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"Omnium rerum ex quibus aliquid acquitur nihil est agricultura melius, nihil uberius, nihil dulcius, nihil homine, nihil libero dignius." Marcus Tullius Cicero. In: De officiis, I. 150-152.
quinta-feira, setembro 21, 2006
"Environnement: des projets pilotes de la Commission incitent des industriels à prendre l’engagement d’élaborer des produits plus écologiques"
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"A Comissão propõe a clarificação do uso da denominação de venda 'vitela'"
Este Comunicado está integralmente disponível nas Línguas Portuguesa, Castelhana, Francesa e Italiana.
Novedad editorial: "Los alimentos funcionales y las alegaciones alimentarias"
"Alimentos funcionales y alegaciones alimentarias: una aproximación jurídica", por Silvia Bañares Vilella, Atelier, Barcelona (2006) 302 págs.Para más información: Editorial Atelier
[Si lo desea también puede consultar el índice].
"Estados-membros da UE estão a aplicar melhor as leis ambientais"
O número de infracções diminuiu e, por conseguinte, também o número de processos abertos contra os Estados sofreu um decréscimo em 2005. O novo relatório indica que em 2005 o número de processos de infracção abertos por Bruxelas aos Vinte e Cinco por desrespeito do direito comunitário em matéria de ambiente registou uma queda de 14 por cento relativamente ao ano anterior, de 570 para 489 casos.
Portugal acompanhou esta tendência, já que em 2005 Bruxelas moveu 35 processos, menos três que no ano anterior, mas ainda assim é dos países da UE com mais processos instaurados. Em 2005, Portugal foi o sexto Estado-membro mais visado por Bruxelas, que apenas abriu mais processos no domínio do ambiente contra Itália (77), Espanha ( 57), Irlanda (45), França (42) e Grécia (36).
A maior parte dos processos instaurados a Portugal deveu-se à deficiente aplicação da lei comunitária (25) e os restantes por Lisboa não ter comunicado em tempo útil a Bruxelas as medidas de transposição da legislação comunitária para o direito nacional (oito) e pelo facto de as medidas de transposição não irem ao encontro das exigências da directiva (dois)." (As hiperligações foram acrescentadas)
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"DGDT de Cabo Verde elabora Código de Conduta do Turismo Sustentável"
Um instrumento que ditará as regras de conduta ambientais a serem respeitadas por todos os intervenientes da actividade turística no país, de modo a permitir o desenvolvimento de um turismo mais saudável em termos ambientais, baseado numa adequada utilização e gestão dos recursos.
Na primeira reunião realizada com os operadores turísticos sobre esta matéria estiveram em destaque aspectos como a economia da água e a sua reutilização, bem como uma boa gestão dos recursos energéticos e emprego das energias renováveis.
Estiveram ainda em análise questões relativas ao melhor acondicionamento dos resíduos sólidos e líquidos, bem como a optimização dos recursos ambientais de Cabo Verde."
quarta-feira, setembro 20, 2006
"VI Foro Iberoamericano de Ministros de Medio Ambiente"
Más informaciones:
"Reforma da PAC: Comissão propõe um novo regime para as bananas"
A proposta segue-se a um amplo debate com todas as partes interessadas e a uma avaliação exaustiva do impacto da reforma. A Comissão optou claramente pela abolição do actual regime de ajuda compensatória para os cultivadores de bananas e pela adopção da opção 'POSEI'. Tal traduzir-se-á na transferência de dinheiro concedido aos produtores de bananas para o programa POSEI, que apoia a produção agrícola nas regiões ultraperiféricas da UE. Em relação às bananas produzidas noutras regiões, o dinheiro será transferido para o regime de pagamento único, aplicável aos produtos agrícolas cobertos pelas anteriores reformas. Uma vez adoptadas pelo Conselho, a Comissão pretende que as novas regras se apliquem a partir da campanha de 2007."
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UE: Adelanto en el pago de las ayudas a los agricultores
La Unión Europea (UE) adelanta al 16 de octubre de 2006 el pago de las ayudas para los agricultoresLos Estados miembros de la UE podrán adelantar al 16 de octubre el pago del 50% de las subvenciones directas para los agricultores correspondientes a 2006, con el fin de paliar problemas climáticos como el de la sequía, tal como decidió recientemente la Comisión Europea (CE).
El abono de las ayudas estaba previsto el 1 de diciembre y el Comité de Gestión de Pagos Directos de la UE aceptó permitir que la mitad de las primas pueda adelantarse un mes y medio, según una propuesta comunitaria, ante las peticiones de varios Estados afectados por las dificultades climáticas de este verano.
Serán los Estados miembros quienes elijan si se acogen o no a esta posibilidad de anticipar parte de las subvenciones, una vez que la CE apruebe formalmente en los próximos días, la decisión en cuestión.
"África torna-se caixote do lixo de países ricos"
O caso dos resíduos tóxicos derramados de um barco grego quando da descarga na capital económica da Costa do Marfim é apenas o último de uma série que tem transformado o continente mais pobre em lixeira. Contentores com produtos altamente tóxicos depositados num porto do Norte da Somália verteram quando o tsunami de 2004 se propagou pelo Índico. Segundo o Programa da ONU para o Ambiente, manifestaram-se, no seguimento disto, doenças entre as populações locais. Muitas empresas, algumas europeias, exportaram para ali resíduos tóxicos ao longo das décadas de 80 e 90. O tráfico prossegue, apesar da Convenção de Bâle [Basileia...]. Na Europa, o tratamento de resíduos custa seis a 15 vezes mais que em África, onde não é feito propriamente tratamento, mas tão só armazenamento e em deficientes condições." (As hiperligações foram acrescentadas)
terça-feira, setembro 19, 2006
Banco da Terra pode financiar propriedade a herdeiro rural
O Banco da Terra poderá conceder financiamento aos herdeiros de imóvel rural objeto de partilha, para permitir a continuidade da propriedade para um ou mais integrantes da família. É o que prevê o Projeto de Lei Complementar (PLP) 362/06, do Executivo, que altera a Lei Complementar 93/98, que instituiu o Fundo de Terras e da Reforma Agrária.
Segundo a exposição de motivos do ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, o objetivo é corrigir uma "distorção involuntária" da lei, proporcionando às situações de partilha por herança da terra do agricultor familiar um "tratamento harmonioso" com os objetivos da política agrária defendida pelo governo federal.
Venda a terceiros
Rossetto explica que a atual legislação veda ao Fundo da Terra financiar o herdeiro de imóvel rural. "A vedação importa em quebra na política de fortalecimento da agricultura familiar, vez que, nos casos de morte do proprietário, os herdeiros ficam impossibilitados de adquirir a fração ideal daquele que não possui recursos financeiros necessários para manter o imóvel, o que leva à venda da propriedade a terceiros", acrescenta o ministro.
"Não há razão alguma para manter a vedação neste caso específico", diz Miguel Rossetto, sustentando que os agricultores familiares herdeiros que desejam permanecer com dignidade no imóvel rural devem receber o necessário incentivo do governo federal.
Tramitação
Por se tratar de projeto de lei complementar, a proposição é sujeita à análise do Plenário e tramita em regime de prioridade. Ela está na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, aguardando parecer do relator, deputado Orlando Desconsi (PT-RS). Depois deverá seguir para as comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Projeto exige função social para reintegração de terra
De acordo com a proposta, de autoria do deputado João Alfredo (PSOL-CE), os órgãos fundiários federal e estaduais serão ouvidos antes da decisão do juiz. A execução do mandado de reintegração de posse será regulamentada pelo Poder Executivo, no prazo de 30 dias após a entrada em vigor da lei.
Violência
Segundo os autores, a presença do juiz nos locais de conflito previne atos de violência contra os direitos humanos. Sua preocupação surgiu após repetidas denúncias de despejos noturnos e abusos das autoridades policiais, com agressões e até mortes. As alterações foram sugeridas pelo relatório vencido da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Terra.
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 1958/99, que estabelece condições similares para a resolução dos conflitos agrários. As propostas, que tramitam em carácter conclusivo, serão analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Propostas relacionadas: PL-7115/2006
Fonte: Agência Câmara / Reportagem - Cristiane Bernardes / Edição - Renata Tôrre
Projeto destina royalty do setor energético à preservação
De acordo a lei 7990/89, o aproveitamento de recursos hídricos, para geração de energia elétrica, e de recursos minerais leva a uma compensação financeira para os estados e municípios - ou para o Distrito Federal - onde ocorre a exploração.
A Lei 9648/98 determina que essa compensação seja de 6,75% do valor da energia elétrica produzida a partir de recursos hídricos. Os estados recebem 45% desse montante, e os municípios, outros 45%, segundo a Lei 8001/90. O Distrito Federal recebe o montante correspondente às parcelas de estado e de município.
Em relação aos recursos minerais, a compensação financeira é de até 3% sobre o ganho líquido com a comercialização da produção, ou seja, o total arrecadado com a venda, menos os impostos e as despesas com transporte e seguro. Os estados e o Distrito Federal ficam com 23% da compensação, e os municípios, com 65%.
Danos para a natureza
Ary Kara ressalta que a exploração de recursos ambientais, renováveis ou não, para produção de energia trazem inevitavelmente danos para a natureza. Para ele, falta uma legislação que determine com clareza o papel dos estados e municípios na preservação do meio ambiente. "A falta desse instrumento legal permitiu, ao longo do tempo, em determinados casos, completa omissão desses poderes em relação à tarefa da ecologia", destaca o deputado.
O projeto especifica que nas áreas onde a produção de energia é feita por usinas hidrelétricas e termelétricas, os recursos deverão ser utilizados, de preferência, no reflorestamento, com árvores nativas da região, e no repovoamento dos rios, com espécies de peixes nativas.
O texto determina também que os recursos sejam aplicados em obras de saneamento, com o objetivo de impedir que o meio ambiente seja contaminado com o lixo da produção de energia e combustíveis, nos casos em que a extração de recursos energéticos é feita na plataforma continental.
Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência, apensado ao PL 2043/03, do deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ), que obriga estados e municípios a aplicar 20% da arrecadação dos royalties do petróleo em ações ambientais, excluídas as despesas de custeio. As propostas devem ser analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir ao Plenário.
Propostas relacionadas: PL-7164/2006
Fonte: Agência Câmara.
"Bruxelas aceita proteger produtores de banana"
De acordo com o que o PÚBLICO apurou, Bruxelas deverá incluir na sua proposta a garantia de que se houver alterações significativas da situação económica dos produtores, proporá medidas de compensação antes de 2009.
As propostas da Comissão correspondem às pretensões dos três países produtores, cujos responsáveis nacionais, regionais - incluindo o ministro da Agricultura português, Jaime Silva, e o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais da Madeira, Manuel António Correia - e as associações de produtores se reuniram ontem à margem de uma reunião dos ministros da Agricultura dos 25.
Estes responsáveis consideraram 'equilibrado' o novo pacote de 280 milhões de euros de ajudas que a Comissão deverá propor - em vez dos 220 milhões inicialmente previstos - o que deverá garantir 8,1 milhões de euros aos produtores da Madeira, 400 mil dos Açores e 100 mil do Algarve. A mesma reunião resultou num consenso sobre a necessidade de pressionar a Comissão a prever medidas de salvaguarda. Os produtores comunitários temem que a pressão dos principais consumidores de banana do Centro da Europa - sobretudo a Alemanha e a Polónia - leve à redução da tarifa única de 176 euros por tonelada que é cobrada à importação da 'banana dólar' na UE. 'Há uma forte pressão para baixar' a tarifa porque a 'maioria dos estados-membros quer importar ao mais baixo preço', reconheceu Jaime Silva."
segunda-feira, setembro 18, 2006
"UE: Reforma do sector do vinho decidida na presidência portuguesa"
'A Alemanha recusa qualquer fim da autorização para acrescentar açúcar ao vinho', para aumentar o teor alcoólico, referiu o ministro, em conferência de imprensa. Por outro lado, os países do Sul recusam o arranque da vinha proposto pela comissão.
Como as eleições gerais francesas deverão decorrer em Abril ou Maio e a França é um dos produtores de vinho da União Europeia (UE), a decisão sobre a reforma da organização comum do mercado (OCM) só deverá acontecer no segundo semestre de 2007, durante a presidência portuguesa. 'O único consenso é que a União Europeia tem uma posição de liderança no mercado mundial - produz mais e melhor vinho', sublinhou Jaime Silva.
Portugal, Espanha, França e Itália produzem 80% do vinho na UE, sendo que a reforma deverá ter em conta as especificidades de cada um.
'Queremos uma reforma de fundo, mas que deverá equacionar um período de transição que permita aos produtores portugueses produzir mais e melhor', adiantou o ministro.
Em Portugal há 341 castas, sendo o estado-membro com maior variedade, e 236 mil hectares de vinha - num total de 3,5 milhões de hectares na UE - e 39.500 produtores declarados."
Incra contesta decisão que suspendeu desapropriação de terras em Pernambuco
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) a Reclamação (RCL) 4611, com pedido de liminar, para cassar decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) que manteve a suspensão da imissão de posse e o andamento da ação de desapropriação da fazenda Bom Jesus, bem como de outras propriedades localizadas no município de Amaraji, interior de Pernambuco (PE).
Alega a autarquia que a decisão é contrária ao julgado pelo STF no Mandado de Segurança (MS) 24541, impetrado pela proprietária do imóvel. Questiona a competência do TRF-5 para julgar mandados de segurança contra atos do presidente da República, pois a anulação do processo administrativo significa o cancelamento da publicação do decreto. Desta forma, segundo o Incra, caberia ao Supremo Tribunal Federal a responsabilidade pela análise do caso.
O imóvel rural, conforme a reclamação, após levantamento foi considerado pela autarquia como grande propriedade improdutiva, passível de ser desapropriada por interesse social para fins de reforma agrária. Por esta razão, foi publicado decreto presidencial declarando que o imóvel é de interesse social, autorizando o Incra a propor a ação de desapropriação.
A ação ressalta que a proprietária já havia impetrado mandado de segurança no STF, que foi negado. Inconformada, segundo Incra, a proprietária ajuizou uma ação ordinária de nulidade na Justiça Federal de primeira instância. O juiz teria deferido o pedido de suspensão do andamento da ação de desapropriação da fazenda. A mesma decisão teria sido confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
A autarquia rebate a alegação de que a propriedade havia sido invadida antes do levantamento ser realizado pelo Incra, o que impediria a avaliação da terra por dois anos, afirmando que a ocupação teria acontecido meses depois da vistoria. O relator da reclamação é o ministro Eros Grau.
Fonte: Informativo STF.
Em Portugal, "Ministério da Agricultura vai reduzir chefias em 30%"
'Há uma ideia global de que haverá uma redução que será em paralelo com aquela que já anunciei, que se prende com a diminuição dos organismos e dos corpos dirigentes: o número de directores gerais, de presidentes, de subdirectores ou de vice-presidentes e das chefias intermédias terão uma redução na ordem dos 30 a 33%', disse.
A redução não será igual para todos os organismos. No Instituto do Vinho e da Vinha o número de funcionários passará de 250 para 50, ou seja, uma redução de 1/5. Já na Inspecção-geral de Agricultura haverá inclusivamente um aumento dos efectivos de 12%.
Este é o plano para o Ministério da Agricultura no âmbito do Plano de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) que visa, mais do que poupar dinheiro, adaptar a estrutura do Estado às necessidades do País.
Os funcionários que saírem do Ministério terão como destino mais provável o quadro de mobilidade e de supranumerários." (As hiperligações foram acrescentadas)
domingo, setembro 17, 2006
"UE: Reforma do vinho vai estar à mesa das negociações dos ministros"
A presidência finlandesa elaborou um questionário que servirá de base de trabalho aos ministros, sendo que os países mais interessados em discutir a reforma do sector são Portugal, Espanha França e Itália, que no conjunto produzem 80 por cento do vinho na União Europeia (UE).
O processo já evoluiu desde Junho, quando a proposta de reforma foi apresentada pela comissária Mariann Fischer Boel.
Das quatro opções iniciais, restam agora duas - a reforma profunda da organização comum do mercado (OCM) do vinho ou a integração da OCM no modelo da reforma da Política Agrícola Comum (PAC).
A primeira pergunta do questionário versa exactamente sobre qual das opções os estados-membros preferem, havendo ainda a possibilidade de compor uma terceira opção que combine as duas."
Este artigo está disponível em texto integral.
sexta-feira, setembro 15, 2006
"Prêmio Direito Agrário incentiva a produção de estudos na área"
Temas propostos
Os ensaios acadêmicos inéditos devem abordar pelo menos um dos seguintes temas:
A atividade agrária como fundamento do Direito Agrário;
Função social da propriedade;
Terras públicas: suas espécies e seus problemas jurídicos;
A questão fundiária na Amazônia;
Conflitos agrários: providências administrativas e ações judiciais agrárias;
As populações tradicionais, acesso à terra e/ou regularização fundiária e outras políticas de etnodesenvolvimento;
Instrumentos da política de reforma agrária;
Instrumentos da política de desenvolvimento rural sustentável;
A segurança alimentar e ambiental como função do Direito Agrário;
Inovações do Código Civil aplicáveis à reforma agrária e à regularização fundiária.
Acesse aqui o edital completo e a ficha de inscrição
Fonte: Boletim NEAD n. 346.
"UE: Tribunal de Contas denuncia ineficácia das ajudas às frutas e produtos hortícolas em Portugal e outros EM"
A ajuda apenas é disponibilizada a agrupamentos de produtores que comercializem colectivamente a sua produção em 'organizações de produtores'. Os Estados-Membros são responsáveis pela aprovação dos 'programas operacionais' de medidas propostas pelas organizações de produtores e pelo pagamento da ajuda que, em 2004, totalizou 500 milhões de euros.
O Tribunal efectuou uma auditoria à eficácia deste regime de ajudas, baseando-se principalmente numa amostra aleatória de 104 medidas provenientes de 30 programas operacionais completados em oito Estados-Membros, numa avaliação dos procedimentos dos Estados-Membros e da Comissão e numa análise de dados da Comissão.
A Comissão verifica a elegibilidade das despesas dos programas operacionais mas não verificou se os procedimentos de aprovação dos programas operacionais dos Estados-Membros garantem a probabilidade de as despesas serem eficazes. Não efectuou um acompanhamento da eficácia dos programas operacionais nem uma avaliação da política.
O Tribunal constatou que os Estados-Membros aprovaram acções de programas operacionais com base na natureza das despesas propostas (a acção é elegível?), sem terem igualmente em consideração as probabilidades da sua eficácia (a acção mobiliza a organização de produtores no sentido de alcançar os seus objectivos?) Os critérios de elegibilidade das despesas não eram claros, resultando em incerteza. Os elementos de programação e de acompanhamento exigidos pelos regulamentos foram nominalmente cumpridos, a um custo significativo, mas sem benefícios reais."
Este texto pode ser lido na íntegra.
"Governantes discutem segunda fase de Quioto"
quinta-feira, setembro 14, 2006
"Douro: Casa do Douro defende a criação de uma 'Bolsa de Cartões'"
Atribuído individualmente pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), o benefício é uma percentagem do total da produção vinícola que os produtores podem transformar, por cada colheita, em vinho do Porto.
Em comunicado, a direcção da defende a criação de uma 'Bolsa de Cartões' de benefício que proporcione, 'em condições legais' que quem os queira vender ou comprar o faça à vista de toda a gente'.
A venda dos cartões de benefício é ilegal no Douro, mas todos os anos, no decorrer das vindimas, se transaccionam cartões, ou seja, muitos agricultores vendem a sua quota a outros agricultores ou intermediários. Para a direcção da instituição duriense, esta situação 'envergonha' o Douro e 'contribui para a degradação dos preços, principalmente dos vinhos de mesa cujas receitas não dão sequer para pagar a vindima'.
A Casa do Douro diz que defende a criação desta bolsa desde 1999 e que, esta medida, poderá contribuir para 'vencer a actual crise' que a região atravessa. Os responsáveis pela instituição defendem outras medidas para ajudar os pequenos e médios produtores durienses, como a destilação de vinhos excedentes para a produção de vinho do Porto.
Refira-se que, aquando da queda de granizo no Douro em Junho, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, anunciou a aprovação em Conselho de Ministros da possibilidade dos produtores afectados 'endossarem o benefício'. Isto porque, segundo o ministro, alguns vitivinicultores poderão não ter produção suficiente em consequência do mau tempo, e ficariam assim autorizados a vender a outros a sua quota [benefício].
Na vindima deste ano deverão ser colhidas cerca de 270 mil pipas de vinho, das quais 123.500 vão ser destinadas ao vinho do Porto."
"Parlamento rejeita reforma do vinho"
Ontem, no seu primeiro debate dedicado à revisão do regime europeu de apoio ao vinho e à vinha, aquela instância subscreveu as ideias defendidas pela sua relatora para a reforma do vinho e eurodeputada grega, Katerina Batzeli, que considerou como 'um sacrifício inútil' o arranque de 400 mil hectares de vinha proposto por Bruxelas. A relatora estima que o abandono de vinhas não permitirá reequilibrar o mercado, pelo que 'não deve constituir o ponto-chave' da futura reforma.
É seu entendimento que o arranque de videiras deve partir única e exclusivamente de uma decisão individual dos produtores, supervisada pelos estados-membros, e ser equacionado apenas para as vinhas de baixa qualidade e pouco rentáveis.
Batzeli questionou, igualmente, os planos da Comissão Europeia (CE) para a abolição do mecanismo europeu de apoio à destilação e para a importação de mostos e vinhos de países terceiros. A possibilidade de misturar vinhos e mostos europeus com produtos oriundos do Novo Mundo, por exemplo, só serviria para 'desmantelar o sector vitivinícola (da União) no futuro' em prejuízo dos produtores europeus e das suas redes de comercialização, causando confusão entre os consumidores.
Na reunião de ontem, muitas vozes levantaram-se contra a ideia da CE de recorrer a verbas nacionais ou retiradas do fundo europeu de desenvolvimento rural para custear as medidas destinadas a paliar os efeitos negativos, para o meio ambiente (por exemplo o risco de erosão dos solos), do abandono da produção." (As hiperligações foram acrescentadas)
"Segurança Marítima inaugura formalmente sede provisória" em Lisboa
Este texto está acessível na íntegra.
quarta-feira, setembro 13, 2006
Brasil espera oferta da Europa sobre frango salgado
O governo brasileiro espera nova proposta da União Européia para tomar decisões no caso do frango salgado - que tem cerca de 5% de sal no volume. A informação foi dada pelo secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Mário Mugnaini.
Segundo ele, o Brasil espera que o encontro de autoridades européias nesta quarta-feira, em Genebra, possa resultar em nova proposta de compensação ao aumento das tarifas imposto pela Europa ao produto brasileiro. Conforme o secretário, o governo brasileiro quer que a Europa use a média dos últimos três anos para compor uma forma de compensação à alta das tarifas.
A Europa, por sua vez, propõe usar média maior, que poderia variar entre cinco e dez anos, para a conta da compensação. O prazo alongado prejudica o Brasil, já que boa parte das exportações está concentrada nos últimos anos.
Nas negociações, o Brasil também quer condições para que os produtores nacionais não percam participação de mercado já conquistada na Europa. "A idéia principal é não perder market share. Assim, se o mercado crescer 10%, queremos que as condições de compensação sejam ampliadas em igual proporção", diz o secretário, que lembra que exportadoras brasileiras fizeram investimentos relevantes visando o segmento de frango salgado.
A proposta anterior feita pela Europa previa novas condições para o próprio frango salgado, frango cozido e peru. A oferta não foi aceita pelos negociadores brasileiros.
O frango salgado é motivo de embate entre Brasil e Europa há alguns anos, quando exportadores brasileiros descobriram que as tarifas de importação desse produto eram muito inferiores às praticadas para o frango congelado ou resfriado. Conforme números apresentados por Mugnaini, a importação do frango salgado tem tarifa próxima de 15%. Já o frango congelado ou resfriado é tributado em cerca de 75%.
Fonte: Investnews.
País deve verificar se EUA cumpriram com obrigação
No ano passado, o Brasil reservou o direito de retaliar os Estados Unidos, por meio de cobrança dos preços das tarifas em produtos importados pelo Brasil, na mesma proporção dos efeitos negativos provocados pelos programas norte-americanos de subsídio ao algodão.
Fonte: Investnews.
"Desenvolvimento rural com 4 mil milhões"
São números decretados ao abrigo da repartição por país do novo fundo europeu de desenvolvimento rural e agrícola publicada pela Comissão Europeia. Decisão que corresponde, na prática, à tradução técnica de uma decisão política do Conselho Europeu de Dezembro de 2005 sobre o orçamento comunitário para 2007-2013 (Perspectivas Financeiras)"
Este texto está acessível em texto integral.
UE: La propuesta de la CE para ayudar al sector platanero

Los productores de plátano canarios consideran insuficiente la propuesta de la CE para ayudar al sector
La Asociación de Organizaciones de Productores de Plátanos de Canarias (Asprocan) advirtió hace unos días de que la propuesta de ayudas de la Comisión Europea (CE) para el sector platanero era insuficiente y reiteró la necesidad de lograr una ayuda de 302 millones de euros para los productores comunitarios.
Asprocan, en un comunicado, defendió que se mantiene la necesidad de conseguir los puntos recogidos en el Memorando firmado por España, Francia, Portugal y Chipre y apoyado por los productores comunitarios.
Instó a la Unión Europea a que se responsabilice de las consecuencias futuras por una posible rebaja del arancel de 176 euros/toneladas en las rentas de los agricultores, ya que, según dicha organización, no se puede abandonar el sector a su suerte si se rebaja dicho arancel.
El presidente de Asprocan, Manuel Lorenzo, indicó que aunque es positivo «el cambio de postura de la Comisión de aumentar el sobre propuesto en 258 millones de euros, esto va a ser totalmente insuficiente para garantizar las rentas de nuestros agricultores».
En este sentido, subrayó que necesitan que los políticos «pongan toda la maquinaria a funcionar porque es su responsabilidad la defensa de nuestros intereses».
Explicó que, hasta la reunión de Comisarios del 13 de septiembre, se debía intentar un aumento de las ayudas y, posteriormente, seguir trabajando ya que hasta diciembre existe la posibilidad de garantizar el futuro del sector platanero.
terça-feira, setembro 12, 2006
Convite para a inauguração da Loja de Comércio Justo no Porto (Portugal)
Saudações justas,
255001011 ou 913051999
CONVITE
No dia 16/09/2006, às 11h, na Rua de Cedofeita, n.º 282 a Associação Reviravolta
Ministros das Finanças pedem mais investimento em energias alternativas
No encontrou afirmou-se a necessidade de aumentar o investimento em projectos energéticos e sublinhou-se o importante papel que o Banco Europeu de Investimento e outras instituições financeiras internacionais desempenham neste domínio.
A diversificação do fornecimento energético, a melhoria da eficiência energética e a promoção das energias renováveis foram prioridades apontadas na estratégia de redução da dependência energética da UE de importações.
Esta declaração insere-se no plano de concepção de uma nova política energética para a Europa, considerada pelo Presidente da Comissão Europeia uma acção prioritária para o ano de 2007.
Entre as linhas estratégicas definidas em Março deste ano pela União Europeia encontram-se o desenvolvimento da interconexão das redes eléctricas e de gás e a diversificação do fornecimento energético através de energias endógenas e energia nuclear.
As medidas fiscais de curto-prazo destinadas a aliviar a pobreza energética de alguns grupos da população foram apontadas como um perigo para o projecto europeu de efectiva coordenação de políticas energéticas.
A necessidade de deixar o mercado funcionar, reflectindo correctamente a procura e a oferta, foi considerado indispensável para o aumento da eficiência energética e o estímulo à investigação e ao desenvolvimento nos mercados energéticos.
Ver nota à imprensa do Ecofin de Helsinquia.
Expedida primeira certificação do Protocolo de Quioto para uma empresa brasileira do setor de celulose
segunda-feira, setembro 11, 2006
O fim do Imposto Automóvel...?
A fim de contribuir para cumprir os compromissos assumidos pela Comunidade e pelos seus Estados‑Membros no âmbito do Protocolo de Quioto, os elementos propostos directamente relacionados com as emissões de dióxido de poluentes devem ser inseridos na base de tributação aplicada aos veículos em causa durante o período de vigência dos compromissos que decorre de 2008 a 2012.
Uma vez que o objectivo estratégico da Comunidade para diminuir as emissões de poluentes destes veículos deve ser atingido, o mais tardar, em 2010, o Parlamento Europeu considerou adequado que uma tributação diferenciada em função do elemento baseado nas emissões de dióxido de carbono deve ser aplicada até 31.12.2010, por forma a produzir um impacte positivo na redução de emissões.
O poder meramente consultivo do Parlamento em questões fiscais e a manifestação de desagrado de alguns países, como por exemplo o Reino Unido, deixa, no entanto, antever dificuldades no avanço deste projecto devido à oposição do Conselho.
O relatório apresentado pode ser consultado aqui.
Para maiores desenvolvimentos sobre este debate e as alternativas disponíveis, veja-se artigo.
Em Portugal, "Companhia das Lezírias quer entrar no mercado do carbono"
domingo, setembro 10, 2006
Governo anuncia decreto para soja ilegal de RS
Ministério autoriza 3 empresas para o seguro rural
Com um orçamento de R$ 10 bilhões, os gastos do governo com seguro agrícola no ano passado foram de apenas R$2,3 milhões devido ao atraso na liberação dos recursos, na aprovação dos produtos apresentados pelas seguradoras à Superintendência de Seguros Privados (Susep) e na negociação de resseguros das empresas com o IRB - Brasil Resseguros. Isso ocorreu devido à crise no campo, uma vez que as seguradoras temiam os prejuízos.
O governo está trabalhando também na abertura do mercado de resseguros no País, cujo projeto está em tramitação no Congresso Nacional em caráter de urgência, e na criação do fundo de catástrofe para o setor agrícola, que deverá eliminar inúmeros obstáculos que hoje impedem o desenvolvimento desse tipo de operação no Brasil.
sábado, setembro 09, 2006
Seminario
sexta-feira, setembro 08, 2006
Revista "World Food Regulation Review" - Vol. 16, number 4 September 2006
En el último número (Vol. 16, n° 4, 2006) de World Food Regulation Review se publican, entre otras, las siguientes noticias:- European Union: Reducing Salmonella: Targets for Laying Hens, New Control Rules Adopted
- European Union: Commission Proposes New Legislation on Food Additives, Flavourings and Enzymes
- Ireland: Demand for Equivalent Standards for Beef Imports from Third Countries
- UK: Agency Consults on Draft National Control Plan
- UK: Call for Comments on Draft Regulation on Contaminants
Para más información: WFRR
quinta-feira, setembro 07, 2006
"Projeto da Rural de Pernambuco capacita assentados da reforma agrária para a produção sustentável de biodiesel"
quarta-feira, setembro 06, 2006
Congreso - invitación
Corrientes, República Argentina
26, 27 y 28 de octubre de 2006
Convocan:
Facultad de Ciencias Agrarias
Facultad de Ciencias Veterinarias
UNIVERSIDAD NACIONAL DEL NORDESTE
Organizan:
Cátedras A y B de Derecho Comercial I – Fac. de Derecho U.N.N.E.
Cátedra A de Derecho Agrario - Facultad de Derecho U.N.N.E.
Cátedra de Economía – Facultad de Ciencias Veterinarias U.N.N.E.
Departamento de Economía – Facultad de Ciencias Agrarias U.N.N.E.
Con la colaboración del Centro de Estudios Interdisciplinarios de Derecho Industrial y Económico (CEIDIE) de la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires.
De conformidad con lo que decida el Comité Académico y el Comité Ejecutivo, durante el Congreso se desarrollarán Conferencias, Mesas Redondas y Comunicaciones en las siguientes AREAS TEMATICAS:
1) Propiedad Intelectual. Derecho de la Competencia. Transferencia de Tecnología.
2) Bioseguridad: Medioambiente, Salud, Comercio.
3) Sistema Científico, Universidad y Empresas. Promoción de la Biotecnología.
Contará con la presencia de calificados expositores nacionales y extranjeros, entre los cuales ya han confirmado su asistencia:
Prof. Bernard Remiche, Universidad de Lovaina, Bélgica.
Prof. Rafael Perez Miranda, Universidad Autónoma de México.
Prof. Jorge Cabrera Medaglia, Universidad de Costa Rica.
Prof. Salvador Darío Bergel, Cátedra UNESCO de Bioética de la UBA.
Prof. Carlos María Correa, Universidad de Buenos Aires.
Prof. Alberto Díaz, Fundación Instituto Leloir.
Prof. Carlos Banchero, Universidad de Buenos Aires.
Dr. Carlos Melo, Biosidus S.A.
Ing. Adolfo Cerioni, INTA.
Dra. Renata Cascardo, INASE.
Dra. Vanesa Lowenstein, Dirección de Relaciones Agroalimentarias Internacionales, Área de Propiedad Intelectual y Medio Ambiente, SAGPyA.
Fecha de presentación de Comunicaciones y Ponencias: 25 de septiembre
Los trabajos podrán tener hasta un máximo de 20 páginas, en Word, A4, Type New Roman 12, sencillo, justificado, márgenes 2x2x2x2
Informes:
biocongreso2006@yahoo.com.ar
acasella@trcnet.com.ar
msanchez@trcnet.com.ar
alexismarianoalegre@yahoo.com.ar
danielbordon@gigared.com
Teléfonos: (03482) - 421673
(03783) - 439209
Dr. Aldo P. Casella
Coordinador de Comité Ejecutivo
terça-feira, setembro 05, 2006
Revista de Derecho Alimentario, Vol. 2 n° 15 (2006)
En el sumario del n° 15 de la Revista de Derecho Alimentario (2006) destacan los siguientes artículos y comentarios: ● Reseña de jurisprudencia del TJCE: Marca comunitaria: envoltorio y forma de un caramelo, por Luis González Vaqué
- El Derecho alimentario en el “Diario Oficial de la Unión Europea”
- Bibliografía reciente: artículos de revista, libros, etc.
segunda-feira, setembro 04, 2006
"Problemas com resíduos lideraram infracções ambientais no primeiro semestre", em Portugal
Este artigo está acessível em texto integral.
"Transgénicos: Agricultores podem impedir criação zonas livres" em Portugal
A Portaria n.º 904/2005 complementa o decreto-lei que regula o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), publicado em Setembro do ano passado, definindo as regras que permitem estabelecer zonas livres de transgénicos por decisão dos agricultores ou por iniciativa municipal.
As câmaras vão poder declarar zonas livres de transgénicos desde que esta deliberação seja apoiada por uma maioria de dois terços na Assembleia Municipal, mas só se contarem com o acordo de todos os agricultores abrangidos. Caso algum agricultor da área proposta para zona livre se oponha à iniciativa, a Assembleia Municipal fica impedida de prosseguir com o pedido de estabelecimento.
Os agricultores e as organizações que os representam vão poder optar pelo estabelecimento de zonas livres desde que explorem, no seu conjunto, uma área agrícola de 3.000 hectares contíguos. O estabelecimento da zona livre é válido por um período máximo de cinco anos, podendo ser renovado ou cancelado.
Em Portugal, 21 concelhos criaram já zonas livres de transgénicos através de declarações oficiais aprovadas a nível das Assembleias Municipais ou das vereações camarárias, de acordo com a Plataforma Transgénicos Fora do Prato.
O diploma que permite o cultivo das 17 variedades de milho transgénico aprovadas pela Comissão Europeia exige uma distância mínima de 200 metros entre áreas de cultivo de OGM e culturas convencionais e de 300 metros se se tratarem de modos de produção biológicos." (As hiperligações foram acrescentadas)
Em Portugal, "Inspecção do Ambiente sem meios para fazer cumprir a lei"
'A lei-quadro é mais exigente e a IGA vai gerir um cadastro ambiental. Para isso são precisas mais verbas e mais pessoas. Com o número de inspectores que temos não podemos fazer muito mais', disse ao Jornal de Negócios o inspector-geral António Sequeira Ribeiro.
Na prática, a aplicação da nova lei vai depender da dotação financeira atribuída a esta entidade e do descongelamento das admissões para o quadro de inspectores. O responsável pela IGAOT espera que, no Orçamento para o próximo ano, as novas competências, decorrentes da legislação e da transferência do ordenamento do território para o seu âmbito de actuação, sejam tidas em conta no reforço dos recursos financeiros e humanos." (As hiperligações foram acrescentadas)
domingo, setembro 03, 2006
Indeferida liminar contra desapropriação de terras para criação de reserva biológica no Paraná
Fonte: STF.
España: el Ministerio de Agricultura Pesca y Alimentación concederá ayudas para la promoción de productos agroalimentarios
El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación (MAPA) de España anunció a finales del mes de agosto que convocará, para el ejercicio 2007, ayudas para la realización de programas de información y promoción de productos agroalimentarios en el mercado interior, dirigidas a las organizaciones profesionales e interprofesionales representativas del sector agroalimentario.Con esta convocatoria se pretende completar y reforzar las acciones emprendidas por España dentro de la política que, sobre información y promoción de productos agroalimentarios en el mercado interior, la Unión Europea ha puesto en marcha, a través del Reglamento 2826/2000, del Consejo, de 19 de diciembre de 2000, mediante un sistema conjunto de participación financiera con la Unión Europea, con las organizaciones profesionales e interprofesionales y con los Estados miembros.
En la correspondiente Orden del MAPA, que próximamente se publicará en el Boletín Oficial del Estado, se especifica que estas ayudas tendrán una participación financiera de la Unión Europea de hasta el 50 por ciento del coste total del programa, las organizaciones proponentes al menos el 20 por ciento, y el Estado el 30 por ciento restante, cuyo importe no deberá superar 1.500.000 euros.
Ambiente e Turismo: "Governo pondera condicionar número de visitas à Berlenga"
O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, defendeu hoje que é desejável a contenção do número de pessoas que visita a ilha como forma de manter a qualidade da Reserva Natural da Berlenga que hoje comemora 25 anos.
'Há restrições que são desejáveis para a boa qualidade de uma reserva e uma das matérias centrais é a de que se todo o lisboeta decidisse ir ao mesmo tempo para a ilha não cabia, e o efeito para a natureza seria nefasto', disse à agência Lusa Humberto Rosa." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.
sábado, setembro 02, 2006
"UE / Vinho: Comissária Europeia diz que futuro do sector passa pela qualidade"
A comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer-Boel, está a visitar a Região Demarcada do Douro a convite do ministro da Agricultura, Jaime Silva.
A sua deslocação a Portugal enquadra-se num périplo que Fischer-Boel está a realizar por vários Estados-membros no âmbito de um debate público sobre a reforma do sector do vinho.
Hoje, numa conferência de imprensa na Quinta do Bonfim, no Pinhão, concelho de Alijó, Mariann Fischer-Boel disse que o futuro do sector do vinho passa por uma aposta na 'qualidade, qualidade e qualidade'.
Depois de ouvir produtores, exportadores e representantes da comissão de Agricultura da Assembleia da República, a comissária europeia disse ter a confirmação de que está a ir no caminho correcto.
A Comissão Europeia apresentou a 22 de Junho um projecto inicial sobre a futura reforma do sector do vinho que prevê a destruição de 400 mil hectares de vinha na União Europeia e a diminuição das ajudas ao sector sob o argumento da necessidade de se produzir 'menos e melhor' vinho. No início do próximo ano, a Comissão Europeia apresentará o projecto final para a reforma da Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho."
Este artigo está acessível na íntegra.
sexta-feira, setembro 01, 2006
VII Conferência Mundial sobre Tributação Ambiental
A informação sobre a conferência, que em 2009 terá lugar em Lisboa, poderá ser consultada aqui.
Outra informação relevante sobre ambiente irá sendo disponibilizada em língua inglesa aqui.
Cursos especializados em Direito do Ambiente & Direito da Energia
Ambos os cursos representam uma abordagem inovadora do ensino do Direito em Portugal, sendo leccionados em inglês e tendo uma forte ênfase na componente prática, no learn-by-doing e no desenvolvimento de competências de comunicação oral e escrita em inglês jurídico.
Os cursos dirigem-se a estudantes de Direito que ambicionem trabalhar na área do Ambiente e/ou da Energia, prosseguir a sua formação fora de Portugal e/ou vir a desenvolver a sua actividade profissional numa sociedade internacional de advogados, bem como a quem já esteja a desenvolver a sua actividade profissional e careça de conhecimentos especializados nestes ramos do direito sujeitos a rápida evolução legislativa.
Mais informação poderá ser obtida aqui.
Em Portugal, "Treze bandeiras azuis não chegaram a ser hasteadas e dez foram retiradas" durante a Época Balnear
Em meados de Maio, a ABAE anunciou que 2006 era o melhor ano de sempre: 207 praias estavam autorizadas a içar o galardão, mais 16 do que no ano anterior. No entanto, durante os meses de Verão, algumas praias foram perdendo o símbolo de qualidade." (A hiperligação foi acrescentada)
Este artigo pode ser lido em texto integral.
"Moura: Tribunal impede plantação de olival numa zona de reprodução de abetardas"
No início deste ano, uma empresa preparava-se para plantar 289 hectares de olival intensivo na Herdade da Panascosa, no concelho de Moura (Beja), considerado o principal local de reprodução de Abetarda na Zona Importante para as Aves (IBA) de Mourão, Moura e Barrancos.
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) interpôs uma providência cautelar no Tribunal de Moura para impedir a plantação do olival, alegando que iria 'alterar drasticamente o habitat da zona, provocando o desaparecimento das espécies de aves ameaçadas que ali existem'. Neste sentido, alegou a SPEA, a plantação constituía 'uma clara violação da Directiva Aves da União Europeia e da legislação nacional'.
De acordo com a SPEA, em comunicado hoje divulgado, a sentença do tribunal de Moura, tomada este mês, deu razão àquela Organização Não Governamental (ONG) de Ambiente, impedindo a empresa de plantar o olival. 'O tribunal reconheceu a existência de valores faunísticos protegidos por legislação nacional e comunitária', explica a SPEA.
A associação defendeu tratar-se de 'um passo importante para evitar a destruição iminente do principal local de reprodução da abetarda na Zona Importante para as Aves (IBA) de Mourão, Moura e Barrancos.'"
Este artigo está acessível em texto integral.
