precisa de alimentos irradiados en la UE en 2005».

Entre los Estados miembros que no enviaron información se encuentra España.

"Novo fracasso nas negociações da OMC"

De acordo com o AgroNotícias, "As negociações iniciadas entre Brasil, Índia, União Europeia (UE) e Estados Unidos da América (EUA), com vista à obtenção de um novo acordo agrícola no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), foram interrompidas no dia 21 de Junho sem que tenha sido atingido consenso.
Os ministros da Agricultura e do Comércio dos quatro estavam reunidos desde dia 19 em Postdam, na Alemanha, com o intuito de traçar novas directrizes relativas ao corte de subsídios para a agricultura e à redução das barreiras alfandegárias para aqueles produtos.
O corte nas negociações, que deviam prolongar-se até ao final da semana passada, pode reforçar ainda mais o bloqueio da chamada Ronda de Doha da OMC - que visa a liberalização do comércio mundial."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

domingo, junho 24, 2007

"Portugal no topo dos infractores ambientais da Europa"

No Diário de Notícias de hoje, a jornalista Rita Carvalho dá conta que "A Comissão Europeia está a analisar 48 casos de infracções ambientais cometidas pelo Estado português. Destes, 28 foram já notificados por Bruxelas como casos de incumprimento da legislação comunitária e vinte estão em processo de esclarecimento. Situação que coloca o país no quinto lugar da lista dos mais infractores, atrás de países com território, recursos e população muito superiores.
Os números são de facto elevados para um país pequeno como Portugal, ainda mais tendo em conta que os Estados que estão no topo da lista têm uma dimensão superior: França, Espanha e Itália. Mas podem ser considerados reveladores de uma melhoria se tivermos em conta que em 1998 o país ocupava o topo da tabela."
Este artigo está acessível em texto integral.

sábado, junho 23, 2007

"Benguela: Sobas recebem cabeças de gado"

Segundo o AngolaPress, "Noventa e oito sobas do município do Chongoroi, a 150 quilómetros da cidade de Benguela, receberam, nesta quinta-feira, 193 cabeças de gado bovino para o fomento da agro-pecuária na localidade.
Segundo o regedor municipal, Feliciano Kameia, caberá a cada autoridade tradicional, nesta primeira fase, duas cabeças de gado e, após dois anos, os beneficiários deverão devolver uma, para beneficiar sobas e séculos de outras regiões. Feliciano Kameia disse que a aquisição do gado insere-se no programa da Associação das Autoridades Tradicionais da província de Benguela, que projecta melhorar as condições básicas dos sobas e seculos na região.
Adiantou que em 2006, as autoridades tradicionais do mesmo município receberam motorizadas, com vista a facilitar os seus contactos com as populações.
No município do Chongoroi estão controlados 98 autoridades tradicionais, entre regedores, sobas e seculos."

quarta-feira, junho 20, 2007

Novedad editorial: "Le droit à une alimentation adéquate"

● Comité européen de droit rural, "Le droit à une alimentation adéquate: Bilan de la PAC". L'Harmattan, París (2006) 348 págs.

Lors de son XXIIIè congrès, le Comité européen de droit rural a évoqué un thème nouveau, "Le droit à une alimentation adéquate et ses aspects juridiques". La deuxième commission, elle, s'est intéressée aux "conséquences de la nouvelle révision de la politique agricole commune sur l'exploitation et la propriété agricole". La table ronde, enfin, a consacré son travail aux coopératives agricoles, leur évolution, leur portée et leurs perspectives. Cet ouvrage en propose un compte rendu en français, en anglais et en allemand.

terça-feira, junho 19, 2007

Publicação (Brasil)

É a segunda edição de “Responsabilidade Civil Pós-Contratual: no Direito Civil, no Direito do Consumidor, no Direito do Trabalho e no Direito Ambiental” (178p), escrito por Rogério Ferraz Donnini e publicado pela Editora Saraiva. Nesta obra, o autor defende que mesmo após a extinção do contrato permanecem deveres implícitos que, se não observados, podem ensejar a responsabilização da parte que os descumpriu. Para fundamentar tal teoria, desenvolve os conceitos de boa-fé objetiva, função social do contrato e dignidade da pessoa humana, solidariedade, igualdade e justiça social. A compreensão do tema se completa ao se dimensionar o panorama do direito obrigacional atual no direito pátrio e estrangeiro. O estilo objetivo do autor confere um aprendizado rápido e eficaz do tema. A Valéria Zanocco ou Humberto Basile podem dizer mais.

"Áreas protegidas terrestres e marinhas em avaliação no Conselho Nacional do Ambiente"

A Semana online noticia que "O Conselho Nacional do Ambiente, criado em 2005, reúne-se hoje pela segunda vez, avaliando, entre outros assuntos, a implementação dos projectos das áreas protegidas terrestres, conservação marinha e costeira.
A IIª reunião do CNA acontece hoje, a partir das 16 horas, no gabinete do Ministério do Ambiente e Agricultura, na Praia.
Para além de fazer o ponto da situação relativamente aos projectos das áreas protegidas, nesta reunião serão aprovados os relatórios de implementação do PANA II dos anos 2005 e 2006 e será feito o resumo do terceiro relatório de biodiversidade.
O CNA vai ainda fazer a revisão da legislação ambiental nacional." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

Curso "Alimentación y ciencias sociales"

- 16, 17, 18 y 19 de julio de 2007: Pola de Laviana (España)

Curso "Alimentación y ciencias sociales"

Para más información:
http://directo.uniovi.es/postgrado/cabecera_ep.asp?Curso=2006&IdPrograma=2636

segunda-feira, junho 18, 2007

"A Agricultura Portuguesa na PAC - balanço de duas décadas de integração 1986-2006"

A Almedina, de Coimbra, lançou hoje um novo livro do Eng.º J. A. Santos Varela, um dos principais negociadores da Adesão de Portugal à, então, Comunidade Económica Europeia, em matéria agrícola e autor de algumas das mais importantes Obras no que se refere às implicações internas da Política Agrícola Comum.

No precisos termos da respectiva apresentação, "Com este livro o leitor faz uma viagem no tempo através da Agricultura portuguesa e da Política Agrícola Comum (PAC). O leitor fica a conhecer, por forma resumida e concreta, quer as condições agrícolas em que estávamos antes do nosso pedido de Adesão à, então, CEE; quer aquilo que se passou durante as Negociações (1978-1985) e as regras da PAC nessa época e durante o período de transição (1986-1995). A melhor forma de enfrentar o futuro é conhecer o passado recente e fazer as correcções de rota necessárias. Por isso, neste Balanço o autor avalia com rigor, aquilo que se fez em termos de investimento na nossa agricultura e a forma como evoluíram os preços agrícolas e o rendimento dos agricultores portugueses (1986-2006). E encara o futuro da nossa Agricultura pela positiva."

"UE e Estados Unidos chegam a acordo para reduzir poluição dos aviões"

O Público Última Hora relata também que "A Comissão Europeia e a Administração americana da Aviação Civil (FAA, sigla em inglês), anunciaram hoje no salão de aeronáutica de Bourget, perto de Paris, uma iniciativa comum para reduzir as emissões poluentes, chamada AIRE.
A iniciativa AIRE (Atlantic Interoperability Initiative to Reduce Emissions) surge no âmbito de um acordo de cooperação entre a Comissão e a FAA para coordenar os programas de modernização do controlo aéreo: SESAR do lado europeu e Nextgen do lado americano.
Marion Blakey, administradora da FAA, e Jacques Barrot, vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelos Transportes, indicaram que o plano de acção transatlântico visa 'optimizar os tempos de espera' e tentar reduzir as emissões de gases e o ruído durante a fase de aterragem.
Os dirigentes de companhias americanas como a Delta e Federal Express, ou das europeias SAS já realizaram experiências com sucesso nos aeroportos de Atlanta, Louisville e Estocolmo. Os testes de 'bons procedimentos' vão generalizar-se nos dois lados do Atlântico nos próximos meses.
'Devemos conseguir tirar as conclusões e formalizar melhor os nossos acordos, talvez no próximo ano', disse Barrot. 'Estamos no bom caminho, (...) isto pode tornar-se um modelo', garantiu Blakey.
Barrot lembrou que a Comissão decidiu, na semana passada, apoiar os esforços de investigação realizados pelos profissionais do transporte aéreo no programa Cleansky, com 800 milhões de euros, ou seja, o mesmo montante que os profissionais."

Nota: para mais desenvolvimentos sobre esta matéria, vide o correspondente Comunicado da Sala de Imprensa da U.E., apenas distribuído nas Línguas Inglesa, Francesa e Alemã.

domingo, junho 17, 2007

Prêmio Nobel afirma que etanol proveniente do milho polui mais

O prêmio Nobel de Química, o cientista mexicano Mario Molina, declarou que biocombustíveis como o etanol podem poluir mais se a sua produção for à base de milho, como fazem os Estados Unidos, que está impulsionando a sua fabricação em larga escala. Molina disse que é mais conveniente usar a cana-de-açúcar para produzir o etanol, a exemplo do Brasil, a fim de proteger o meio ambiente. "Se o etanol for produzido da maneira feita pelos Estados Unidos, a partir do milho, os benefícios ambientais serão irrisórios e, em alguns casos, até poderiam ser considerados negativos", advertiu Molina, que recebeu o prêmio Nobel por suas investigações sobre a camada de ozônio. Molina lançou essas advertências durante uma conferência que abriu o seminário "Mudança Climática e Meios de Comunicação", que aconteceu na capital mexicana, como parte do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
O especialista disse que o etanol reduz a emissão de dióxido de carbono, mas a sua produção gera um aumento no consumo de combustíveis fósseis, como o óxido nitroso, produzido por fertilizantes, e que é "300 vezes mais potente que o dióxido de carbono na intensificação do efeito estufa". "A produção do etanol pode ser positiva, caso tenha a cana-de-açúcar como matéria-prima, à maneira do Brasil", afirmou Molina.
O Congresso mexicano aprovou em 26 de abril a Lei do Desenvolvimento de Bioenergéticos, que permitirá utilizar o etanol como oxidante de combustíveis fósseis derivados do petróleo. Agora o debate está focado no tipo de produto que servirá de base para a produção do etanol. O México não é auto-suficiente na produção de milho, base da dieta nacional.
Fonte: DCI, seção Capa - 13/06/2007.

"Produtores de gado querem marca de raças"

Como dá conta Miguel Rodrigues no Jornal de Notícias de hoje, "A Subcomissão Parlamentar de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas vai propor a criação de uma portaria que permita a criação de uma marca 'raça autóctone' de forma a que os consumidores identifiquem que estão perante um tipo de carne proveniente de raças portuguesas, revelou o deputado do CDS-PP, Abel Baptista. Os elementos dos diversos partidos da subcomissão visitaram esta semana diversas entidades ligadas à produção e comercialização de raças autóctones do Minho, nomeadamente em Ponte de Lima e Ponte da Barca.
O que 'constatámos é que existem bons níveis de produção no que diz respeito à investigação, com os produtores a trabalharem em conjunto com os meios universitários mas, por outro lado, identificou-se uma falha ao nível da distribuição e do marketing', afirmou o deputado eleito por Viana do Castelo. 'Os produtores alertaram-nos para a necessidade de se criar uma marca que identifique as raças autóctones para que ela seja identificada de imediato pelos consumidores', disse Abel Baptista que assim considera 'pertinente a sensibilização do Governo para a criação de uma portaria que permita tal'." (As hiperligações foram acrescentadas)

quinta-feira, junho 14, 2007

"Açores: Tribunal recusa suspender regime de pesca"

Segundo o Diário Digital, "O Tribunal de Primeira Instância das Comunidades Europeias negou provimento a um pedido do governo açoriano de concessão de medidas provisórias para suspender o novo regime de pescas para as águas dos Açores, num despacho hoje divulgado.
Assim, os pesqueiros de outras nacionalidades podem continuar a capturar atum e de espécies de fundo nas águas dos Açores.
Segundo o despacho do presidente do tribunal, «os Açores não provaram a necessidade de medidas provisórias para evitar prejuízos graves e irreparáveis iminentes para o meio marinho ou para a economia» do arquipélago."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

quarta-feira, junho 13, 2007

"Defesa do meio ambiente dá o tom à SPFW"

"Medidas compensatórias de emissão de carbono, reciclagem e sustentabilidade estão na moda e servem de pano de fundo para o São Paulo Fashion Week. Serão plantadas 4.500 árvores em São Carlos para neutralizar os efeitos poluentes do evento - na prática conhecida como carbon free. Entram na conta, gastos com água, luz e transporte, não só dos envolvidos na semana de moda, como do público. O prédio da Bienal, onde ocorrem os desfiles a partir de hoje, já está abastecido com geradores a biodiesel - o que permite redução de 70% no consumo.
[...]
Nos corredores, há lixeiras para a coleta seletiva da ONG Reciclagem. Assinada por Daniela Thomas e Fellipe Tassara, a cenografia do evento terá como base papelão reaproveitado de edições anteriores. Até as antigas torneiras dos banheiros da Bienal foram trocadas por modelos modernos, com sensores, para evitar desperdício de água."
Leia a notícia completa em Yahoo!Notícias.

terça-feira, junho 12, 2007

"Alimentos biológicos: Novo regulamento para dar novo impulso ao desenvolvimento do sector na Europa"

Segundo o AgroNotícias, "Os Ministros da Agricultura da União Europeia chegaram hoje a um acordo político sobre um novo regulamento relativo a produção biológica e rotulagem, mais simples para agricultores e consumidores. As novas regras estabelecem um conjunto de objectivos, princípios e regras básicas em matéria de produção biológica, e incluem um novo regime de importação permanente e um regime de controlo mais coerente.
A utilização do logótipo biológico da UE será obrigatória, embora este possa ser acompanhado de logótipos nacionais ou privados. O local de cultivo dos produtos tem de ser indicado para informação dos consumidores. Os alimentos só poderão ostentar um logótipo biológico se 95% dos ingredientes (no mínimo) forem biológicos. Em contrapartida, tratando-se de produtos não biológicos, a menção de ingredientes biológicos só será permitida na lista de ingredientes. Continuará a ser proibida a utilização de organismos geneticamente modificados. Passará a ser explicitado que o limite geral de 0,9 % de OGM provenientes de contaminações acidentais é igualmente aplicável aos produtos biológicos. Não haverá mudanças na lista das substâncias autorizadas na agricultura biológica. As novas regras criam igualmente a base para aditar regras em matéria de aquicultura, vinho, algas e leveduras biológicos. Na segunda parte deste exercício de revisão, e com base no novo regulamento, as regras rigorosas e pormenorizadas existentes serão transferidas do antigo para o novo regulamento."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

"Agricultores apresentaram 227 mil candidaturas 'online'"

O Diário de Notícias de hoje dá conta que "O ministro da Agricultura, Jaime Silva, considerou ontem um sucesso o sistema de candidaturas online a subsídios que podem atingir 600 milhões de euros, tendo recebido 227 mil processos até sábado, dia em que terminou o prazo.
'Funcionou lindamente', salientou o ministro, referindo que as confederações de agricultores cumpriram o contrato feito com o Governo de auxiliar candidatos e para o qual receberam 5,5 milhões de euros. 'A maioria das confederações fez um excelente trabalho no cumprimento do contrato de prestação de serviço', sublinhou.
O Governo tinha calculado um número de candidaturas a subsídios da União Europeia entre 210 e 220 mil. Segundo o calendário oficial, o prazo da atribuição das verbas decorre entre 1 de Dezembro e 30 de Junho de 2008, mas o Governo poderá antecipar a entrega das verbas quando estiverem pelo menos 5% de controlos efectuados."

segunda-feira, junho 11, 2007

"O MST e a Constituição"

Autora: Delze dos Santos Laureano
ISBN: 978-85-7743-033-8
Edição: 1
Número de páginas: 232
Preço: R$ 15,00

A riqueza do livro está na apresentação e discussão da hermenêutica constitucional e infraconstitucional, defendendo, com maestria, a solução fundada na força normativa dos princípios constitucionais, sobretudo quando as questões postas a decidir envolvem a dignidade, o direito ao trabalho, o princípio da função social da terra, em suma, temas fundamentais presentes nos diversos litígios coletivos pela posse da terra rural.
SUMÁRIO
Prefácio de José Luiz Quadros de Magalhães
Apresentação
Notas introdutórias
Método de pesquisa e o Direito
A história de resistência que inspira as ações do MST
MST - um novo sujeito social
Qual reforma agrária
Teoria da Constituição e hermenêutica - a correta interpretação das normas constitucionais que tratam das questões agrárias
A legitimação da luta pela terra
Considerações finais
Fonte:
Editora Expressão Popular.

"Conselho da Agricultura: acordo sobre um uso mais claro da denominação de venda 'vitela'"

De acordo com a Sala de Imprensa da U.E., "Os ministros da agricultura da União Europeia acordaram hoje na clarificação das condições de comercialização da carne de bovinos de idade não superior a doze meses. As novas regras exigirão a utilização de denominações de venda estabelecidas para esta carne nos vários Estados-Membros, associada a uma indicação da categoria de idade dos animais aquando do abate. O objectivo destas regras consiste em tornar o mercado mais transparente e ajudar os consumidores a reconhecer precisamente a carne que adquirem. A alteração segue-se a longas discussões com todas as partes interessadas, incluindo uma consulta através da Internet sobre o significado que o termo 'vitela' tem para os consumidores, surgindo na sequência dos pedidos do sector comercial e dos Estados-Membros de que fossem instituídas regras mais claras que permitissem reflectir os diferentes sistemas de produção dos diversos Estados-Membros. Estas regras contribuirão para melhorar o funcionamento do mercado único e fornecer uma melhor informação aos consumidores."

Este Comunicado foi distribuído nas Línguas Portuguesa e Espanhola.

"Livro aponta áreas prioritárias para proteção do meio ambiente"

"Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira é o título do livro recentemente lançado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em homenagem aos dias internacionais da Biodiversidade (22 de maio) e do Meio Ambiente (5 de junho).
A elaboração da publicação, que traz áreas vegetais prioritárias para proteção e conservação da biodiversidade, foi aprovada pela Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) e por uma portaria do MMA que determina que as áreas prioritárias reconhecidas pelo ministério devem ser utilizadas como instrumento para a criação de políticas públicas.
O livro, que tem cerca de 400 páginas, traz informações sobre a metodologia de coleta dos dados e um sumário com resultados e recomendações de ações prioritárias para cada um dos seis biomas analisados – Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pampas –, incluindo as regiões de zona costeira e marinha."
Leia a matéria completa no Boletim NEAD n. 380.

domingo, junho 10, 2007

Revista de Derecho Alimentario, Vol. 3 n° 24 (2007)

En el sumario del n° 24 de la Revista de Derecho Alimentario (2007) destacan los siguientes artículos y comentarios:
  • EFSA publica una guía para preparar dossieres de autorización para las alegaciones de salud
  • Opinión:
- Los límites de la publicidad comparativa referente a productos con denominación de origen: la sentencia Malheur Brut Réserve
  • Doctrina:
- El Reglamento (CE) 1924/2006 y sus periodos transitorios (ut ne quando…)
  • Reseña de jurisprudencia del TJCE: Marca comunitaria para productos químicos para conservar alimentos
Se incluyen también, como es habitual, las siguientes secciones:
  • El Derecho alimentario en el “Diario Oficial de la Unión Europea”
  • Bibliografía reciente: artículos de revista, libros, etc.

sexta-feira, junho 08, 2007

II Congreso Latinoamericano de Parques Nacionales y Otras Áreas Protegidas

"UE: ministros dos 27 de acordo para integrar companhias aéreas no comércio de emissões"

O Público Última Hora noticia que "Os ministros dos Transportes dos 27 pronunciaram-se hoje a favor da integração das companhias aéreas da União Europeia (UE) no mercado europeu de emissões, durante uma reunião no Luxemburgo.
O avião deve 'contribuir para a protecção do clima', disse o ministro alemão dos Transportes, Wolfgang Tiefensee, cujo país preside à UE até ao final de Junho.
O sector aéreo está de fora do Protocolo de Quioto, tratado sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês). 'Uma forma do transporte aéreo contribuir para os objectivos de protecção do clima consiste em integrá-lo no sistema europeu de comércio de licenças de emissão', explicou. 'No passado, a indústria aérea contribuiu para limitar as emissões, através do desenvolvimento de tecnologias dos reactores, mas não é suficiente', acrescentou.
Ainda que as emissões do transporte aéreo só representem três por cento do dióxido de carbono emitido na Europa, elas aumentaram 87 por cento desde 1990 e poderão representar um quarto da redução das emissões exigida à UE no âmbito do Protocolo de Quioto (menos oito por cento até 2012, em relação a 1990).
A Comissão Europeia apresentou uma proposta legislativa ao Parlamento Europeu e aos 27 que prevê a definição de licenças de emissão para as companhias aéreas a operar na Europa a partir de 2011 para os voos intra-europeus e de 2012 para todos os voos de e para a UE." (As hiperligações foram acrescentadas)

Nota 1: o Comunicado final do Conselho dos Transportes, Telecomunicações e Energia da Comunidade Europeia está acessível nas Línguas Inglesa e Alemã.

Nota 2: Para mais desenvolvimentos sobre a inclusão das companhias aéreas no Sistema Europeu de Comércio de Emissões, vide a Página criada pela Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia.

quinta-feira, junho 07, 2007

European Food and Feed Law Review: Vol. 2 n° 1 (2007)


En el último número de EFFLR se han publicado los siguientes artículos:

- Patrick Coppens, "The Impact of the Nutrition and Health Claims Regulation ob the Food Industry" [abstract]

- Silvia Valtueña Martínez, Leng Heng ,Wolfgang Gelbmann, Antoine Cuvillier, Pilar Rodríguez Iglesias, "The Regulation on Nutrition and Health Claims Made on Foods: Role of the European Food Safety Authority" [abstract]

- Cécile Povel, Bernd van der Meulen, "Scientific Substantiation of Health Claims: The soft core of the Claims Regulation" [abstract]

- Peter Loosen, "Comitology, Claims and Addition of Nutrients" [abstract]

Para más información: http://www.lexxion.de/effl/index.html

quarta-feira, junho 06, 2007

Pecuaristas e agricultores terão de desocupar áreas da reserva indígena Raposa Serra do Sol

Os proprietários da Itikawa Indústria e Comércio Ltda. e outros agricultores e pecuaristas terão de se retirar das áreas que ocupam na reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. A decisão unânime (oito votos) foi tomada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), ao analisar Mandado de Segurança (MS nº 25.483) impetrado pelos agropecuaristas contra o decreto presidencial que demarcou as terras indígenas, editado em abril de 2005.
Os produtores de arroz e criadores de gado alegavam que o decreto presidencial não observou o direito de posse que tinham das terras, que remontaria ao início do século passado. Eles dizem que chegaram a comprar as terras da União por meio de licitação e, por isso, teriam um título adquirido do Governo Federal para continuar na região, localizada nos Municípios de Uiramutã e Pacaraima.
Assim, apontavam equívocos no Laudo Antropológico apresentado pela Fundação Nacional do Índio (Funai) para a demarcação da reserva e violação do devido processo legal no processo que incluiu as terras que exploram como sendo de posse indígena. Outro ponto seria a existência de liminares favoráveis aos produtores.
Os ministros acompanharam o voto do relator, Ministro Carlos Ayres Britto. Ele disse não haver, no caso, violação de direito líquido e certo dos agropecuaristas, que é um requisito fundamental para a concessão de mandado de segurança. “Fixar o perímetro das terras pleiteadas exige o ingresso num vasto campo empírico, timbrado por documentos, laudos periciais, supostos títulos possessórios e testemunhas, por exemplo”, destacou Ayres Britto ao ponderar sobre a complexidade da matéria.
O ministro ressaltou, ainda, que a legalidade da demarcação será analisada pelo Supremo, que tem competência para tanto. Ações ajuizadas na Corte tratam de processos em curso na Justiça Federal de Roraima, que questionam a demarcação.
Ayres Britto também afastou outras alegações de violação de direitos que supostamente teriam sido negados aos produtores. Disse que não há liminares em vigor favoráveis aos agropecuaristas e que não houve violação do devido processo legal, já que eles puderam se manifestar no processo administrativo que culminou na demarcação da reserva.
Em seu voto, o ministro lembrou que a União é competente para realizar a demarcação e citou que o Estatuto do Índio (Lei nº 6.001/73) torna o presidente da República a autoridade apta a homologar o decreto de demarcação de terras indígenas.
Em maio deste ano, Ayres Britto chegou a deferir liminar para que os agricultores e pecuaristas não desocupassem as terras, já que eles corriam o risco de serem retirados imediatamente da área. Essa liminar acabou sendo cassada.

terça-feira, junho 05, 2007

UE: Se confirma la ilegalidad de algunas prácticas del sistema de recogida y valorización de los envases comercializados en Alemania (Der Grüne Punkt)

El Tribunal de Primera Instancia de la Unión Europea ha desestimado los recursos de “Der Grüne Punkt – Duales System Deutschland GmbH” contra dos Decisiones de la Comisión relativas a la explotación abusiva de una posición dominante y a la barrera al acceso al mercado que suponía el sistema de recogida y valorización de envases implantado por dicha sociedad (que desde 1991 es la única que explota en el conjunto del territorio alemán un sistema colectivo que garantiza en el conjunto de la zona de comercio habitual del distribuidor la recogida regular de los envases de venta usados en el domicilio del consumidor final o en sus proximidades para someterlos a valorización).

Véase el comentario sobre la jurisprudencia en cuestión que publicará en breve ReDeco (Revista electrónica de Derecho del Consumo y de la Alimentación):
"Sistema de recogida y valorización de los envases comercializados en Alemania: Restricción de la competencia y necesidad de garantizar el acceso de los competidores a las instalaciones de la empresa que explota el sistema"

"Riscos ambientais serão avaliados no campo da saúde"

No Jornal de Notícias de hoje, Eduarda Ferreira adianta que "As relações causa-efeito entre factores ambientais e saúde vão ser avaliadas em nove domínios, que incluem a água, o ar, os químicos e os alimentos. O levantamento dos possíveis efeitos sobre o ser humano em que este se integra, com o objectivo da prevenção está desenhado para os próximos cinco anos e meio, por equipas científicas e técnicas adstritas a dez áreas ministeriais.
Está pronto e é anunciado hoje o Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS), que entra em fase de consulta pública por um período de 30 dias.

O que se pretende é caracterizar os riscos para a saúde com origem em factores, de modo a evitá-los. O documento de quase 200 páginas a que o JN teve acesso traça as linhas de trabalho para equipas que analisarão os riscos que se apresentam para os humanos nos seguintes domínios água, ar, solo e sedimentos, químicos, alimentos , ruído, espaços construídos, radiações e ainda fenómenos climáticos extremos e alterações climáticas.
O compromisso da elaboração nacional deste inventário é estabelecido a nível da Comissão Europeia e também das Nações Unidas que, em documentos seus, já reconheceram as consequências do convívio humano com os meios naturais ou artificializados. Em Portugal, a coordenação prática de um projecto como este tem a responsabilidade da Agência Portuguesa de Ambiente e da Direcção Geral de Saúde." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido em texto integral.

segunda-feira, junho 04, 2007

Suspensa a abertura da temporada de caça amadorista no RS

Sentença proferida na última sexta-feira (1º) na Vara Federal Ambiental de Porto Alegre determinou a suspensão de eventual temporada de caça amadorista aberta ou a ser aberta no Estado do RS, nos anos de 2007 e seguintes. Leia mais.

Publicações (Brasil)

Celso Antonio Pacheco Fiorillo é o autor de "Princípios do Direito Processual Ambiental" (141p), publicado pela Editora Saraiva. A obra inicia o estudo analisando os princípios fundamentais da Constituição Federal.
Em seguida, discorre densamente sobre aspectos processuais do direito ambiental sob uma visão constitucional, tratando de temas essenciais para a defesa do meio ambiente em juízo, tais como indenização do dano ambiental, legitimidade ativa nas ações para defesa do meio ambiente, prova no direito processual ambiental, entre outros. O meio ambiente é estudado em toda a sua extensão, o que possibilita a discussão de questões relevantes envolvendo meio ambiente cultural, artificial, natural, do trabalho e muitos outros assuntos de direito ambiental. A Valéria Zanocco ou o Humberto Basile podem dizer mais.
"As Excludentes de Responsabilidade Objetiva" (159p), escrito por Carolina Bellini Arantes de Paula, é um lançamento recente da Editora Atlas. Este livro propõe-se analisar as excludentes de responsabilidade objetiva, mormente nas relações consumeristas, ambientais, nucleares, advindas das atividades perigosas e do Estado, aspectos desenvolvidos ao longo de seus quatro capítulos. Examina no Capítulo 1 desde os primórdios da responsabilidade civil objetiva até as relações econômico-socias modernas. A seguir trata da caracterização e das especificidades da responsabilidade civil objetiva, destacando a sua atuação restrita e subsidiária e os fatores de objetivação. Mário Paschoal ou Homero Domingues podem responder qualquer dúvida.

"30% dos óleos perigosos fogem à reciclagem"

No Diário de Notícias de hoje, a jornalista Rita Carvalho denuncia que "Cerca de 30% dos óleos gerados por oficinas e indústrias não estão a ir para reciclagem. Estão a ser geridos por operadores ilegais e enviados para destinos que as autoridades desconhecem. Se tivermos em conta que um litro de óleo chega para contaminar um milhão de litros de água, temos a noção do impacto causado no ambiente e na saúde pública quando os óleos não vão para o sítio certo.
Dados de 2006 mostram que 70% do óleo usado foi movimentado por operadores que integram o sistema da Sogilub, entidade licenciada pelo Estado para gerir os óleos depois de utilizados. Os restantes 30% ninguém sabe onde estão nem como estão a ser tratados, havendo suspeitas de que grande parte esteja a ser queimada nalgumas indústrias. Aí são usados como combustível alternativo, não cumprindo as regras ambientais, e gerando mais emissões perigosas para a atmosfera." (A hiperligação foi acrescentada)
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domingo, junho 03, 2007

"Plantas medicinais sem rei nem roque"

No Jornal de Notícias de hoje, Virgínia Alves relata que "Nas prateleiras dos supermercados, nos ervanários. Não faltam produtos à base de plantas com curas para quase todas as maleitas, alimentos enriquecidos com propriedades dessas plantas e mesmo produtos cosméticos. Mas, além da publicidade, que afirma os seus benefícios, não existe nenhum tipo de controlo deste mercado, não há qualquer legislação que imponha as regras da sua comercialização e proteja o consumidor, que procura uma longevidade saudável.
A confusão impera e manter-se-á até 2011, altura em que Portugal será obrigado a transcrever para a legislação nacional a directiva comunitária, de 2004, sobre os medicamentos tradicionais à base de plantas." (A hiperligação foi acrescentada)
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